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O clássico Braseiro da Gávea. Bom? Sem sombra de dúvidas! Barato? Vale a discussão!

No prêmio Rio Show de Gastronomia, o Braseiro da Gávea foi premiado na categoria “Bom e Barato”, gerando certa discussão. Bom ninguém tem dúvidas de que esse clássico do Rio de Janeiro é. A picanha é realmente especial e raramente vem fora do ponto. Mas o barato é discutível. Comparados à alta gastronomia, os preços são sim honestos. Mas há inúmeras opções pela cidade onde se come bem mais barato (inclusive aqui mesmo já dei o exemplo do Caravelas do Visconde).

Mas deixemos a discussão de lado. Afinal de contas, achando barato ou não, o Braseiro é um lugar que merece ser visitado. Fica no coração do Baixo Gávea, reduto tradicional da cidade. A decoração é a mais simples possível, seja no salão ou na varanda de onde você pode ficar de olho nas noites movimentadas.

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Não há como dispensar as linguiças (R$ 3 a unidade) que circulam pelo salão nos espetos. Chegam ao lado de um molho a campanha mais simples impossível. Lá, inclusive, eles abrem mão do pimentão verde. Para beber chope Brahma por R$ 6.

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O pedido, na minha opinião, é um só: Picanha Braseiro. O corte vertical pega todas as partes da picanha. Ela vem fatiada e no ponto perfeito. A ponta, naturalmente mais macia, estava espetacular. A parte de cima também estava igualmente saborosa e com boa maciez. Chega na mesa acompanhada de Arroz de Brócolis, Batatas Fritas (de verdade, não as congeladas, o que é um ponto mais do que especial) e Farofa de ovo com banana. Sente o close abaixo! Essência do “FoodPorn” não?

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O prato sai por R$ 85. Neste dia, éramos três e foi a conta certa depois de uma linguiça e meia cada um. No fim, a conta, que incluiu seis chopes e dois refirgerantes, acabou saindo R$ 53 para cada um. Caro? Não. Mas se come mais barato? Sim. Fossemos dois certamente seria pesado.

A reflexão é de cada um e o debate mais do que válido. Acho que a discussão se faz necessária até em função dos preços que costumamos encontrar pela cidade. Mas caro ou barato, não dá para negar que bom o Braseiro é demais.

Braseiro da Gávea
– Praça Santos Dumont, 116, Gávea, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2239-7494
Dom a qui, do meio-dia à 1h ; sex e sáb, do meio-dia às 3h

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Caravelas do Visconde tem lugar cativo no meu coração: bons preços e comida excepcional! Clássico!

Todos têm algum restaurante marcante. Aquele lugar que você vai desde pequeno, que conhece os garçons, está acostumado com o ambiente… Um destes para mim é o Caravela do Visconde. Desde que me entendo por gente vou lá comer a generosa e saborosa picanha, um para muitos desconhecido, mas igualmente gostoso filé a parmegiana, o frango a passarinho com bastante alho frito e salsa ou simplesmente uma linguicinha na brasa com chope gelado.

Não espere luxo. O ambiente lembra um velho botequim. Mas saiba que de lá você vai sair muito satisfeito. Mas confesso aqui que no comando há uma contradição. Seu Rui, um amigo da família e velho cliente do Seu Cavalierão, é português clássico. Estão lá o sotaque carregado e o bigode bem cortado. Mas o coração dele não bate pelo Vasco. Vai entender, mas o portuga é Botafoguense doente. E na simples decoração de sua casa está lá uma bandeira do Glorioso no meio das gravuras que remetem a Portugal. Certas coisas não tem explicação.

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Mas outras sim. E no Caravela não tem frescura. Siga meu roteiro e seja feliz. Comece o dia com a linguicinha na brasa (R$ 2,5) e o chope Brahma (R$ 4,9) bem tirado. Felicidade garantida.

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Siga com o clássico da casa. A picanha vem com as duas pontas para fora da travessa de tão grande (R$ 56). O ponto está SEMPRE correto. E o sabor da brasa do carvão? É coisa de maluco. A foto foi tirada já depois do garçom cortar, mas tenha certeza de que três vão comer e ficar satisfeito. Ainda mais com os acompanhamentos sempre bem servidos. As dicas? Guarnição Francesa, incluída na picanha, e farofa brasileira (R$ 13). Chora.

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Como disse lá em cima, o Parmegiana é delicioso também (R$ 56). Macio, com boa camada de queijo e molho simples de tomate, é sensacional. O tamanho? Já viu que no Caravelas não dá para brincar. Veio acompanhada de Batata Portuguesa.

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O preço, como visto, é um capítulo a parte. É por isso que domingo na hora do almoço é preciso ter paciência para conseguir uma mesa. Afinal de contas, olhem o custo benefício! Pensando bem, agora é fácil entender porque está entre os lugares favoritos do Seu Cavalierão. Vida longa ao Caravelas e ao velho Rui, que, quem sabe, terá uma alegria com Seedorf no seu Botafogo…

Caravelas do Visconde
– Rua Visconde de Caravelas, 136, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2266-3128
Seg a sáb, das 11h à meia-noite; dom, das 11h às 18h

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Casa do Alemão: sabor da serra ali no Leblon. Nem atendimento ruim me afasta do combo croquete + sanduba!

Encerrei a última semana com um clássico do Rio de Janeiro. E começo esta com outro, mas desta vez um que nasceu na serra e desceu para a cidade: Casa do Alemão. Era parte do programa de qualquer um que subia rumo a Petrópolis, Itaipava ou afins parar na casinha para o mais do que tradicional e sempre impecável croquete de carne, sanduíche de linguiça e a grande variedade de biscoitos amanteigados. E já há algum tempo, tudo isso agora pode ser conferido no Leblon. Mas há de se fazer apenas uma ressalva: o atendimento da casa é ruim, principalmente se você só conseguir mesa no segundo andar.

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É necessário ter paciência. Vou bastante lá nas noites de domingo e sempre ciente de que os pedidos vão demorar, de que os garçons não são exatamente simpáticos e que ter paciência se faz necessário. Isso é uma pena e precisa ser corrigido o quanto antes. Mas os sabores e a tradição são os mesmos e compensam.

Antes de qualquer coisa, chope Brahma (R$ 6) quase sempre muito bem tirado e cremoso. Perfeito para acompanhar o que vem pela frente. Mas na casa há também a opção de escolher algumas alemãs como Paulaner e Warsteiner.

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Para comer vou sempre no clássico: croquete com sanduíche de linguiça. Se você quiser com refrigerante, pode formar o combinado tradicional por R$ 17,40. Se você como eu quiser colocar um adicional de queijo no sanduba, algo que indico muito, paga R$ 2,30 a mais. A linguiça é saborosa e o pão de leite, também vendido é uma delícia.

O croquete, sempre com interior macio, saboroso e a inigualável casquinha crocante, custa R$ 4,80 se você pedir avulso. Sim. Você vai pedir porque é impossível comer apenas um só. Ainda mais com o chope gelado.

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Outra boa opção, que pode ser pedida avulsa ou como base para os sanduíches, é o brioche de queijo. Amanteigado no ponto certo, vem com uma boa fatia de minas como recheio (R$ 4,60).

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Na saída é difícil resistir aos biscoitos. Apesar do amanteigado ser o tradicional, vou sempre no canudinho com chocolate nas pontas (R$ 8). Crocante, fresquinho e com um bom chocolate entrando com sabor. Não há igual. Pode procurar em qualquer feira.

Como disse, sou um fanático pela casa a ponto de ignorar o mau atendimento só para usufruir da boa e clássica comida, lembrando que existem também pratos com os embutidos acompanhando uma honesta salada de batata e chucrute. Se você não conhece, o que acho impossível, vá logo! Seja no Leblon ou na subida da serra.

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Casa do Alemão – Leblon
Av. Ataulfo de Paiva, 644 – Leblon  Rio de Janeiro, 22440-033
(21) 2540-7900

Espinafre, ovo com gema mole… Receita simples e saudável.. Mas eu coloquei uma linguicinha…

Sou fanático por ovo. Já passei aqui aquela que considero a receita do ovo mexido perfeito. Mas não como só dessa maneira: faço estalado, poché com cogumelos… A versatilidade é incrível. Então vamos a mais uma dica. A receita serve para os amigos vegetarianos e até é bastante saudável. Mas como não consigo abrir mão da carne, utilizei uma linguicinha para dar um sabor a mais neste prato rápido de espinafre coroado com a nossa estrela de gema mole e laranja.

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Fiz uma pequena quantidade. Uma pessoa com muita fome ou duas que fizeram redução de estômago saem satisfeitos. Foram 250 gramas de espinafre cozido e picado (murchei rapidamente em água fervente), uma colher de sopa de alho picado, meia cebola pequena picada, sal, pimenta do reino, azeite e dois ovos (de preferência caipiras). Como disse lá em cima, a linguiça é opcional. Utilizei pelo sabor e porque tinham sobrado as pontas da minha receita com mel e shoyu.

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Nada pode ser mais simples. O azeite vai para a panela em fogo médio e o alho e a cebola refogam junto com a cebola. É bom deixar bem douradinho, com paciência…

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Tempere com sal e pimenta e entre com o espinafre já cozido e picado. Refogue mais um pouquinho até chegar a hora da estrela da festa.

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Reduza o fogo para o mínimo possível, abra dois espacinhos em meio ao espinafre e coloque os ovos. Tampe a panela e tenha paciência. Alguns minutos depois você vai ver que o ovo cozinhou. Aí é só servir. Detalhe: se você não curte gema mole deixe mais tempo. Mas eu costumo deixar no máximo cinco minutos.

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Comi neste dia com uma saladinha de alface, tomate e cebola temperada com sal, azeite, mostarda de dijon e pimenta do reino. Mas a estrela é mesmo o ovo. O sabor estava incrível e a gema mole faz um molho natural e delicioso. Rápido e prático!

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Obs: Não tinha um nome para a receita. Aí o grande amigo Cauê Rademaker a batizou de Popeye à Mineira. Taí. É bom o nome, não?

Comida di Buteco: os três últimos. Da Gema virou meu favorito e estreante pisa feio na bola!

E continua a peregrinação! Só que, infelizmente, o Comida di Buteco 2013 vai acabar para mim já que embarco ainda esta semana para as minhas férias. Mas antes de cruzar o Atlântico, os últimos pitacos da competição e de todos que eu provei, que você pode conferir clicando aqui e depois aqui, descobri o meu favorito. Após um prato elaborado que não conseguiu me encantar na edição do ano passado, apesar de ter sim um bom sabor, o Da Gema voltou ao simples e fez um petisco que fica na memória.

Dono de resultados empolgantes na competição (já abocanhou um título, um vice e também uma conquista no petisco Doritos), o Da Gema lançou este ano o Atoleiro Carioca. Trata-se de peito bovino, linguiça e aipim cozidos servidos com pesto de agrião (R$ 24). A diversão já começa pela apresentação. Sobre uma tábua de madeira, o petisco vem servido em uma panelinha que lembram as cocottes francesas acompanhado de dois pãezinhos providenciais para raspar o molho que fica no fundo e uma pimenta bem temperada.

A carne estava macia e com tempero perfeito. O aipim bem cozido e a linguiça saborosa. Mas a estrela é o surpreendente pesto de agrião de sabor marcante, mas completamente equilibrado. O prato é de uma harmonia incrível. Estava tão gostoso que a mesa com os amigos Pedro Ivo, Luciano Mello e Miguel Caballero repetiu a pedida por duas vezes. Ponto para os talentosos e simpáticos Leandro e Luiza, que tocam a casa que conta ainda com um belíssimo cardápio. Bebemos Heineken.

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

Antes do Da Gema, passamos pelo Rio Brasília para comer a Porpeta do Presidente JK. Trata-se de uma porção com seis almôndegas de carne recheadas com linguiça (R$ 15). E o estreante não me empolgou. Achei pesado. Faltou delicadeza no preparo e o conjunto estava bem seco, apesar de bastante engordurado. Positivo o sabor da linguiça e o quase sempre dispensável molho de maionese. Foi ele quem deu umidade ao prato. Outro ponto positivo foi a temperatura impecável da Heineken.

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso...

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso…

E neste post acabei começando do melhor para o pior. No (a) Cadeg, o estreante Bar Corujão pisou feio na bola. O petisco denominado Explosão de Sabor estava bem abaixo do esperado. Trata-se de um quadrado de massa de aipim recheado com bacalhau, palmito e azeitona coberto com queijo parmesão (R$ 15). Primeiro ponto negativo foi a temperatura do prato que estava frio. O recheio estava com pouco tempero e nada harmonizava. Faltou capricho também na massa, bem pesada. Uma pena.

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

É isso, amigos. Estes foram os que consegui provar em três dias bem corridos. Agora vou acompanhar o resultado de longe. Como já disse, os endereços e horários dos bares você confere no site oficial do Comida di Buteco.

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Comida di Buteco: mais três bares visitados… Tradição da Adega Pérola saltou aos olhos e Sat’s é sempre Sat’s!

O primeiro dia foi movimentado. Foram cinco bares em uma tarde tranquila de domingo. Quem não leu os comentários pode clicar aqui e matar a curiosidade. Como disse lá, meu tempo é curto já que embarco na sexta para curtir as férias. Mas enquanto isso a gente mata a curiosidade de mais concorrentes desta edição do Comida di Buteco. Então, na última segunda, fui acompanhado do amigo e referência Pedro Ivo conhecer mais três concorrentes. E diria que foram excelentes surpresas.

Abrimos a noite no Caldo Beleza. O petisco, chamado Linguiça Abestada, é quase um caldo em pedaços. Aipim, linguiça e costelinha de porco bem cozidas e servidas em caldo untuoso (R$ 25). Estava tudo macio e saboroso. O sal ficava equilibrado quando se provava todos os componentes juntos. A pimenta biquinho que vinha decorando caiu bem. Jogou contra a falta do pão para comer junto e a temperatura da cerveja: tanto a Heineken em lata como o chope Brahma não estavam trincando.

Aipim, costelinha e linguiça em caldo rico, untuoso e saboroso.. Quase uma sopa em pedaços...

Aipim, costelinha e linguiça em caldo rico, untuoso e saboroso.. Quase uma sopa em pedaços…

Rumamos então para o Adega Pérola, dos bares mais tradicionais da cidade. E aqui a fama e a experiência jogaram a favor. A Linguiça de Baco foi um belo petisco (R$ 20). Trata-se de rodelas de linguiça cozidas em vinho tinto e cobertas com gorgonzola derretido e cebola. O vinho utilizado no preparo, que certamente é dos mais baratos, acabou equilibrando e casando muito bem com a força do queijo e o sabor intenso da linguiça. Uma excelente pedida acompanhada de chope Brahma, desta vez bem gelado.

Linguiça cozida no vinho tinto, cebola e gorgonzola.. Tudo harmonizou muito bem na Adega Pérola..

Linguiça cozida no vinho tinto, cebola e gorgonzola.. Tudo harmonizou muito bem na Adega Pérola..

Finalizamos a noite no Galeto Sat’s, ponto mais do que tradicional para quem quer tomar aquela saideira em paz. Recebido de braços abertos pela simpatia que é o Serginho, provamos o Bacalhau Agasalhado (R$ 35). Trata-se de uma generosa porção da linguiça de bacalhau que já dava as caras no cardápio da casa, mas desta vez foi produzida em versão mais delicada que o habitual. Invenção criativa, saborosa e que vem acompanhada de pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna. O sabor é diferente e instiga a comer mais. Bebemos novamente o chope Brahma sempre bem gelado. De quebra ainda conheci o simpático Bruno, que comanda o Botero, e reencontrei a querida Luiza do Da Gema, com sua equipe!

Se você não conhece o Sat’s, vá, experimente o petisco e de quebra prove o galeto com molho de limão e o pão de alho que são imperdíveis. Em breve irei escrever com calma sobre este bar que gosto muito.

Linguiça de bacalhau, pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna.. Criatividade e sabor no Sat's..

Linguiça de bacalhau, pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna.. Criatividade e sabor no Sat’s..

A jornada continua e sempre será contada por aqui até o dia em que embarcar! Os endereços e horários de funcionamento das casas que visitei e dos demais participantes você confere lá no site oficial do Comida di Buteco.

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Linguiça agridoce: mel e shoyu para formar uma entrada simples e de sucesso absoluto!

Antes de qualquer coisa o pedido de desculpas pelo sumiço.. Estive em Santiago para o Lollapalooza.. Uma experiência inesquecível onde pude curtir mais uma vez o Pearl Jam ao vivo.. E, é claro, beber grandes vinhos que em breve contarei por aqui.. Agora deixemos o rock de lado e voltemos à programação normal com uma receita de sucesso!

Já virou uma tradição. Sempre que recebo alguém na minha casa ou até mesmo quando vou em alguma reunião na casa dos amigos logo vem a pergunta: “vai ter a linguicinha com mel e shoyu?”. E eu não consigo ignorar. Primeiro porque a receita de hoje é extremamente gostosa. Segundo porque é simplesmente muito fácil de fazer. E de fato é perfeita para abrir os trabalhos seja com uma cerveja gelada ou com um bom vinho tinto. Então vamos aprender! Ah! Vale ressaltar que a base dela aprendi no livro de Nigella Lawson, que fazia de outra maneira.

Imbatível.. A linguiça fica assada, o shoyu reduz e misturado ao mel vira um molho agridoce e grudento!

Imbatível.. A linguiça fica assada, o shoyu reduz e misturado ao mel vira um molho agridoce e grudento!

São apenas três ingredientes: linguiça calabresa fina (aquela mesmo que é vendida a granel na parte dos salgados do mercado), mel e shoyu. Acabou. As quantidades eu geralmente coloco de olho, mas resolvi medir para vocês terem uma noção. Usei mais ou menos um quilo de linguiça. Para o molho foram cinco colheres de sopa cheias de mel. O shoyu foram dez colheres também de sopa.

Mais simples impossível: apenas três ingredientes, mel, shoyu e linguiça, formam uma bela entrada..

Mais simples impossível: apenas três ingredientes, mel, shoyu e linguiça, formam uma bela entrada..

Primeiro passo é tirar a pele das linguiças. Não é obrigatório, mas fica bem melhor. O molho gruda com mais facilidade. Em seguida corte em rodelas não muito grandes, afinal de contas é um aperitivo. Nesse post, algo inédito: as mãos da Luninha aparecem. Sim, a receita é tão simples que ela foi minha assistente.

Mãos da Luna pela primeira vez.. Tirando a pele das linguiças para que o molho fique mais grudado..

Mãos da Luna pela primeira vez.. Tirando a pele das linguiças para que o molho fique mais grudado..

Vamos para o molho. Coloque o mel e o shoyu em um copo, tampe e agite bem até eles virarem um molho só. A proporção é mais ou menos a que eu citei em cima, mas se você preferir mais doce, coloque mais mel. Se quer algo mais líquido e salgadinho, entre com mais shoyu.

Coloque os ingredientes em um copo.. Tampe e misture bem até ficar uniforme..

Coloque os ingredientes em um copo.. Tampe e misture bem até ficar uniforme..

Depois de misturar ele fica assim.. Se achar pouco é só colocar mais uma parte de cada ingrediente..

Depois de misturar ele fica assim.. Se achar pouco é só colocar mais uma parte de cada ingrediente..

Coloque as linguiças em uma travessa, despeje o molho em cima e forno. Acabou. Ah! O forno alto, cerca de 200 graus e pré-aquecido. Ela vai ficar lá dentro mais ou menos 20 minutos. Fica de olho.

Linguiças cortadas e molho espalhado.. Feito isso é só colocar no forno a 200 graus mais ou menos..

Linguiças cortadas e molho espalhado.. Feito isso é só colocar no forno a 200 graus mais ou menos..

Quando elas estiverem assadas é só tirar. Quando esfriar um pouquinho, o molho fica bem grudento dando um toque docinho para a linguiça sempre salgadinha. É delicioso e tiro certo. O sucesso é tão garantido que depois de tentar quem vai escutar a frase lá de cima vai ser você mesmo!

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