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Fraldinha marinada… Adaptação de receita simples e rápida da Nigella .. Um espetáculo!

O amigo Besouchet, grande fã do blog, foi a inspiração. Ele, quem diria, tem feito algumas graças na cozinha e me surpreendeu com esta receita copiada do livro da Nigella Lawson. Gostei, resolvi fazer e agora compartilho com vocês. Mas mudei um pouquinho porque sou abusado. Essa carne marinada em ervas pode ser um prato principal ou até mesmo um aperitivo. E é de preparo bem simples. A original é feita com alcatra. Mas resolvi utilizar Fraldinha. E não me arrependi!

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Vamos aos ingredientes: 800 gramas de fraldinha limpa, uma pimenta dedo de moça picada, suco de um limão siciliano, 100 ml de azeite, dois dentes de alho picados, duas colheres de sopa de tomilho picado, uma colher de sopa de alecrim picado, duas colheres de sopa de salsa picada, sal e pimenta do reino à gosto.

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Tempere a carne com sal e pimenta. Aqueça bem uma panela, de preferência de ferro, e grelhe a peça por aproximadamente quatro minutos de cada lado. Enquanto isso, misture em uma travessa que caiba a carne todos os demais ingredientes. A ideia é fazer uma marinada.

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Após grelhar, coloque a carne na mistura de limão, azeite, ervas e temperos. A ideia é deixá-la ali por mais ou menos três minutos de cada lado, para passar bem o gosto e até cozinhar um pouquinho a mais com a acidez do limão.

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Em seguida, fatie bem fino e sirva. Como disse lá em cima, pode ser prato principal ou entrada. Neste dia foi um petisco ideal para servir com uma cerveja gelada e acompanhar a vitória do Brasil sobre a Espanha na Copa das Confederações. Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Me empolguei com o Tartare. Depois do de Mignon, foi a vez do de Salmão! Espetáculo!

Recentemente fiz um Steak Tartare pela primeira vez e fiquei muito, mas muito mesmo, empolgado com o resultado. Tanto é que resolvi pegar o mesmo princípio e fazer um outro Tartare, desta vez de salmão. O princípio é o mesmo, assim como boa parte do processo. Um ou outro ingrediente muda, mas o resultado final, assim como o primeiro, ficou maravilhoso. Perfeito como uma entrada ou até mesmo como principal ao lado de uma salada verde. Então vamos lá.

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Você vai precisar de: 600 gramas de salmão fresco, uma cebola roxa, duas colheres de chá de picles, duas colheres de chá de alcaparras, uma colher de sopa de salsinha, duas colheres de chá de ciboulette, duas colheres de chá de dill, uma colher de sopa de mostarda Dijon, azeite, sal, pimenta do reino e suco de um limão. Como disse, praticamente os mesmos ingredientes do Tartare de Migon com diferenças pontuais.

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E o princípio é o mesmo. Mas o salmão eu gosto de picar em cubos um pouco maiores que o de mignon. Os demais ingredientes, como visto na foto acima, tem de estar bem picados para fazer uma boa composição de sabores.

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Leve tudo para a mesa e monte diante de seus amigos, família, convidados… É sempre uma diversão. Neste dia foi mais uma opção em uma mesa com boas entradas e bons vinhos. Faz em casa e me conta aqui depois como foi!

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Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

 

Steak Tartare: perdi o medo, fiz o meu primeiro e ficou fantástico! Faça você também!

Peço “desculpas” aos amigos e amigas, mas desde que voltei de Paris estou numa vibe de cozinhar receitas francesas. A primeira eu fiz lá no apartamento e você já conferiu por aqui: soup a l’oignon. A segunda, já por aqui, é outro clássico da França: Steak Tartare. E há muito tempo não ficava tão empolgado com o resultado final. Sou muito fã deste prato e sempre fiquei meio inseguro de fazer. Mas após a primeira vez digo sem medo de errar: vai virar rotina. Ficou espetacular e espero que vocês façam em casa!

Desculpe a foto sem foco, mas o Tartare ficou espetacular! Vale muito a dica!

Desculpe a foto sem foco, mas o Tartare ficou espetacular! Vale muito a dica!

Então vamos aos ingredientes:
700 gramas de filé mignon impecavelmente limpo
Uma cebola roxa
Duas colheres de chá de picles
Duas colheres de chá de alcaparras
Duas colheres de sopa de salsinha
Gotas de molho inglês
Gotas de Tabasco
Uma colher de sopa de Ketchup
Três gemas. Duas colheres de chá de mostarda de Dijon
Azeite e óleo para emulsionar (cerca de 50 ml de cada).

Filé fresco e limpo.. Repare ao fundo nos demais ingredientes bem picadinhos..

Filé fresco e limpo.. Repare ao fundo nos demais ingredientes bem picadinhos..

O preparo pode assustar, mas é relativamente simples. Você precisa é de uma faca muito bem afiada e uma certa dose de paciência, afinal de contas o fundamental aqui é tudo estar muito bem picado. A começar pela carne. É fundamental picá-la com a faca e não comprar moída. Em termos de sabor e textura esse passo é determinante. Após picar, coloque em uma tigela e coloque esta em cima de gelo para manter o frescor.

A faca bem afiada faz o trabalho do moedor ao picar a carne..

A faca bem afiada faz o trabalho do moedor ao picar a carne..

Em seguida é a hora de picar os demais ingredientes novamente bem miúdos. Você não vai querer morder um naco de cebola ou de qualquer outro ingrediente no meio de sua garfada. Apenas as alcaparras podem ser um pouco mais rústicas.

Com tudo picado, a finalização pode ocorrer na mesa na frente dos seus amigos e convidados como em um autêntico bistrô parisiense.

Ingredientes separados, vasilha da carne com gelo embaixo.. Hora de misturar!

Ingredientes separados, vasilha da carne com gelo embaixo.. Hora de misturar!

 

Mas falta o último passo. Coloque as três gemas, a mostarda e comece a misturar com um fouet. Vá então adicionando aos poucos e mexendo sem parar o azeite e depois o óleo. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese, mas sim emulsionar.

Após misturar bem as gemas, a mostarda e o azeite, o resultado é uma emulsão.. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese..

Após misturar bem as gemas, a mostarda e o azeite, o resultado é uma emulsão.. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese..

Feito isso é a hora de misturar todos os ingredientes: emulsão de gemas e mostarda, a carne, ketchup, sal, pimenta do reino, tabasco, ketchup, molho inglês, salsinha, picles e alcaparras. Feito isso prove, corrija o tempero, veja se você quer acrescentar algo a mais de qualquer dos ingredientes e pronto! Fica simplesmente sensacional.

Havia esquecido na foto do mise en place do ketchup...

Havia esquecido na foto do mise en place do ketchup…

Feita a emulsão, comece a misturar todos os ingredientes junto com a carne... Está pronto seu tartare!

Feita a emulsão, comece a misturar todos os ingredientes junto com a carne… Está pronto seu tartare!

 

Como visto na foto que abriu o post, não servi da maneira clássica: empratado com fritas e salada. Foi colocado em uma mesa de aperitivos para comer com torradinha. É também uma excelente opção. Espero que a dica seja aproveitada! Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Fim das férias! E um pedaço de Paris na sua casa. Aprenda a tradicional Sopa de Cebola: simples e fácil de fazer!

Como os amigos e amigas que acompanham o blog perceberam, passei minhas férias viajando pela Europa. Ao mesmo tempo que pude conhecer grandes restaurantes, novos ingredientes e obviamente me divertir demais, também tive a oportunidade de cozinhar um pouquinho. Especialmente em Paris, cidade em que passei mais tempo em um apartamento alugado. E por lá, em uma noite fria após andar bastante pelas encantadoras avenidas parisienses, resolvi de improviso fazer uma das mais famosas receitas francesas: a Soup a L’Oignon ou no bom português sopa de cebola.

Um bom tinto acompanhou a sopa perfeitamente no frio de Paris.. Aproveitem!

Um bom tinto acompanhou a sopa perfeitamente no frio de Paris.. Aproveitem!

Por que de improviso? Porque faltou aqui e ali um ou outro ingrediente na receita tradicional que você pode colocar quando fizer em casa. Ou então siga o meu jeito que com certeza absoluta vai ficar deliciosa. Vamos então aos ingredientes para duas pessoas com bastante fome.

700 gramas de cebolas fatiadas
Duas colheres de sopa de manteiga
Um fio de azeite
1 litro de caldo de galinha ou de legumes
Sal
Pimenta do reino
Uma taça de vinho branco
Fatias de pão tostadas
Queijo gruyere ralado (usei um comté espetacular que havia comprado)
Mostarda de Dijon

Tudo separado para a versão rápida da sopa de cebola clássica da França..

Tudo separado para a versão rápida da sopa de cebola clássica da França..

O que não coloquei que deveria ter colocado:
Uma colher de sopa cheia de farinha de trigo após o refogado inicial para engrossar a sopa.
Um bouquet garni (salsa, alecrim, tomilho e cebolinha amarrados em um barbante) durante o cozimento para ser retirado no fim.
Uma pimenta dedo de moça (mania de Troisgros), também no refogado.

Vamos ao modo de preparo. Descasque e fatie em meia lua as cebolas. Enquanto isso, coloque o caldo para aquecer em fogo baixo em outra panela. Aqueça o azeite e a manteiga e entre com apenas metade das cebolas. Se você colocar tudo, a panela irá esfriar rapidamente e as cebolas vão soltar muita água. Tempere com sal e pimenta.

Caldo aquecendo ao fundo e cebola iniciando o refogado na manteiga e azeite com sal e pimenta do reino..

Caldo aquecendo ao fundo e cebola iniciando o refogado na manteiga e azeite com sal e pimenta do reino..

Assim que começar a refogar, entre com o restante da cebola, mais um fio de azeite e um pouco de manteiga. Agora começa a paciência. Abaixe um pouco a chama do fogão e vá mexendo de vez em quando as cebolas. É para escurecer sem queimar, deixando com cor de caramelo. Enquanto vai chegando no ponto, corte o pão em fatias e coloque no forno para torrar. Aproveite também para ralar o queijo.

Com paciência e fogo baixo, a cebola vai caramelizando e ganhando este tom marrom..

Com paciência e fogo baixo, a cebola vai caramelizando e ganhando este tom marrom..

Com a cebola murcha e caramelizada, entre com o vinho branco e mexa para soltar o  fundo. Após alguns minutos você entra com o caldo aquecido, abaixa o fogo e cozinhe de 20 a 30 minutos.

Após o vinho, entre com o caldo, reduza o fogo e deixe cozinhar lentamente..

Após o vinho, entre com o caldo, reduza o fogo e deixe cozinhar lentamente..

Pegue as torradas e passe uma fina camada de mostarda. Após cozinhar, pegue tigelas individuais e coloque a sopa. Ou então, como meu apartamento não tinha, coloque em um grande pote que possa ir ao forno. Posicione as torradas besuntadas com mostarda por cima e cubra tudo com o queijo.

Após torrar os pães, passe uma leve camada de mostarda dijon e coloque-as por cima da sopa..

Após torrar os pães, passe uma leve camada de mostarda dijon e coloque-as por cima da sopa..

Cubra as torradas e a sopa com queijo ralado e leve ao forno alto para gratinar..

Cubra as torradas e a sopa com queijo ralado e leve ao forno alto para gratinar..

 

Após alguns minutos no forno bem quente, sua sopa estará perfeitamente gratinada e pronta para amenizar o frio. Sirva com um bom tinto e pronto! Perfeito para uma noite em Paris e também em qualquer lugar!

Após gratinar, a sopa está pronta para ser servida!

Após gratinar, a sopa está pronta para ser servida!

É isso, pessoal. O Gastronomia por Esporte está de volta! Espero que tenham sentido a minha falta assim como eu senti de escrever por aqui. E novidades estão por vir! Enquanto isso, sigam no Instagram (@GastroEsporte) e curtam a página no Facebook! Até a próxima!

Os Cogumelos Recheados do Que Marravilha! Aprenda a receita que ensinei a Claude Troisgros! E boas férias!

Se alguém não ficou sabendo, participei do Que Marravilha Revanche! com o chef Claude Troisgros. A experiência foi inesquecível e o programa ficou fantástico (os bastidores podem ser relembrados aqui e aqui). Se alguém não viu, as reprises acontecem ainda nesta sexta às 11h30 e 18h, no sábado (dia 20) às 12h e no domingo (dia 21), às 10h30. O prato que “ensinei” ao Claude foi o meu já tradicional cogumelo recheado. Quem já provou sabe como é bom. Até mesmo o renomado chef curtiu! Então agora repasso a receita para vocês e peço: façam em casa. Vale muito a pena.

Após o forno, o queijo gratinou e seu cogumelo está pronto.. Delicioso.. Dá trabalho, mas vale MUITO a pena!

MARRAVILHA de cogumelos recheados! Confira o passo a passo abaixo e aproveite!

Este post não seguirá o padrão do meu blog. Colocarei no início a receita como a enviada para o site do GNT e logo abaixo a sequência de fotos ilustrando o passo a passo do prato com as explicações nas legendas. Espero que entendam tudo direitinho. Qualquer dúvida podem me perguntar lá no Facebook ou no Twitter. Portanto: divirtam-se!

E aproveito para dizer que embarco nesta sexta para a Europa em viagem de férias. O blog irá ficar parado pelos próximos 20 dias, mas voltará já já com muitas novidades! Obrigado pelo carinho de todos e sigam curtindo o GastroEsporte!

Cogumelos a GastroEsporte!
Ingredientes:
800g de cogumelos Paris limpos
3 dentes de alho picados
1 pimenta dedo-de-moça picada
300ml de creme de leite fresco
Salsa picada (a gosto)
Tomilho picado (a gosto)
Cebolinha francesa picada (a gosto)
Sal (a gosto)
Pimenta-do-reino (a gosto)
Azeite
1 colher (sopa) de manteiga
100g de queijo parmesão ralado
Ingrediente curinga: 1 dose de cachaça

Modo de preparo:
– Limpe os cogumelos com pano úmido. Retire os talos e reserve. Com um boleador, ou mesmo uma colher, retire um pouco do interior do cogumelo para abrir espaço para o recheio.
– Em uma frigideira bem quente, coloque azeite e frite rapidamente os cogumelos. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Em seguida, coloque em uma travessa e reserve.
– Para fazer o recheio, pique bem os talos, o alho, a pimenta dedo-de-moça, a salsa, a cebolinha francesa e o tomilho. Esquente bem a mesma frigideira em que fritou os cogumelos e coloque azeite. Acrescentes os talos. Assim que começar a refogar, coloque o alho, a pimenta dedo-de-moça e a colher de manteiga. Tempere com sal e pimenta-do-reino. – Inclua a dose de cachaça e flambe com cuidado. Após o álcool evaporar, coloque o creme de leite e as ervas.
– Coloque o recheio no interior dos cogumelos grelhados, polvilhe o parmesão por cima e leve ao forno preaquecido, a 200ºC, para gratinar.

Após limpar os cogumelos com o pano úmido, tire os talos e reserve.. Com um boleador ou uma colher de café, raspe o interior dos cogumelos e descarte..

Após limpar os cogumelos com o pano úmido, tire os talos e reserve.. Com um boleador ou uma colher de café, raspe o interior dos cogumelos e descarte..

Ingredientes básicos do recheio.. Alho bem e dedo de moça bem picados ao lado dos talos dos cogumelos também miúdos.. Sal, pimenta do reino e a cachaça para flambar.. Faltou na foto a salsa, o tomilho e o creme de leite FRESCO..

Ingredientes básicos do recheio.. Alho bem e dedo de moça bem picados ao lado dos talos dos cogumelos também miúdos.. Sal, pimenta do reino e a cachaça para flambar.. Faltou na foto a salsa, o tomilho e o creme de leite FRESCO..

Na frigideira MUITO quente, doure os cogumelos dos dois lados.. Isso dá uma caramelização ao prato e confere muito sabor.. Tempere com sal e pimenta..

Na frigideira MUITO quente, doure os cogumelos dos dois lados.. Isso dá uma caramelização ao prato e confere muito sabor.. Tempere com sal e pimenta..

Entre primeiro com os talos na frigideira BEM quente.. Quando começar a refogar, abra espaço e coloque o alho e a dedo de moça.. E siga refogando... Minutos depois é a hora de flambar a cachaça com CUIDADO!!!

Entre primeiro com os talos na frigideira BEM quente.. Quando começar a refogar, abra espaço e coloque o alho e a dedo de moça.. E siga refogando… Minutos depois é a hora de flambar a cachaça com CUIDADO!!!

Após flambar, entre com o creme de leite fresco e com as ervas bem picadinhas... Mexa bem, deixe reduzir, corrija o sal e desligue o fogo.. Seu recheio está pronto!

Após flambar, entre com o creme de leite fresco e com as ervas bem picadinhas… Mexa bem, deixe reduzir, corrija o sal e desligue o fogo.. Seu recheio está pronto!

Arrume os cogumelos em uma travessa e entre com o recheio em cada um deles.. Enquanto isso, deixe o forno aquecendo a 220 graus...

Arrume os cogumelos em uma travessa e entre com o recheio em cada um deles.. Enquanto isso, deixe o forno aquecendo a 220 graus…

Após rechear os cogumelos, rale um parmesão de qualidade por cima e coloque no forno para gratinar...

Após rechear os cogumelos, rale um parmesão de qualidade por cima e coloque no forno para gratinar…

Após o forno, o queijo gratinou e seu cogumelo está pronto.. Delicioso.. Dá trabalho, mas vale MUITO a pena!

Após o forno, o queijo gratinou e seu cogumelo está pronto.. Delicioso.. Dá trabalho, mas vale MUITO a pena!

Mais informações, como vocês já sabem, sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos! Ah! Lembrando que agora o Gastronomia por Esporte também está no Facebook! Cliquem e curtam a página! Por lá vocês vão conferir todas as novidades do blog! http://www.facebook.com/gastroesporte

Obs: sou marrento, mas na TV pareceu bem mais! Hahahaha!
Obs2: sou tão humilde que reconheço que o filé do Claude Troisgros ficou muito melhor que o meu. Se você quiser vai lá no site do GNT aprender o dele. Mas se quiser o meu é só clicar aqui.

Linguiça agridoce: mel e shoyu para formar uma entrada simples e de sucesso absoluto!

Antes de qualquer coisa o pedido de desculpas pelo sumiço.. Estive em Santiago para o Lollapalooza.. Uma experiência inesquecível onde pude curtir mais uma vez o Pearl Jam ao vivo.. E, é claro, beber grandes vinhos que em breve contarei por aqui.. Agora deixemos o rock de lado e voltemos à programação normal com uma receita de sucesso!

Já virou uma tradição. Sempre que recebo alguém na minha casa ou até mesmo quando vou em alguma reunião na casa dos amigos logo vem a pergunta: “vai ter a linguicinha com mel e shoyu?”. E eu não consigo ignorar. Primeiro porque a receita de hoje é extremamente gostosa. Segundo porque é simplesmente muito fácil de fazer. E de fato é perfeita para abrir os trabalhos seja com uma cerveja gelada ou com um bom vinho tinto. Então vamos aprender! Ah! Vale ressaltar que a base dela aprendi no livro de Nigella Lawson, que fazia de outra maneira.

Imbatível.. A linguiça fica assada, o shoyu reduz e misturado ao mel vira um molho agridoce e grudento!

Imbatível.. A linguiça fica assada, o shoyu reduz e misturado ao mel vira um molho agridoce e grudento!

São apenas três ingredientes: linguiça calabresa fina (aquela mesmo que é vendida a granel na parte dos salgados do mercado), mel e shoyu. Acabou. As quantidades eu geralmente coloco de olho, mas resolvi medir para vocês terem uma noção. Usei mais ou menos um quilo de linguiça. Para o molho foram cinco colheres de sopa cheias de mel. O shoyu foram dez colheres também de sopa.

Mais simples impossível: apenas três ingredientes, mel, shoyu e linguiça, formam uma bela entrada..

Mais simples impossível: apenas três ingredientes, mel, shoyu e linguiça, formam uma bela entrada..

Primeiro passo é tirar a pele das linguiças. Não é obrigatório, mas fica bem melhor. O molho gruda com mais facilidade. Em seguida corte em rodelas não muito grandes, afinal de contas é um aperitivo. Nesse post, algo inédito: as mãos da Luninha aparecem. Sim, a receita é tão simples que ela foi minha assistente.

Mãos da Luna pela primeira vez.. Tirando a pele das linguiças para que o molho fique mais grudado..

Mãos da Luna pela primeira vez.. Tirando a pele das linguiças para que o molho fique mais grudado..

Vamos para o molho. Coloque o mel e o shoyu em um copo, tampe e agite bem até eles virarem um molho só. A proporção é mais ou menos a que eu citei em cima, mas se você preferir mais doce, coloque mais mel. Se quer algo mais líquido e salgadinho, entre com mais shoyu.

Coloque os ingredientes em um copo.. Tampe e misture bem até ficar uniforme..

Coloque os ingredientes em um copo.. Tampe e misture bem até ficar uniforme..

Depois de misturar ele fica assim.. Se achar pouco é só colocar mais uma parte de cada ingrediente..

Depois de misturar ele fica assim.. Se achar pouco é só colocar mais uma parte de cada ingrediente..

Coloque as linguiças em uma travessa, despeje o molho em cima e forno. Acabou. Ah! O forno alto, cerca de 200 graus e pré-aquecido. Ela vai ficar lá dentro mais ou menos 20 minutos. Fica de olho.

Linguiças cortadas e molho espalhado.. Feito isso é só colocar no forno a 200 graus mais ou menos..

Linguiças cortadas e molho espalhado.. Feito isso é só colocar no forno a 200 graus mais ou menos..

Quando elas estiverem assadas é só tirar. Quando esfriar um pouquinho, o molho fica bem grudento dando um toque docinho para a linguiça sempre salgadinha. É delicioso e tiro certo. O sucesso é tão garantido que depois de tentar quem vai escutar a frase lá de cima vai ser você mesmo!

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Fígado de galinha assado: esquece o preconceito e faça essa espécie de patê rústico!

Sei que provavelmente não será meu post de maior sucesso. É comum ver todo mundo torcer o nariz quando se fala em fígado. Mas me sinto na obrigação de passar para vocês esta receita. Quem não curte tem de experimentar. Semana passada, o amigo Moacyr Luz colocou em seu Instagram uma foto deste prato de preparo extremamente simples, mas muito saboroso. Fica tão macio que a ideia é você apreciar quase como um patê. E aí vem a virada: patê todo mundo curte, por que fígado não se são quase a mesma coisa? Então dê uma chance, leia, aprenda e faça em casa!

O fígado em um pedaço de pão fazendo as vias de patê.. Detalhe para a flor de sal que entra com textura!

O fígado em um pedaço de pão fazendo as vias de patê.. Detalhe para a flor de sal que entra com textura!

Você vai precisar do fígado de galinha já limpo. Tempere ele com flor de sal (é o ideal), pimenta do reino, um pouquinho de alho picado, um pedacinho pequeno de pimenta dedo de moça e uns galhinhos de tomilho. Mais nada.

Tudo separado.. Os ingredientes serão misturados nesta mesma vasilha onde está o fígado.. tudo em pouca quantidade... A estrela é o foie!

Tudo separado.. Os ingredientes serão misturados nesta mesma vasilha onde está o fígado.. tudo em pouca quantidade… A estrela é o foie!

Após misturar tudo em uma vasilha, coloque os fígados em uma travessa e ligue o forno bem alto. Se o seu tiver a função grill, na qual o calor vem só de cima, melhor ainda. Coloque no forno e deixe por no máximo dez minutos. A ideia é tirá-lo ainda bem macio a ponto de você poder espalhar em um bom pedaço de pão (lembra da história do patê?). É isso. Mais nada! Se não tiver a função grill, coloque o forno bem alto e fique monitorando. Como disse, a ideia não é cozinhar demais.

Após temperar, coloque os fígados em uma travessa e dali direto para o forno bem quente na função grill..

Após temperar, coloque os fígados em uma travessa e dali direto para o forno bem quente na função grill..

Farei agora rapidamente um mea culpa. Peço desculpa pela foto não ter ficado tão boa. E o curioso que foi a foto do Moa que me atraiu e me fez reproduzir a receita. Estava fazendo o fígado ao mesmo tempo que um risoto, que vai estar semana que vem aqui no blog. Fiquei tão encucado que resolvi fazer outro nesta sexta mesmo e tirei a foto que abriu o post. Ficou melhor!

Prontinho.. Desculpa a foto ruim, mas façam em casa.. Ficou delicioso, quase um patê!

Prontinho.. Desculpa a foto ruim, mas façam em casa.. Ficou delicioso, quase um patê!

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