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Após quase três anos, a estreia no CT Boucherie foi espetacular. Bela noite na casa de carnes do Troisgros!

Pode parecer inacreditável, mas até a última semana nunca tinha sentado no CT Boucherie, empreitada de carnes do Chef Claude Troisgros, praticamente íntimo da família depois do Que Marravilha Revanche (relembre aqui e aqui os bastidores). Mas minha estreia foi justamente em uma ocasião especial: meu aniversário. Ao lado da família, tive uma excelente noite e saí com a certeza que não vou demorar tanto para voltar.

Como já se vão quase três anos desde que a casa foi inaugurada, não vou me alongar no que diz respeito à bela decoração da casa que remete diretamente a qualquer lugarzinho da França. Vamos ao que realmente interessa: a comida! Pulamos as entradas e o couvert (que vão me fazer voltar para ficar apenas neles). Todos estávamos sedentos pelos cortes variados e pelos acompanhamentos que circulam em sistema de rodízio instigando a curiosidade de quem espera pelo prato. Cada corte de dá direito a isso, além de batatas chips com ervas, farofinha de panko e um molho a sua escolha.

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A minha pedida estava simplesmente espetacular. Um Prime Rib suculento, macio e extremamente saboroso (R$ 89). Pedi ao ponto para mal passado, como manda o figurino, e os sucos se esparramavam pelo prato. Uma beleza! Meu molho foi um bom e clássico Bernaise.

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Dona Cavalierona levou o segundo lugar com o Bife de Chorizo também grelhado de maneira perfeita e com uma camada de gordura que fez toda a diferença (R$ 69). O que destoou para mim foi o seu molho Poivre, que achei forte em demasia.

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Luna resolveu dar uma nova chance ao filé mignon em crosta de ervas, mesma receita que Claude fez para nós no programa (R$ 69). Desta vez a carne veio no ponto que ela curte e a crosta, como falamos no programa, é de fato espetacular. O Bordelaise estava extremamente saboroso e foi o melhor molho da noite.

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Márcia foi de codorna recheada com farofa de biscoito e frutas (R$ 66). Gostoso, mas não inesquecível. Talvez o ponto fora da curva da noite. O recheio estava saboroso e úmido, o que acabou sendo bom pois achei a ave um pouco seca.

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Já o Doutor Cavalierão encarou uma picanha suína com molho de limão siciliano (R$ 56). Macia, suculenta e saborosa. Uma pedida diferente, mas que chamou atenção na mesa.

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Sobre os acompanhamentos alguns estavam fantásticos como o chuchu gratinado (há de se valorizar quem faz chuchu ficar gostoso), a polenta cremosa com agrião, um purê de maça com maracujá, e os tomates à provençal. Outros destoaram um pouco como o purê de baroa, o arroz maluco e o ratatouille. Mas há de ressaltar que são servidos de maneira farta e chegam na mesa sempre quentes e frescos.

No fim ainda sobrou espaço para uma bela mousse de chocolate acompanhada de creme inglês e amêndoas laminadas e açucaradas, uma cortesia simpática da casa pelo meu aniversário. Como disse no início, foi uma bela noite que deixou a seguinte pergunta na minha cabeça: por que levei tanto tempo para ir ao Boucherie. Indiretamente, Chef Claude, obrigado pela experiência!

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Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

CT Boucherie
Rua Dias Ferreira, 636, Leblon – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 2529-2329

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Fraldinha marinada… Adaptação de receita simples e rápida da Nigella .. Um espetáculo!

O amigo Besouchet, grande fã do blog, foi a inspiração. Ele, quem diria, tem feito algumas graças na cozinha e me surpreendeu com esta receita copiada do livro da Nigella Lawson. Gostei, resolvi fazer e agora compartilho com vocês. Mas mudei um pouquinho porque sou abusado. Essa carne marinada em ervas pode ser um prato principal ou até mesmo um aperitivo. E é de preparo bem simples. A original é feita com alcatra. Mas resolvi utilizar Fraldinha. E não me arrependi!

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Vamos aos ingredientes: 800 gramas de fraldinha limpa, uma pimenta dedo de moça picada, suco de um limão siciliano, 100 ml de azeite, dois dentes de alho picados, duas colheres de sopa de tomilho picado, uma colher de sopa de alecrim picado, duas colheres de sopa de salsa picada, sal e pimenta do reino à gosto.

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Tempere a carne com sal e pimenta. Aqueça bem uma panela, de preferência de ferro, e grelhe a peça por aproximadamente quatro minutos de cada lado. Enquanto isso, misture em uma travessa que caiba a carne todos os demais ingredientes. A ideia é fazer uma marinada.

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Após grelhar, coloque a carne na mistura de limão, azeite, ervas e temperos. A ideia é deixá-la ali por mais ou menos três minutos de cada lado, para passar bem o gosto e até cozinhar um pouquinho a mais com a acidez do limão.

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Em seguida, fatie bem fino e sirva. Como disse lá em cima, pode ser prato principal ou entrada. Neste dia foi um petisco ideal para servir com uma cerveja gelada e acompanhar a vitória do Brasil sobre a Espanha na Copa das Confederações. Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Fogo de Chão: vale a fama e o preço em churrascaria que prioriza as carnes. Senti até saudade do velho estômago!

Já disse em outras oportunidades aqui no Gastronomia por Esporte que sou fã incondicional de uma boa carne vermelha. Mas em função da redução de estômago que fiz, praticamente aboli os rodízios da minha vida, preferindo casas em que escolho um único corte e como bem devagar. Não compensa para mim aquela abundância constantes dos espetos. Mas o aniversário da minha cunhada me forçou a conhecer a tão falada unidade carioca da Fogo de Chão. E vou confessar para vocês. Após comprovar a qualidade da casa o meu velho estômago fez grande falta.

Antes de sentar e já provar o belo e aerado pão de queijo, um pulo na extensa varanda para conferir a vista. Instalada sobre a Baía da Guanabara, a casa tem visão privilegiada para o Pão de Açúcar. Mas voltemos ao amplo salão para falar do que realmente interessa: carnes.

 

 

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Esqueça aquela variedade de pratos quentes, camarão, frutos do mar e japonês comuns nos rodízios. Aqui o foco é a carne. Para acompanhar um buffet de saladas com menos opções do que o comum, mas com grandes achados. Os shitakes estavam perfeitos: macios e bem temperados. O palmito pupunha assado era para comer de colher com um molho de ervas. Simplesmente impecável e me fez voltar ao balcão mais de uma vez. Um jamón serrano cortado fininho também chamou atenção.

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Nos espetos circulam 17 cortes da raça Red Angus. Picanha, fraldinha, alcatra… Todas muito boas, mas na mesma média das demais. Vamos ao que surpreendeu. A costela bovina, que fica exposta logo na entrada da casa, estava impecável. Macia e saborosa.

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O falado Shoulder Steak, corte dianteiro do boi exclusivo da casa, vale a fama. Em ponto delicioso, é uma carne de sabor diferente com uma gordurinha entremeada que a deixa espetacular. Dona Cavalierona até arregalou o olho!

Pedida perfeita, o shoulder steak, corte exclusivo da casa, surpreendeu em sabor e maciez

Pedida perfeita, o shoulder steak, corte exclusivo da casa, surpreendeu em sabor e maciez

A picanha nobre com alho também estava perfeita. Reparem no palmito ao lado!

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E a costelinha de cordeiro com hortelã também veio macia e rosada, como manda o figurino. Acompanhou bem o tinto da casa que faz parte da extensa, porém com preços não tão atraentes, carta de vinhos da casa.

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É caro? Sim. O rodízio sai a R$ 103 por pessoa. Mas vale o preço. Principalmente se você vai pronto para degustar carnes. Agora se você não é tão fã assim e prefere a diversidade, procure outro lugar. Os preços são semelhantes, mas a proposta é outra. Eu curti. E fiquei com vontade de voltar. Mesmo sem o meu velho estômago.

Almoço no Complexo Lagoon.. Boa comida, família e uma vista impecável! Vale bastante a visita..

Comer com uma bela vista é sempre um prazer a mais. No Rio de Janeiro, lugares para isso não faltam. Opção recente, variada e agradável é o complexo gastronômico do Lagoon. Além do cinema, o local conta no primeiro andar com uma filial da delicatessen Empório Gourmet Show (também presente no Cadeg) na qual você pode comer e beber muitos dos produtos vendidos. O complexo conta ainda com uma casa de shows, a Miranda. Mas a bossa toda está no segundo andar onde você encontra quatro opções de restaurantes além de uma área em comum na varanda que conta com cardápio próprio e uma vista deslumbrante da Lagoa Rodrigo de Freitas.

A varanda é sempre a área mais concorrida em função da bela vista... É neste espaço que você pode pedir pratos de todas as casas..

A varanda é sempre a área mais concorrida em função da bela vista… É neste espaço que você pode pedir pratos de todas as casas..

As opções são Pax Delícia, Gula Gula, Giuseppe Grill Mar e Quadrifoglio Caffé. Cada um tem o seu salão próprio. Mas o que chama atenção é a quinta opção: um bar imenso que dá de frente para a porta dos quatro e a varanda onde você tem a visão privilegiada da Lagoa. Batizada de San Remo, a área em comum conta com cardápio próprio de petiscos, extensa carta de drinks e de vinhos além de parte do menu dos quatro restaurantes. Foi a opção escolhida para comemorarmos o sucesso da minha cunhada Bebel em seu mestrado.

No centro do complexo Lagoon, um bar faz parte da área comum e fica de frente para a entrada dos restaurantes..

No centro do complexo Lagoon, um bar faz parte da área comum e fica de frente para a entrada dos restaurantes..

A decoração é muito legal. Olha como fica interessante esse carro no qual o Giuseppe expõe os peixes e frutos do mar fresquinhos que são cobrados por peso.

O carro com peixes fresquíssimos além de frutas e vegetais do Giuseppe Grill Mar faz parte da decoração.. O cliente escolhe o peixe e paga por quilo..

O carro com peixes fresquíssimos além de frutas e vegetais do Giuseppe Grill Mar faz parte da decoração.. O cliente escolhe o peixe e paga por quilo..

Do cardápio do San Remo, chama atenção as muitas opções  e ceviche. Pedimos dois. O de peixe branco estava no ponto certo, apesar de o cardápio dizer que conta com fatias de lima e no prato em si vir apenas o suco (R$ 32). Cebola roxa, limão, coentro e pimenta biquinho bem equilibrados.

Ceviche de peixe branco com cebola roxa e pimenta biquinho.. No ponto certinho.. Só faltou a lima..

Ceviche de peixe branco com cebola roxa e pimenta biquinho.. No ponto certinho.. Só faltou a lima..

Já o de salmão estava bem abaixo (R$ 34). O peixe veio no ponto certo, mas o caldo estava muito mais ácido do que o anterior e o coentro dominou. Pena.

O ceviche de salmão levava os mesmos ingredientes, mas estava bem inferior.. Os sabores estavam sem harmonia..

O ceviche de salmão levava os mesmos ingredientes, mas estava bem inferior.. Os sabores estavam sem harmonia..

Para beber, Terranoble Chardonnay bem gelado (R$ 60). Fresquinho, frutado, caiu muito bem…

Terranoble Chardonnay.. Bom preço e um vinho bem fresco para a tarde...

Terranoble Chardonnay.. Bom preço e um vinho bem fresco para a tarde…

A turma dos drinks ficou na carta elaborada por Waldeck Rocha. As caipirinhas (que podem ser com variados tipos de cachaça ou vodka), são servidas no copo tradicional ou entãoi no que eles batizaram de piscinões. Depois de algumas dá até para se afogar. Olha essa de lima (R$ 25). Ah! O chope é Heineken.

Ideia criativa.. Para dividr, as caipivodkas podem ser pedidas em tamanho maior.. Essa foi de lima da pérsia..

Ideia criativa.. Para dividr, as caipivodkas podem ser pedidas em tamanho maior.. Essa foi de lima da pérsia..

Na hora dos pratos principais, os pedidos todos acabaram vindo do Pax Delícia. Neste caso, a vantagem é que os pratos chegam juntos. Se você pede de outro restaurante, corre o risco de chegarem separados já que cada cozinha tem seu tempo. Nem todos brilhantes, mas no geral comemos muito bem. Vou começar pela estrela da festa, que infelizmente não foi pedido por mim. O atum selado com mix de cogumelos e risoto de quinoa com laranja, ervilha, alho-poró e mascarpone estava perfeito (R$ 54). Peixe fresco, molho ideal e o risoto saboroso e criativo. Delicioso!

O melhor prato da noite.. Atum fresco e saboroso, cogumelos no ponto certo e quinoa bem diferente...

O melhor prato da noite.. Atum fresco e saboroso, cogumelos no ponto certo e quinoa bem diferente…

Outro prato pedido foi o mignon com molho de balsâmico e risoto de gorgonzola com pêra (R$ 48,50). Carne veio boa, o molho não mais do que correto e o risoto também sem muito destaque. Bom, mas nada demais.

O mignon estava no ponto certo, o risoto apenas correto e o molho de balsâmico precisava justamente de mais balsâmico!

O mignon estava no ponto certo, o risoto apenas correto e o molho de balsâmico precisava justamente de mais balsâmico!

O frango empanado com parmesão veio acompanhado de fetuccine de pupunha com molho de queijo (R$ 39). O empanado estava bem saboroso e o frango suculento. O palmito pedia mais sal, mas estava com boa textura. O molho que merecia mais carinho, mas no geral um bom prato apesar de ter sido o de pior apresentação.

O prato carecia de mais cor.. O molho de queijo apenas correto e o palmito com boa textura.. Mas o frango estava muito bom.. Suculento e saboroso..

O prato carecia de mais cor.. O molho de queijo apenas correto e o palmito com boa textura.. Mas o frango estava muito bom.. Suculento e saboroso..

O risoto de cogumelos frescos com funghi seco estava bom também (R$ 41,50). Mas aí vou puxar sardinha para mim e dizer que sou mais o meu, como você pode lembrar aqui. O funghi seco acaba dominando e mascarando o sabor dos demais cogumelos.

O risoto estava cremoso e no ponto certo.. Cogumelos bem gostosos apesar do excesso de funghi..

O risoto estava cremoso e no ponto certo.. Cogumelos bem gostosos apesar do excesso de funghi..

Pedi para mim um entrécôte black angus acompanhado de batatas rústicas (R$ 58). Este corte não é dos mais macios, mas compensa em sabor. Veio no ponto certo. Já as batatas destoaram e muito. Mal assadas, não tinham aquela casquinha crocante. Veio com uma cebola razoável e cubos de bacon que estava extremamente duros. Destoou da boa carne.

As batatas decepcionaram demais.. Mas a carne, um corte não tão macio, estava saborosa e no ponto..

As batatas decepcionaram demais.. Mas a carne, um corte não tão macio, estava saborosa e no ponto..

Mas, como disse em cima, o almoço foi festivo e o local combinou perfeitamente para isso. Neste clima, estas imperfeições passaram batidas. O que importava era brindar o sucesso e festejar em família. E fazer isso com uma vista como a da Lagoa fica muito mais fácil.

Todos reunidos em comemoração! Mesa bonita e farta!

Todos reunidos em comemoração! Mesa bonita e farta!

Mais informações sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos!

Lagoon Gourmet

– Avenida Borges de Medeiros – 1.424 , Lagoa, Rio de Janeiro – RJ / (21) 2249-8762
– Seg a sáb, 11h à meia-noite. Dom, 11h às 22h

Filé em crosta de ervas: simples de fazer e perfeito para um jantar descontraído..

Rabanada, peru, tender bolinha, bacalhau, lombinho… As receitas natalinas são muitas e todas deliciosas. Eu mesmo me acabei com as postas com bastante azeite, cebola e alho da Dona Cavalierona. Mas após o recesso natalino, o Gastronomia por Esporte volta com uma dica que foge deste clima. Nos programas na TV, nas revistas e até em outros blogs só se falou sobre Natal. Agora passou. Voltemos ao roteiro normal. E a receita de hoje é simples, fácil e cabe bem em qualquer situação. Até, quem sabe, na sua ceia do ano novo que está chegando.

O jantar lá nos amigos Luciano e Alê começou com a torrada com cogumelos e ovo poché que você pode conferir aqui. Teve até drink durante os aperitivos. Mas precisávamos de um prato principal. E fizemos com estilo. Filé mignon em crosta de ervas com molho de mostarda acompanhado de risoto de açafrão. Neste post falarei apenas do filé. O molho acabei não fotografando o passo a passo e falo dele em outra oportunidade, assim como o risoto. Então vamos para a carne, que, como disse, tem preparo extremamente simples e muito sabor.

Risoto no prato ao lado do rosbife que levou um rápido molho de mostarda.. A receita dele vem em outra oportunidade!

Risoto no prato ao lado do rosbife que levou um rápido molho de mostarda.. A receita dele vem em outra oportunidade!

Primeiro o filé. Neste dia decidimos pagar um pouco mais caro e compramos ele já limpo, prontinho para o uso. Poupa um pouco de tempo e de trabalho. Caso você opte pela peça inteira, tire o excesso de gordura ficando apenas com o lombo em formato de rosbife.

Filé mignon limpinho e pronto para receber a crosta..  Se quiser, compre limpo.. Foi o que fiz nesse dia..

Filé mignon limpinho e pronto para receber a crosta.. Se quiser, compre limpo.. Foi o que fiz nesse dia..

Agora as ervas. Escolhi salsa, alecrim e tomilho. A quantidade de cada uma é extremamente pessoal, já que são sabores fortes. Uns podem gostar mais de alecrim, menos de tomilho… A salsa que acaba sendo a base com uma quantidade um pouco maior. Pique elas não tão fino. Neste prato é legal sentir alguns pedacinhos das ervas que ficarão tostadinhas após entrar na panela.

É importante picar bem, mas não extremamente miúdo.. É gostoso sentir a erva torradinha... Usei salsa, tomilho e alecrim..

É importante picar bem, mas não extremamente miúdo.. É gostoso sentir a erva torradinha… Usei salsa, tomilho e alecrim..

Picadas, espalhe as ervas em uma tábua com sal e pimenta. Aí é só rolar o filé por cima sempre pressionando bem para as ervas grudarem. Deixe descansar um pouco para o sabor passar para a carne.

Após picar, basta espalhar pela tábua e rolar o mignon por cima...

Após picar, basta espalhar pela tábua e rolar o mignon por cima…

Pegue uma frigideira, de preferência de ferro, e coloque azeite e manteiga. E agora é para deixar esquentar. Muito mesmo. Quando começar a sair fumaça coloque o seu filé. A ideia é apenas selar a parte de fora deixando tostadinho. Por dentro é para ficar bem malpassado mesmo. Se não quiser tão cru, sele e termine de assar no forno por alguns minutos.

Passo importante.. Após selar o mignon. é necessário deixá-lo descansando para somente depois começar a fatiar..

Passo importante.. Após selar o mignon. é necessário deixá-lo descansando para somente depois começar a fatiar..

Acabou. Mais simples impossível, não é? Aí é amolar a faca e cortar fino. É importante não cortar logo após tirar da frigideira. Deixe a carne repousando para conservar a umidade. Se quiser servir como entrada também pode. Pegue a fatia, pressione com a faca e deixe ainda mais fina transformando em carpaccio. É uma grande ideia. Neste dia, como falei, foi prato principal e caiu muito bem com o risoto e com o molho rápido de mostarda.

A panela muito quente confere essa casquinha e mantém o interior cru.. Perfeito!

A panela muito quente confere essa casquinha e mantém o interior cru.. Perfeito!

Como disse, qualquer dúvida pode me enviar por email (gastronomiaporesporte@gmail.com), ou então tirar via Twitter (@GastroEsporte). Ah! Só para lembrar, agora o Gastronomia por Esporte também está no Instagram com fotos bacanas (@GastroEsporte). Segue lá! Até a próxima!