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Casa Carandaí: almoço muito agradável de aniversário em meio ao “parque de diversões”!

A Casa Carandaí é um parque de diversões no Rio de Janeiro para quem gosta de comer e beber bem. A delicatessen, os pães, os vinhos e principalmente os exclusivos queijos (sempre ESPETACULARES) comercializados já valem a visita. São produtos de extrema qualidade e de seleção criteriosa ao seu alcance. Mas além disso o Café instalado nos fundos do imóvel faz com que você perca ainda mais tempo por lá. Você pode ir apenas para tomar um café, um lanche na parte da tarde ou, como no meu caso na última quinta-feira, um almoço comemorativo do meu aniversário.

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Acompanhado do velho amigo Chico Rezende, o Torcedor, pegamos uma mesa perto da cozinha aberta que dava para o acanhado, mas aconchegante e extremamente bem decorado salão. Na parede parte do cardápio já instigava quem estava sentado. Enquanto escolhíamos, uma taça de vinho branco (Festivo – Torrontés a R$ 14) e uma porção de generosos e saborosos bolinhos de arroz (R$ 18). O chutney de manga com gengibre estava simplesmente espetacular.

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Fui na sugestão da semana: filé de badejo com “escama” de batata, purê de baroa e molho de gengibre. A apresentação, como vocês podem ver, estava linda. A batata crocante em forma de escama foi um toque de classe. O purê poderia estar mais cremoso e o molho muito saboroso em maior quantidade, mas nada que comprometesse já que o peixe estava cozido de maneira impecável.

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Já o amigo Chico criou um novo prato. O Nhoque gratinado ao molho triplo burro (R$ 29) veio acompanhado de algumas fatias de carne assada que ficam expostas na tentadora vitrine do meio da loja. Foi só pedir, pesar e levar até a cozinha para esquentar e formar a clássica combinação (R$ 5 pelas três fatias). Aliás, fica aqui uma sugestão para o nhoque sempre vir acompanhado da carne. O sabor? Muito bom assim como a textura da massa, nem um pouco pesada.

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Em resumo, uma tarde muito agradável que iniciou bem as comemorações dos meus 28 anos. Resta agora tirar um sábado ou domingo para conhecer o bufê do café da manhã da Carandaí. Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Casa Carandaí
Rua Lopes Quintas, 165 – Jardim Botânico – RJ
Telefone: (21) 3114-0179
Segunda a Sábado – 09hàs 20h e Domingo – 09h às 15h

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Os bolinhos de bacalhau do (a) Cadeg. Venceu a tradição, mas boas opções não faltam

Sou fã incondicional do (a) Cadeg, como já havia comentado em um dos primeiros posts do Gastronomia por Esporte. É o que temos no Rio que mais se assemelha a um mercado central. Mas além do local, sou também um grande admirador de um bom bolinho de bacalhau. E por lá você pode encontrar muitas casas que vendem o salgado que leva basicamente batata e o peixe, além dos temperos e da boa mão do cozinheiro. Sem ela algo aparentemente simples vai desandar.

A avenida principal tomada por gente... O movimento em dezembro no (a) Cadeg é muito maior...

A avenida principal tomada por gente… O movimento em dezembro no (a) Cadeg é constante..

Em uma manhã agradável ao lado do amigo Chico Rezende, o Torcedor, fui com a missão de provar os bolinhos do (a) Cadeg. Foram cinco que renderam experiências muito diferentes. Mas, no fim das contas, o campeão segue sendo o mais tradicional deles todos: o Cantinho das Concertinas. E é por isso que vamos começar por ele.

A casa comandada pelo galego simpático Carlinhos é dos pontos mais tradicionais com a roda de fado além da sardinha e do bacalhau feitos na brasa nos sábados extremamente concorridos. E o bolinho segue imbatível. Frito constantemente, está sempre quentinho e custa R$3 a unidade. Crocante e com a proporção perfeita entre batata e bacalhau, o bolinho tem tempero na medida certa e desce perfeitamente com o bom azeite português servido. Tiro certo.

Imbatível.. O Cantinho das Concertinas continua fazendo os melhores bolinhos.. E durante a semana sem caos!

Imbatível.. O Cantinho das Concertinas continua fazendo os melhores bolinhos.. E durante a semana sem caos!

Ao lado da casa fica a Gruta São Sebastião. Também ao custo de R$3 a unidade, o bolinho não chamou tanto a atenção principalmente por ter mais batata em sua composição. O que realmente ficou na memória e de maneira negativa foi o azeite servido. Em um lugar com variedades do óleo a preços tão bons, se torna um crime colocar na mesa um azeite de qualidade tão baixa como aquela. Gosto realmente horroroso que mata o bolinho.

O primeiro bolinho não se destacou nem para cima e nem para baixo.. Estava gostoso, mas não inesquecível..

O primeiro bolinho não se destacou nem para cima e nem para baixo.. Estava gostoso, mas não inesquecível..

Mais na frente encontramos o Empório Gourmet Show. A delicatessen que vende muitas iguarias, vinhos, cervejas e uma penca de produtos importados inaugurou no sendo andar um restaurante. O cardápio até chama atenção, mas a missão era bolinho de bacalhau. E o da casa, que inaugurou filial no Complexo Gastronômico do Lagoon, já comentado aqui, foi o pior do dia. Assim que chegou na mesa já deu para prever que não estaria gostoso. Apenas morno, deixou a impressão de que já estava frito há muito tempo. Pesado e duro, foi uma decepção incrível. E justamente na casa que quer impor uma linha mais gastronômica. Ah! E ainda é menor e mais caro que os anteriores: R$3,90 a unidade.

A aparência já deixava claro de que o bolinho não estaria o ideal.. No sabor a mesma coisa: o pior deles.

A aparência já deixava claro de que o bolinho não estaria o ideal.. No sabor a mesma coisa: o pior deles.

Mais para o final da avenida principal, o Empório Quintana do simpático chef Leonel também chama atenção. Além de vender bons produtos, o chef desenvolveu um cardápio interessante que me chamou atenção e deixou curioso. Mas vamos ao bolinho: frito na hora, chegou extremamente crocante por fora e macio por dentro. Proporção boa entre batata e bacalhau. Estaria perfeito se tivesse um tiquinho a mais de sal, mas a prudência em relação ao teor do próprio peixe falou mais alto. Também sai a R$3,90 a unidade.

Crocante, sequinho e com boa proporção.. Faltou apenas um pingo de sal para ficar ideal.. Belo bolinho...

Crocante, sequinho e com boa proporção.. Faltou apenas um pingo de sal para ficar ideal.. Belo bolinho…

O último encerrou muito bem a empreitada. Apesar de ter a carne como principal item do cardápio, o Costelão do Cadeg serviu um excelente bolinho. E olha que estava receoso, já que comi lá uma vez há bastante tempo e não saí satisfeito. Mas o bolinho desenvolvido pelo chef Gilberto Fellows e frito na hora bem temperado e saboroso me fez pensar em voltar para almoçar. Vendido em porção (R$20 por dez unidades), desceu maravilhosamente com o chope Eisenbahn.

A surpresa.. Não imaginava que fosse comer um bolinho tão bom no Costelão, especializado em carnes..

A surpresa.. Não imaginava que fosse comer um bolinho tão bom no Costelão, especializado em carnes..

Passamos ainda pelo Galeto Brasa, mas a aparência nada convidativa do bolinho já frito no balcão somado a um almoço ruim que já tive por lá nos fizeram desistir da avaliação. A Adega Cesari, logo no início, estava sem bolinhos e também acabou não sendo avaliada. Surpreende também o Barsa, casa gourmet com pegada lusitana, não servir a iguaria. Mas podem ir na punheta de bacalhau sem medo. Vale muito.

No fim das contas, venceu a tradição das Concertinas. Mas as demais investidas mostraram que está cada vez melhor comer por lá. E mais do que nunca, você que ainda não conhece o (a) Cadeg, está mais do que na hora de perder um dia por lá. E chegue cedo! O dia por lá começa às 4h!

Mais informações sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos! Ah! Lembrando que agora o Gastronomia por Esporte também está no Facebook! Cliquem e curtam a página! Por lá vocês vão conferir todas as novidades do blog! www.facebook.com/gastroesporte

Feijoada do Amaral: 36 anos de tradição, uma grande festa, mas comida muito irregular

A folia passou, foi intensa, mas agora o Gastronomia por Esporte está de volta. Mas aqui o clima, com certo atraso, continua. A Feijoada do Amaral é dos eventos mais tradicionais do Rio. A festa reúne muita gente bonita, alguns famosos (não vi quase nenhum este ano) e quem estiver disposto a desembolsar R$ 550 pela camisa-convite. Acompanhado pelo amigo Chico Torcedor, lá fui eu fazer minha estreia no evento que acontece há 36 anos. E como não poderia deixar de ser, vamos fazer nossa crítica.

Uma das duas mesas com a feijoada.. Muitas opções de carne, mas nem todas gostosas..

Uma das duas mesas com a feijoada.. Muitas opções de carne, mas nem todas gostosas..

Em um evento para mais de mil pessoas, é praticamente impossível conseguir fazer uma comida de extrema qualidade. Mas eu esperava muito mais do badalado feijão que teve a assinatura do Chef Tião, que passeava pelo salão falando com todo mundo. Carnes irregulares e pouco tempero no feijão. O caldinho, por exemplo, só tinha graça mesmo se você colocasse torresmo ou um pouco do líquido da panela das carnes, coisas que eu fiz.

Chef Tião, o responsável pela feijuca, cuidou pessoalmente de tudo.. Este era o apenas correto caldinho..

Chef Tião, o responsável pela feijuca, cuidou pessoalmente de tudo.. Este era o apenas correto caldinho..

A variedade pelo menos era grande. Carne seca, paio, lombo, costela, linguiça e língua defumadas e frescas… Além delas, as que costumam fazer pessoas torcerem o nariz também estavam lá como rabo e orelha. O que achei incrível foi errarem o ponto de cozimento das linguiças. Firmes demais e pouco saborosas. Pena.

Outra visão do buffet longo.. Muitas opções de carnes..

Outra visão do buffet longo.. Muitas opções de carnes..

Rescaldados com a recente tragédia, a organização colocou muitos bombeiros no local..

Rescaldados com a recente tragédia, a organização colocou muitos bombeiros no local..

Me chamou atenção também uma panela de chã assado. Mas este estava muito ruim mesmo. Duro, com pouco tempero e bem seco apesar do caldo. Um erro incrível.

Registrei de perto antes de provar porque achei interessante a ideia.. Mas foi talvez o maior erro da feijoada..

Registrei de perto antes de provar porque achei interessante a ideia.. Mas foi talvez o maior erro da feijoada..

Como acompanhamento, um pernil assado que sim, estava muito gostoso. O molho tinha acidez e doçura bem equilibrados.

Pernil assado estava bem saboroso e com molho equilibrado.. O melhor da feijoada não estava no feijão!

Pernil assado estava bem saboroso e com molho equilibrado.. O melhor da feijoada não estava no feijão!

Ah! Tinha ainda linguicinha frita, torresmo, aipim e couve. Serviam de aperitivo e a saída foi tanta que em certo momento o aipim acabou e foi colocado com substituto batata frita.

Fizeram sucesso aperitivos como aipim frito, carne seca acebolada, linguicinha e torresmo..

Fizeram sucesso aperitivos como aipim frito, carne seca acebolada, linguicinha e torresmo..

Legal também foram as opções de farofa e pimenta. Eram quatro de cada. As farofas: alho, ovo, banana e de pimenta. Esta última estava muito gostosa e era feita com farinha de milho. Já as pimentas eram: malagueta, dedo de moça, de cheiro e misturadas com um caldo de feijão.  Para beber o ingresso incluia cerveja Devassa, a patrocinadora, refrigerantes Schin (pesado) e caipi com cachaça ou vodka.

Ao fundo as quatro opções de farofa.. A amarelinha era de pimenta e estava realmente muito boa!

Ao fundo as quatro opções de farofa.. Mas por favor.. Reparem apenas na farofa!!!

Doces como pudim, de abóbora com coco, de abacaxi, de banana além de brigadeiros equilibravam a glicose dos foliões.

Muitas opções de doces, mas nada a se destacar.. O pudim, inclusive, muito abaixo do que se espera..

Muitas opções de doces, mas nada a se destacar.. O pudim, inclusive, muito abaixo do que se espera..

Segundo consta, foram 200 quilos de feijão e mais de cem só de carnes. Apesar da comida estar extremamente irregular, o serviço funcionou e tudo era reposto com extrema rapidez. Mas o que vale lá mesmo é o evento. Se você está esperando comer uma boa feijoada, lá não é o lugar ideal. Mas se você quer se divertir, pode arrumar um jeito de ir no ano que vem.

O samba inicial foi muito bom. Mas o auge veio com o baile comandado por Latino. Sim. Ele é brega e suas músicas possuem letras extremamente pobres e bobas. Mas o cara tem carisma e levantou quem foi ao evento com muita energia. No fim das contas valeu. E é sempre engraçado ver o velho amigo Chico tirar fotos como uma celebridade.

Um verdadeiro showman esse tal de Latino.. Colocou todo mundo para pular com seus hits..

Um verdadeiro showman esse tal de Latino.. Colocou todo mundo para pular com seus hits..

Mais informações sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos!

¡Venga!: altos e baixos em uma noite de muitas risadas com Chico Torcedor

Noite de terça-feira e estávamos eu e o amigo Francisco Rezende, o popular Chico Torcedor, caminhando pelas ruas do Leblon sem saber onde sentar para comer algo e colocar o papo em dia. Amparado por uma muito satisfatória ida recente ao ¡Venga!, dei a sugestão e lá fomos nós para a pequena e sempre cheia casa de tapas espanholas na Rua Dias Ferreira. As risadas foram muitas, na mesma proporção dos acenos e provocações que o Torcedor dá e recebe das pessoas na rua. Já os pedidos não mantiveram o alto nível da minha experiência anterior. Alguns acabaram escorregando, mas não o suficiente para me fazer perder a vontade de retornar ao local, que também tem filial em Ipanema, em uma oportunidade futura.

Luminárias simpáticas descem do teto mantendo o clima intimista do pequeno salão do Venga.. Detalhe para o quadro negro..

Luminárias simpáticas descem do teto mantendo o clima intimista do pequeno salão do Venga.. Detalhe para o quadro negro..

O clima do ¡Venga! me agrada. Acho a decoração interessante e curto lugares em que você pode comprar o que é exposto para levar e fazer em casa. E isso acontece lá. Entre as opções estão desde arroz para Paella, passando por azeites e condimentos, cervejas e vinhos e terminando em sobremesas como torrone.

Nas estantes decorativas, todos os produtos expostos são vendidos para quem está jantando.. Acho isso uma prática muito legal..

Nas estantes decorativas, todos os produtos expostos são vendidos para quem está jantando.. Acho isso uma prática muito legal..

Mas vamos falar de comida. Existem tapas frias como a salada de bacalhau e feijão branco sempre muito gostosa. O pimentão piquillo também me agradou. Mas o Torcedor está longe de ser um fã destes pratos. Ao olhar as frituras arregalou os olhos. Então vamos a elas: as croquetas. A de jamón sempre gostosa e levinha vem repousada em um aioli suave que quebra na medida a picância do embutido. Já a intitulada Bomba não teve o mesmo sucesso. O recheio de carne picante estava seco demais prejudicando o conjunto.

Na esquerda vemos a Bomba.. Na direita a Croqueta de Jamon, esta sim muito gostosa.. Caiu bem com o Artero branco..

Na esquerda vemos a Bomba.. Na direita a Croqueta de Jamon, esta sim muito gostosa.. Caiu bem com o Artero branco geladinho, apesar de não ser a harmonização perfeita..

Em seguida fomos ao tiro certo, para mim o melhor prato da casa: o Huevo Loco. Trata-se de um parmentier de batata extremamente cremoso coroado por cubos de chorizo picante e um ovo poché com a gema no ponto certo para escorrer pelos demais componentes. Nunca veio errado e é coisa de maluco mesmo. Acharam uma fórmula perfeita. Torradinhas acompanham.

O ponto alto da noite: Huevo Loco... Perdão pela foto que não contemplou o prato todo, mas foquei nessa gema deliciosa...

O ponto alto da noite: Huevo Loco… Perdão pela foto que não contemplou o prato todo, mas foquei nessa gema deliciosa…

Demos continuidade com um prato chamado Salteado de Setas. Cogumelos frescos refogados e também coroados por um ovo poché. Eu falei no último post que era viciado em pratos que colocam o ovo como estrela, não falei? Pois é. Este acabou se mostrando inconstante. Na primeira noite estava delcioso. Nesta não. Cogumelos mal cozidos, composição extremamente sem tempero e o molho ralo. Nem a gema deu a cremosidade necessária. Uma pena.

Bonito, mas decepcionou desta vez... Nem a gema deu a cremosidade necessária a esse molho...

Bonito, mas decepcionou desta vez… Nem a gema deu a cremosidade necessária a esse molho…

Por fim comemos um prato chamado Falso Risoto (já tinha avisado que também era vício, não?). Feito com massa Orzo ao invés de arroz, acabou se tornando mais uma decepção. Primeiro porque qualquer risoto, seja ele falso ou não, deve ser cremoso. Não foi o caso. Estava seco demais. O sabor só se salvou por causa do jamón picado utilizado na preparação e da fatia dele crocante que atravessa o prato conferindo ao menos uma boa textura.

Pela foto você já tem a nítida impressão de como o falso risoto estava seco... Ao menos a fatia de jamon deu uma boa textura...

Pela foto você já tem a nítida impressão de como o falso risoto estava seco… Ao menos a fatia de jamon deu uma boa textura…

Como Chico resolveu ficar na Coca Cola, mantive a prudência e bebi vinhos em taça. Sendo assim não fugi do básico. Artero branco e rosé para aplacar o calor. No fim, não resisti e provei um tinto espanhol chamado Abadal 2009, 60% Cabernet Franc 40% Tempranillo. Interessante, mas certamente não é a melhor opção da carta enxuta, mas muito correta em rótulos e valores. O preço das taças variou entre R$14 e R$ 18.

Satisfeitos, veio a hora da conta. Para quem não conhece, o Torcedor tem algumas manias. Sempre com bom humor, consegue criar situações inusitadas com facilidade absurda. A mais nova delas é presentear o garçom com uma raspadinha. Segundo Chico, dependendo da sorte, ele pode ganhar muito mais do que os 10%, o que não deixa de ser verdade. O nosso não conseguia parar de rir e, no fim das contas, estava um pouco iluminado ao ganhar R$2. Ah! A conta? Esta noite saiu por R$ 160, ressaltando que a estrela da TV repetiu três vezes a croqueta. Não é barato, mas costuma valer. Nesse dia demos azar, mas ao menos garanti boas risadas.

E nosso amigo Torcedor conseguiu deixar o garçom dois reais mais rico.. Ele disse que usaria o dinheiro para jogar na mega.. Se ganhar nos daria um presente.. Veremos!

E nosso amigo Torcedor conseguiu deixar o garçom dois reais mais rico.. Ele disse que usaria o dinheiro para jogar na mega.. Se ganhar nos daria um presente.. Veremos!

Outras sugestões do ¡Venga!

Voltando à primeira noite, esta infelizmente sem foos, alguns pratos diferentes foram pedidos. O polvo com páprica e batatas agrada bastante a quem gosta. Não é meu caso, da mesma maneira as lulas crocantes. Neste dia, por sinal, o vinho ficou de lado e bebemos Estrella Damm Inedit, bela cerveja desenvolvida por Ferran Adriá. Custa R$ 39 a garrafa de 750ml e vale a investida.

Outra sugestão agradável fica na parte das sobremesas. Pedimos uma mousse de chocolate que vem com azeite e flor de sal. Não curti a inovação do azeite. Achei que ficou perdido e fora de contexto. Já a flor de sal calhou perfeitamente. Gosto dessa saída que serve para quebrar o doce. Infelizmente não fiz fotos nesse dia. Um motivo para os amigos irem até lá conferir!

¡Venga! Leblon
– Rua Dias Ferreira, 113 – loja B, Leblon, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2512-9826
Horário: Seg, a partir das 18h; de ter a dom, a partir do meio-dia. Funciona até o último cliente.
¡Venga! Ipanema
– Rua Garcia D’Ávila, 147 – loja B, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2247-0234
Horário: Seg a quar, do meio-dia à meia-noite; qui e sex, do meio-dia à 1h; sáb, das 9h à 1h; dom, das 9h à meia-noite
Obs: Desculpe pela qualidade das fotos, mas essas fiz no iPhone..