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Barsa: há pouco mais de três anos levando gastronomia de qualidade para o (a) Cadeg. Tinto, Tropeiro e Pato no ar condicionado!

Sensação térmica de 59 graus no Rio. Praia? Piscina? Nada disso. Lá fui eu para o (a) Cadeg – a polêmica será eterna: Centro como manda o figurino ou Central como manda o sentimento popular?! Mas essa discussão a gente já teve aqui, o que importa mesmo é a boa comida. E lá no nosso Mercado Municipal opções não faltam. Entre clássicos roots como Poleiro do Galeto, Adega Cesari e Cantinho das Concertinas, que para mim tem o melhor bolinho de bacalhau de lá, surge o Barsa. Com pouco mais de três anos, a casa do chef Marcelo Barcellos se consolidou como um espaço de gastronomia feita com esmero e qualidade em um local com pegada muito popular, mas que a cada dia que passa se abre para qualquer um.

E aos que ainda não sabem, o Barsa que antes ocupava apenas a rua, tem um salão com ar condicionado. Ou seja, foi ele que permitiu a “loucura” de abrirmos alguns tintos pouco depois de 13h em Benfica. Português na taça, Reguengos Garrafeira dos Sócios, uma excelente pedida, Tropeiro no prato (R$ 13). Há pouco tempo no cardápio, foi uma grata surpresa.

As carnes são refogadas separadamente, o que deixa o prato mais leve e com muito menos gordura. Mesmo sendo uma entrada não usual, caiu muito bem com o vinho e umas gotinhas de pimenta.

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Do Tropeiro pulamos para algumas entradas clássicas da casa. Entre elas o Pão do Chef (Três fatias por R$ 21 e seis por R$ 38). Chega quentinho, com casquinha torradinha e crocante e interior macio com recheio de provolone e bons nacos de linguiça calabresa. Boa pedida.

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Na sequência trio de Bruschettas. A de tomate muito me surpreendeu. Esqueça aquele seco de sabor forte, aqui ele vem cortado ao meio e semi desidratado. Docinho e temperado na medida certa. A de cogumelos estava gostosa, mas não inesquecível. A de bacalhau estava extremamente bem temperada e recheada. Muito gostosa. E todas chegam em cima de um pão feito na casa com um leve toque de ervas. Uma saída diferente da bruschetta tradicional.

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Poderia continuar nas entradas. Sou fã da punheta de bacalhau e fiquei muito curioso com um Folhado de faisão ao molho de tangerina. Mas fomos para o principal. E desta vez também fugi do usual: nada de bacalhau ou da sempre excelente paleta de cordeiro. Fomos de Arroz de Pato (R$ 70 o pequeno que comem dois com muita tranquilidade).

Uma maravilha. Chega na mesa em panela de pedra que mantém o prato aquecido enquanto você come, ou seja, o repeteco vem na mesma temperatura do primeiro. Com pedaços do pato confitado em vinho e ervas, o arroz chega molhadinho, bem temperado e ainda com mini cebolas e azeitonas verdes. Mas o grande diferencial do Barsa neste prato é a linguiça. Eles utilizam fatias de um embutido português picante que dá um diferencial a cada garfada. Espetáculo.

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Saí de lá feliz e com a certeza de que mesmo em um Rio de Janeiro de temperaturas absurdas, você pode ter um almoço substancial destes com boas taças logo ali em Benfica no, ou na, Cadeg.

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Barsa
– Cadeg – Rua Capitão Félix 110 – rua 4, lojas 4 e 6, Benfica, Rio de Janeiro – RJ (21) 2585-3743
Segunda a quinta, das 12h às 16h; sexta a domingo, das 12h às 17h

Comida di Buteco: os três últimos. Da Gema virou meu favorito e estreante pisa feio na bola!

E continua a peregrinação! Só que, infelizmente, o Comida di Buteco 2013 vai acabar para mim já que embarco ainda esta semana para as minhas férias. Mas antes de cruzar o Atlântico, os últimos pitacos da competição e de todos que eu provei, que você pode conferir clicando aqui e depois aqui, descobri o meu favorito. Após um prato elaborado que não conseguiu me encantar na edição do ano passado, apesar de ter sim um bom sabor, o Da Gema voltou ao simples e fez um petisco que fica na memória.

Dono de resultados empolgantes na competição (já abocanhou um título, um vice e também uma conquista no petisco Doritos), o Da Gema lançou este ano o Atoleiro Carioca. Trata-se de peito bovino, linguiça e aipim cozidos servidos com pesto de agrião (R$ 24). A diversão já começa pela apresentação. Sobre uma tábua de madeira, o petisco vem servido em uma panelinha que lembram as cocottes francesas acompanhado de dois pãezinhos providenciais para raspar o molho que fica no fundo e uma pimenta bem temperada.

A carne estava macia e com tempero perfeito. O aipim bem cozido e a linguiça saborosa. Mas a estrela é o surpreendente pesto de agrião de sabor marcante, mas completamente equilibrado. O prato é de uma harmonia incrível. Estava tão gostoso que a mesa com os amigos Pedro Ivo, Luciano Mello e Miguel Caballero repetiu a pedida por duas vezes. Ponto para os talentosos e simpáticos Leandro e Luiza, que tocam a casa que conta ainda com um belíssimo cardápio. Bebemos Heineken.

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

Antes do Da Gema, passamos pelo Rio Brasília para comer a Porpeta do Presidente JK. Trata-se de uma porção com seis almôndegas de carne recheadas com linguiça (R$ 15). E o estreante não me empolgou. Achei pesado. Faltou delicadeza no preparo e o conjunto estava bem seco, apesar de bastante engordurado. Positivo o sabor da linguiça e o quase sempre dispensável molho de maionese. Foi ele quem deu umidade ao prato. Outro ponto positivo foi a temperatura impecável da Heineken.

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso...

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso…

E neste post acabei começando do melhor para o pior. No (a) Cadeg, o estreante Bar Corujão pisou feio na bola. O petisco denominado Explosão de Sabor estava bem abaixo do esperado. Trata-se de um quadrado de massa de aipim recheado com bacalhau, palmito e azeitona coberto com queijo parmesão (R$ 15). Primeiro ponto negativo foi a temperatura do prato que estava frio. O recheio estava com pouco tempero e nada harmonizava. Faltou capricho também na massa, bem pesada. Uma pena.

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

É isso, amigos. Estes foram os que consegui provar em três dias bem corridos. Agora vou acompanhar o resultado de longe. Como já disse, os endereços e horários dos bares você confere no site oficial do Comida di Buteco.

Mais informações, como vocês já sabem, sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos! Ah! Lembrando que agora o Gastronomia por Esporte também está no Facebook! Cliquem e curtam a página! Por lá vocês vão conferir todas as novidades do blog! http://www.facebook.com/gastroesporte

Os bolinhos de bacalhau do (a) Cadeg. Venceu a tradição, mas boas opções não faltam

Sou fã incondicional do (a) Cadeg, como já havia comentado em um dos primeiros posts do Gastronomia por Esporte. É o que temos no Rio que mais se assemelha a um mercado central. Mas além do local, sou também um grande admirador de um bom bolinho de bacalhau. E por lá você pode encontrar muitas casas que vendem o salgado que leva basicamente batata e o peixe, além dos temperos e da boa mão do cozinheiro. Sem ela algo aparentemente simples vai desandar.

A avenida principal tomada por gente... O movimento em dezembro no (a) Cadeg é muito maior...

A avenida principal tomada por gente… O movimento em dezembro no (a) Cadeg é constante..

Em uma manhã agradável ao lado do amigo Chico Rezende, o Torcedor, fui com a missão de provar os bolinhos do (a) Cadeg. Foram cinco que renderam experiências muito diferentes. Mas, no fim das contas, o campeão segue sendo o mais tradicional deles todos: o Cantinho das Concertinas. E é por isso que vamos começar por ele.

A casa comandada pelo galego simpático Carlinhos é dos pontos mais tradicionais com a roda de fado além da sardinha e do bacalhau feitos na brasa nos sábados extremamente concorridos. E o bolinho segue imbatível. Frito constantemente, está sempre quentinho e custa R$3 a unidade. Crocante e com a proporção perfeita entre batata e bacalhau, o bolinho tem tempero na medida certa e desce perfeitamente com o bom azeite português servido. Tiro certo.

Imbatível.. O Cantinho das Concertinas continua fazendo os melhores bolinhos.. E durante a semana sem caos!

Imbatível.. O Cantinho das Concertinas continua fazendo os melhores bolinhos.. E durante a semana sem caos!

Ao lado da casa fica a Gruta São Sebastião. Também ao custo de R$3 a unidade, o bolinho não chamou tanto a atenção principalmente por ter mais batata em sua composição. O que realmente ficou na memória e de maneira negativa foi o azeite servido. Em um lugar com variedades do óleo a preços tão bons, se torna um crime colocar na mesa um azeite de qualidade tão baixa como aquela. Gosto realmente horroroso que mata o bolinho.

O primeiro bolinho não se destacou nem para cima e nem para baixo.. Estava gostoso, mas não inesquecível..

O primeiro bolinho não se destacou nem para cima e nem para baixo.. Estava gostoso, mas não inesquecível..

Mais na frente encontramos o Empório Gourmet Show. A delicatessen que vende muitas iguarias, vinhos, cervejas e uma penca de produtos importados inaugurou no sendo andar um restaurante. O cardápio até chama atenção, mas a missão era bolinho de bacalhau. E o da casa, que inaugurou filial no Complexo Gastronômico do Lagoon, já comentado aqui, foi o pior do dia. Assim que chegou na mesa já deu para prever que não estaria gostoso. Apenas morno, deixou a impressão de que já estava frito há muito tempo. Pesado e duro, foi uma decepção incrível. E justamente na casa que quer impor uma linha mais gastronômica. Ah! E ainda é menor e mais caro que os anteriores: R$3,90 a unidade.

A aparência já deixava claro de que o bolinho não estaria o ideal.. No sabor a mesma coisa: o pior deles.

A aparência já deixava claro de que o bolinho não estaria o ideal.. No sabor a mesma coisa: o pior deles.

Mais para o final da avenida principal, o Empório Quintana do simpático chef Leonel também chama atenção. Além de vender bons produtos, o chef desenvolveu um cardápio interessante que me chamou atenção e deixou curioso. Mas vamos ao bolinho: frito na hora, chegou extremamente crocante por fora e macio por dentro. Proporção boa entre batata e bacalhau. Estaria perfeito se tivesse um tiquinho a mais de sal, mas a prudência em relação ao teor do próprio peixe falou mais alto. Também sai a R$3,90 a unidade.

Crocante, sequinho e com boa proporção.. Faltou apenas um pingo de sal para ficar ideal.. Belo bolinho...

Crocante, sequinho e com boa proporção.. Faltou apenas um pingo de sal para ficar ideal.. Belo bolinho…

O último encerrou muito bem a empreitada. Apesar de ter a carne como principal item do cardápio, o Costelão do Cadeg serviu um excelente bolinho. E olha que estava receoso, já que comi lá uma vez há bastante tempo e não saí satisfeito. Mas o bolinho desenvolvido pelo chef Gilberto Fellows e frito na hora bem temperado e saboroso me fez pensar em voltar para almoçar. Vendido em porção (R$20 por dez unidades), desceu maravilhosamente com o chope Eisenbahn.

A surpresa.. Não imaginava que fosse comer um bolinho tão bom no Costelão, especializado em carnes..

A surpresa.. Não imaginava que fosse comer um bolinho tão bom no Costelão, especializado em carnes..

Passamos ainda pelo Galeto Brasa, mas a aparência nada convidativa do bolinho já frito no balcão somado a um almoço ruim que já tive por lá nos fizeram desistir da avaliação. A Adega Cesari, logo no início, estava sem bolinhos e também acabou não sendo avaliada. Surpreende também o Barsa, casa gourmet com pegada lusitana, não servir a iguaria. Mas podem ir na punheta de bacalhau sem medo. Vale muito.

No fim das contas, venceu a tradição das Concertinas. Mas as demais investidas mostraram que está cada vez melhor comer por lá. E mais do que nunca, você que ainda não conhece o (a) Cadeg, está mais do que na hora de perder um dia por lá. E chegue cedo! O dia por lá começa às 4h!

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O Cadeg ou A Cadeg? Com ou sem polêmica, bons produtos, bons preços e tudo para o seu fim de ano!

A discussão começou despretensiosamente no Twitter e foi ganhando cada vez mais participantes. Cada um defendia suas convicções com afinco. A polêmica? “O” Cadeg ou “A” Cadeg? Vamos atacar a raiz do problema e mostrar os pontos. Primeiro a tradução literal: Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara. Portando “o” Cadeg, certo? Sim. Mas para muitos não. Por que?! Antigamente o mesmo local era conhecido como Central de Abastecimento… Ou seja, “a” Cadeg. Deixando de lado as discussões, a visita ao local, que fica em Benfica, é sempre um grande programa e também uma oportunidade perfeita para dar aquela economizada em muitos pontos das ceias de fim de ano.

A avenida principal tomada por gente... O movimento em dezembro no (a) Cadeg é muito maior...

A avenida principal tomada por gente… O movimento em dezembro no (a) Cadeg é muito maior…

Agora prepare-se. Em dezembro o movimento triplica. E com o calor que tem feito no Rio de Janeiro, é preciso disposição e sobretudo cabeça no lugar. Especialmente se você acordou tarde e resolveu chegar por lá ao meio dia. Aì, amigo, é gente a dar com o pau. O ideal é chegar um pouquinho mais cedo e deixar para abrir os trabalhos a essa hora. Lembre-se, a vida por lá começa muito cedo mesmo!

Mas vale a pena. Diferentes tipos e cortes de bacalhau? Tem por lá e a preços muito mais acessíveis do que o normal. Pode comprar só o lombo, ele já desfiado, já dessalgado, português, norueguês.. As possibilidades são muitas.

As opções de bacalhau também são muitas, perfeitas para a ceia natalina...

As opções de bacalhau também são muitas, perfeitas para a ceia de fim de ano…

Frutas, vegetais… Você encontra também. Cogumelos, por exemplo, só compro por lá. O preço é muito mais em conta do que nos mercados pela cidade.

Frutas e vegetais frescos não faltam.. Os cogumelos saem mais baratos por aqui também..

Frutas e vegetais frescos não faltam.. Os cogumelos saem mais baratos por aqui também..

Da mesma maneira que as tradicionais castanhas, nozes, avelãs, frutas secas e demais itens que ao menos servem para decorar a mesa natalina estão por lá. Se quiser comprar fio de ovos, uma das criações mais abomináveis do ser humano, também acham.

Castanhas, avelãs, nozes, frutas secas... Nada disso falta no (a) Cadeg..

Castanhas, avelãs, nozes, frutas secas… Nada disso falta no (a) Cadeg..

Agora o que realmente vale muito a pena são os vinhos. As lojas são muitas, mas sempre termino na Griffe dos Vinhos. Fica na avenida principal ao lado do Barsa. São muitos rótulos, de todos os países e com preços mais do que convidativos. Espumantes então nem se fala. Exemplo impressionante é o Valduga 130. Bebida excelente por R$ 47,90. Vi no Leblon por R$ 69,90. Vale a pena, não? Mas fica a dica: a Griffe só trabalha com dinheiro ou cartão de débito.

O custo benefício dos vinhos no (a) Cadeg é absurda.... E na Griffe as opções são muitas...

O custo benefício dos vinhos no (a) Cadeg é absurda…. E na Griffe as opções são muitas e você ainda pode degustar algumas provinhas no fundo da loja…

O Mercado de Flores é ponto certo também da Dona Cavalierona. Não entendo nada de flor, mas quem manjar de decoração pode comprar por lá.

O Mercado de Flores é outra atração... Mas atenção, ao meio dia, como visto na foto, eles fecham..

O Mercado de Flores é outra atração… Mas atenção, ao meio dia, como visto na foto, eles fecham..

Também são cada vez mais comuns, são as lojas que estão investindo em produtos com uma pegada gastronômica. É fácil encontrar Parmas italianos, Jamón espanhol, frios variados, azeites de várias regiões do mundo além de queijos e cervejas.

Lojas com uma pegada mais gastronômica estão crescendo no (a) Cadeg.. Produtos importados como azeites, frios e cervejas dividem o espaço..

Lojas com uma pegada mais gastronômica estão crescendo no (a) Cadeg.. Produtos importados como azeites, frios e cervejas dividem o espaço..

Após rodar e comprar, chega a hora da bonança. Opções para comer não faltam, dos mais diferentes preços e cardápios. Pé sujo, pé limpo, boteco, bistrô… Agora tem de tudo no (a) Cadeg. Quer comer com mais refinamento? Vá ao Barsa. Um contra-filé violento acebolado ou com bastante alho frito e farofa de ovo? Poleiro do Galeto. O Empório Quintana serve bons sanduíches. Mas também tem algumas opções que não recomendo como o Costelão e o Brasas Show. Mas isso é para outro post específico.

Desta vez estava com pressa e tinha um almoço ainda pela frente. Parei apenas para aplacar o calor e tomar uma Brahma gelada com uma linguicinha no Adega Cesari, logo de cara para o estacionamento. Em pé no balcão vi porções mais do que generosas de churrasco misto passando. Por lá, outra boa dica é o sanduíche de picanha suína. Uma beleza!

Após carregar caixas de espumante e sacolas debaixo de muito calor, uma linguicinha e uma Brahma na Adega Cesari.. Eu mereço!

Após carregar caixas de espumante e sacolas debaixo de muito calor, uma linguicinha e uma Brahma na Adega Cesari.. Eu mereço!

Portanto, polêmico ou não, vale a visita. É o lugar no Rio que mais se assemelha aos mercados centrais comuns em outras cidades do Brasil e que não temos por aqui. Se não quiser encarar o calor e a multidão de dezembro, espera um pouquinho e volte em 2013. No Cadeg ou na Cadeg… Aí é com você!

Cadeg
Rua Capitão Félix, 110 – Benfica, Rio de Janeiro – RJ, 20920-310 – (21) 3890-0202