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Garden: 60 anos de tradição e um festival de carnes nobres para celebrar

Existem certas casas cariocas que se encaixam perfeitamente no velho clichê mineiro do come quieto pelas beiradas. O Garden é desses. Raramente é lembrado em premiações, não tem um chef da moda no comando, mas há 60 anos – completados em 2015 – serve boa e honesta comida em cantinho discreto de Ipanema para um público fiel.

Mas para 2016, a casa aposta em uma novidade. Após os cíclicos festivais de bacalhau, camarão e pato, abre a temporada uma verdadeira orgia carnívora. O primeiro Festival de Carnes Nobres está um verdadeiro luxo. São oito cortes de gado inglês da raça Hereford fornecidos pela Provenza Carnes Especiais, frigorífico com sede em Itaipava. São eles picanha de tira (R$ 94,50/350g), bife ancho (R$ 79/350g), chorizo (R$ 79/350gr), fraldinha (R$ 79/350g) , assado de tira (R$89/550g), prime rib (R$ 120/550g), short rib (R$ 110/700g) e t-bone (R$ 110/550g). Detalhe: cada pedido dá direito a dois acompanhamentos – o arroz maluco estava ótimo.

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Tive a honra, e o prazer é claro, de degustar as oito novidades em um longo almoço conduzido por Wagner Provenzano, o responsável pela Provenza e um verdadeiro estudioso das carnes e seus mais variados cortes.

Não vou ficar aqui descrevendo a sensação de cada pedida que vocês conferem na galeria de fotos acima – todas pelo amigo Tomas Rangel. Mas se minha dica vale de alguma coisa, foque nos pedidos com osso. O short rib uniu um sabor incrível com maciez surpreendente para um corte de costela que não passa por longo cozimento.

O assado de tira deve ficar longe de quem está acostumado com filé mignon. Mas é raro encontrar corte mais gostoso. Já o prime rib eu não preciso nem citar aqui: é minha escolha sempre em qualquer casa de carnes. E, pela foto abaixo, nota-se que foi a mais visada pelos viciados em Instagram.

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Para deixar sua investida ainda mais feliz, encerre a refeição com o pudim. Esqueça aquele todo lisinho que mais parece um flan. Pudim bom tem que ter “celulite”. E lá ele é feito assim há 60 anos. Com tradição não se brinca. Até a próxima! Saúde!

Garden – Rua Visconde de Pirajá, 631, loja B, Ipanema, Cep: 22410 001. Tel: 2259-3455. Capacidade: 100 lugares. Horário: De seg. a sáb., das 12h às 1h, dom., das 12h às 18h Cc.: Mastercard, Dinners e Visa. Manobrista. www.gardenrestaurante.com.br

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Tragga: uma tarde caótica tirou qualquer possibilidade de prazer diante do hambúrguer

Você sai de casa para um restaurante basicamente em busca de dois objetivos: comer bem e ter uma manhã/tarde/noite agradável. Dependendo da escolha em um Rio de Janeiro de preços cada vez mais altos, você paga bem caro para isso. E quando você não consegue alcançar estes objetivos, a frustração é sempre muito grande. Foi exatamente – e infelizmente – o que aconteceu na última sexta-feira quando fui almoçar no Tragga, casa de carnes em Botafogo.

Sentados no segundo andar do bonito salão, de decoração quente em função da madeira como uma casa de carnes pede, eu e um amigo logo sentimos que a tarde poderia ser longa. A casa estava cheia e apenas um garçom era responsável por todo o andar de cima. Reflexo disso foram os quase 20 minutos para uma garrafa de água com gás chegar na mesa, que ainda não tinha nem prato, talheres e guardanapo. Isso após lembrar o garçom que, coitado, não tem culpa alguma, mais de uma vez.

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A justificativa do maitre, que só subiu após meu amigo chamá-lo para explicar como andavam as coisas no andar de cima, ao ser questionado era a ausência de funcionários. Aí voltamos a uma discussão que já tivemos aqui no blog: vale a pena abrir um segundo andar ciente de que o serviço seria caótico desde o início do dia? Será que o risco de ter clientes insatisfeitos com um atendimento caótico é melhor do que ter uma fila de espera justificável para que o ritmo normal da casa possa acontecer é válido?

Cogitamos pagar a água e sair, mas a minha curiosidade em provar o hambúrguer da casa era maior. Com isso pedimos entradas: uma Empanada Salteña (carne, batata, pimenta e pimentão R$ 8) e uma Morcilla (R$ 26). Mais espera, mais estresse, mais justificativas que não amenizavam a irritação e nem o fato de estarmos sentados há uma hora sem termos mastigado absolutamente nada. Depois de mais reclamação, chegaram duas empanadas como forma de cortesia. O recheio estava bem temperado, mas faltava umidade, cremosidade… Além disso, a massa se mostrou pesada e a empanada como conjunto uma grande decepção.

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O mesmo pode ser dito da Morcilla. A entrada fou responsável pela demora, segundo a equipe o preparo dela é mais demorado do que as demais entradas. Mas sinceramente não sei o motivo, já que comi Morcillas em outros lugares e em nenhum demorou quase uma hora para chegar na mesa. Além disso, o embutido de sangue foi tão decepcionante que quase 70% dele voltou para a cozinha. Faltava sabor, além da falta de delicadeza na apresentação.

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Novamente cogitamos levantar, mas fomos em frente. Pedi o que me levou até ali: o hambúrguer (R$ 44,90). Feito com bife Ancho poderia ter amenizado um pouco o caos que foi a tarde de sexta. Mas, apesar de a carne ter vindo saborosa e no ponto certo, também teve seus problemas. Primeiro os pontos positivos: o bacon, os pimentões assados e o bom bernaise se destacaram. Entre os problemas, o queijo do reino não funciona. São duas fatias grossas que não derretem e acabam brigando com a carne. O pão é outra grave questão: macio demais o que fez com que ficasse muito molhado e se despedaçando. Chega com batatas rústicas e saladinha.

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Quase três horas após sentar, o clima já estava pesado e a insatisfação com o almoço era tanta que nem cogitamos pedir uma sobremesa. E acho que a vontade da equipe também era encerrar logo aquele período já que ao pedir a conta de longe com o gestual habitual, o maitre nem se deu ao trabalho de nos perguntar se queríamos um café.

No fim das contas, o Tragga não cumpriu nem de perto os dois objetivos lá de cima que levam as pessoas a sair de casa rumo a um restaurante. É uma pena mesmo. Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima.

 

Gonzalo: na casa Uruguaia, após um bom início as carnes acabaram derrapando.

Já estava empolgado para conhecer o Gonzalo. Fiquei ainda mais instigado após participar da aula do Rio Gastronomia, onde o chef Gabriel Mangini falou sobre os cortes uruguaios utilizados e também no conceito da casa, que em nada lembra o que estamos acostumados a ver por aqui. A ambientação, estilo de cozinha, acompanhamentos e a própria parrilla é toda baseada no estilo do Uruguai, o que diferencia o restaurante trazendo muita personalidade. Mas infelizmente foi no principal ponto da casa a maior derrapada da noite de comemoração do aniversário da Dona Cavalierona.

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O couvert, por exemplo, estava simples e eficiente. Pães quetinhos, manteiga temperada, um bom azeite uruguaio… Na taça um Tannat-Tempranillo da vinícola Bouza (R$ 90). Fomos então para as entradas. Da parrilla lindíssima e alimentada por toras de madeira como visto acima, saiu um Chorizo (R$ 29) que estava espetacular. Para os que possuem mais estômago, Mollejas (R$ 19), ou timo ou então a glândula do boi. Prato difícil de encarar, mas que vale a pena.

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Pedimos ainda Empanadas de carne e de queijo (R$ 14 a porção com duas independentemente do sabor). A primeira estava correta, com recheio bem molhadinho e tempero no ponto certo. Mas a segunda, apesar de básica, estava especial. O detalhe é que diferentemente do que estamos acostumados, no Uruguai a empanada é frita.

Após um início promissor e com muita comida, fomos escolher os cortes de carne. Foram três: Picanha, Bife Ancho e Assado de Tira (R$ 81, R$ 69 e R$ 70 respectivamente). Estávamos em cinco e a ideia era todos provarem de tudo já que a fome não era tanta após as entradas. E logo veio o primeiro equívoco. Os cortes chegaram na mesa já fatiados. Ou seja, mal vimos a nossa carne inteira. Parecia um rodízio. Segundo equívoco foi em relação ao ponto da carne. Sou famoso lá em casa por comer ela extremamente mal passada. Mas até eu fiquei incomodado a ponto de mandar voltar a carne que consequentemente perdeu seus sucos após vir cortado de maneira precoce. Realmente uma pena.

Mas o principal ponto foi a maciez. Sei que a Picanha tem em sua extremidade mais alta a parte mais firme. Sei também que o Assado de Tira prioriza o sabor e tem uma textura bem distante do filé mignon por exemplo. Mas estas duas em especial não cumpriram nem de longe o que esperávamos. O Bife Ancho foi a luz no fim do túnel.

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Os cortes chegam acompanhados por guarnições da casa que são repostas constantemente. E estas sim estavam muito boas: purê de cenoura com toque de cominho, alhos assados, feijão branco e cebola caramelizada. Pedimos ainda batatas fritas de verdade (R$ 17) e pimentões assados na parrilla (R$ 9).

A sobremesa foi um gesto extremamente simpático da casa com a aniversariante: um pão de mel coberto por chocolate em forma de bigode homenageando o próprio “Gonzalo”.

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Realmente lamento que a experiência não tenha sido a ideal como julguei que fosse em razão da expectativa. Mas as portas seguem abertas para mim no Gonzalo. Como disse, a atmosfera da casa é bacana e diferente. E acho que pode não ter sido o meu dia. Se vocês já conhecem e discordam cliquem lá na página do Facebook e me mandem a opinião! Até a próxima!

Gonzalo
– Avenida Bartolomeu Mitre – 450, loja C, Leblon, Rio de Janeiro – RJ – (21) 3796-3342
Terça à quinta de 12h às 16h e 19h à 1h. Sexta e sábado de 12h à 1h. Domingo de 12h às 18h.

O clássico Braseiro da Gávea. Bom? Sem sombra de dúvidas! Barato? Vale a discussão!

No prêmio Rio Show de Gastronomia, o Braseiro da Gávea foi premiado na categoria “Bom e Barato”, gerando certa discussão. Bom ninguém tem dúvidas de que esse clássico do Rio de Janeiro é. A picanha é realmente especial e raramente vem fora do ponto. Mas o barato é discutível. Comparados à alta gastronomia, os preços são sim honestos. Mas há inúmeras opções pela cidade onde se come bem mais barato (inclusive aqui mesmo já dei o exemplo do Caravelas do Visconde).

Mas deixemos a discussão de lado. Afinal de contas, achando barato ou não, o Braseiro é um lugar que merece ser visitado. Fica no coração do Baixo Gávea, reduto tradicional da cidade. A decoração é a mais simples possível, seja no salão ou na varanda de onde você pode ficar de olho nas noites movimentadas.

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Não há como dispensar as linguiças (R$ 3 a unidade) que circulam pelo salão nos espetos. Chegam ao lado de um molho a campanha mais simples impossível. Lá, inclusive, eles abrem mão do pimentão verde. Para beber chope Brahma por R$ 6.

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O pedido, na minha opinião, é um só: Picanha Braseiro. O corte vertical pega todas as partes da picanha. Ela vem fatiada e no ponto perfeito. A ponta, naturalmente mais macia, estava espetacular. A parte de cima também estava igualmente saborosa e com boa maciez. Chega na mesa acompanhada de Arroz de Brócolis, Batatas Fritas (de verdade, não as congeladas, o que é um ponto mais do que especial) e Farofa de ovo com banana. Sente o close abaixo! Essência do “FoodPorn” não?

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O prato sai por R$ 85. Neste dia, éramos três e foi a conta certa depois de uma linguiça e meia cada um. No fim, a conta, que incluiu seis chopes e dois refirgerantes, acabou saindo R$ 53 para cada um. Caro? Não. Mas se come mais barato? Sim. Fossemos dois certamente seria pesado.

A reflexão é de cada um e o debate mais do que válido. Acho que a discussão se faz necessária até em função dos preços que costumamos encontrar pela cidade. Mas caro ou barato, não dá para negar que bom o Braseiro é demais.

Braseiro da Gávea
– Praça Santos Dumont, 116, Gávea, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2239-7494
Dom a qui, do meio-dia à 1h ; sex e sáb, do meio-dia às 3h

Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Caravelas do Visconde tem lugar cativo no meu coração: bons preços e comida excepcional! Clássico!

Todos têm algum restaurante marcante. Aquele lugar que você vai desde pequeno, que conhece os garçons, está acostumado com o ambiente… Um destes para mim é o Caravela do Visconde. Desde que me entendo por gente vou lá comer a generosa e saborosa picanha, um para muitos desconhecido, mas igualmente gostoso filé a parmegiana, o frango a passarinho com bastante alho frito e salsa ou simplesmente uma linguicinha na brasa com chope gelado.

Não espere luxo. O ambiente lembra um velho botequim. Mas saiba que de lá você vai sair muito satisfeito. Mas confesso aqui que no comando há uma contradição. Seu Rui, um amigo da família e velho cliente do Seu Cavalierão, é português clássico. Estão lá o sotaque carregado e o bigode bem cortado. Mas o coração dele não bate pelo Vasco. Vai entender, mas o portuga é Botafoguense doente. E na simples decoração de sua casa está lá uma bandeira do Glorioso no meio das gravuras que remetem a Portugal. Certas coisas não tem explicação.

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Mas outras sim. E no Caravela não tem frescura. Siga meu roteiro e seja feliz. Comece o dia com a linguicinha na brasa (R$ 2,5) e o chope Brahma (R$ 4,9) bem tirado. Felicidade garantida.

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Siga com o clássico da casa. A picanha vem com as duas pontas para fora da travessa de tão grande (R$ 56). O ponto está SEMPRE correto. E o sabor da brasa do carvão? É coisa de maluco. A foto foi tirada já depois do garçom cortar, mas tenha certeza de que três vão comer e ficar satisfeito. Ainda mais com os acompanhamentos sempre bem servidos. As dicas? Guarnição Francesa, incluída na picanha, e farofa brasileira (R$ 13). Chora.

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Como disse lá em cima, o Parmegiana é delicioso também (R$ 56). Macio, com boa camada de queijo e molho simples de tomate, é sensacional. O tamanho? Já viu que no Caravelas não dá para brincar. Veio acompanhada de Batata Portuguesa.

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O preço, como visto, é um capítulo a parte. É por isso que domingo na hora do almoço é preciso ter paciência para conseguir uma mesa. Afinal de contas, olhem o custo benefício! Pensando bem, agora é fácil entender porque está entre os lugares favoritos do Seu Cavalierão. Vida longa ao Caravelas e ao velho Rui, que, quem sabe, terá uma alegria com Seedorf no seu Botafogo…

Caravelas do Visconde
– Rua Visconde de Caravelas, 136, Botafogo, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2266-3128
Seg a sáb, das 11h à meia-noite; dom, das 11h às 18h

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Majórica: clássica combinação carioca de Ponta de Picanha e Batatas Pastel!

Estou bem carnívoro nesta semana. Na última terça falei sobre minha bela noite no CT Boucherie. Agora chegou a vez de um dos lugares mais tradicionais do Rio de Janeiro: a Majórica. Inaugurada na década de 60, a casa recentemente passou por um incêndio, mas voltou remodelada e ainda com a mesma qualidade. O salão ficou mais bonito, iluminado e com a vitrine de carnes e a churrasqueira ainda no centro chamando atenção de todos.

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Para abrir os trabalhos, uma linguicinha melhor do que a de qualquer churrascaria rodízio. Assada no ponto certo, está sempre suculenta (R$ 4,50). E o vinagrete clássico acompanha. Chope Brahma para beber (R$ 5,50).

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Feito isso era a hora da clássica Ponta de Picanha. Éramos três e resolvemos pedir inteira. Foi um exagero: era carne a dar com o pau. Em termos de sabor estava uma beleza. Mas já comi ela mais macia por lá. E por se tratar de um pedaço inteiro, mesmo pedindo ao ponto ela veio bem crua por dentro. Eu curto, mas Luna e Dona Cavalierona pediram para dar uma passada. Só acho fundamental pedir para ser fatiada na mesa. Só assim os sucos ficam por lá. Nada melhor do que molhar um pãozinho na travessa!

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Junto com a carne, o que não poderia faltar era a porção de batatas pastel, as famosas almofadinhas. Confesso que um dos meus sonhos é saber fazer as batatas ficarem assim. Mas nunca cheguei nem perto, infelizmente. Foi nosso único acompanhamento escolhido, apesar das inúmeras opções. O segundo seria palmito pupunha assado na casca, mas infelizmente estava em falta.

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Um belo almoço de fato. Programa clássico do Rio. Mas aqui entro em uma comparação. No fim, a conta saiu em média 70 reais por pessoa já que pedimos apenas uma porção de  acompanhamento em um dia que a fome não estava grande. Vale e muito a pena, mas se você já conhece a casa do Flamengo e nunca foi ao CT Boucherie dê um pulinho no Leblon. Como disse no último post, saí de lá encantado!

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