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O maravilhoso retorno ao Bazzar deixou a pergunta: por que demorei tanto tempo?

Precisava voltar ao Bazzar. Minha estreia no restaurante não foi inesquecível e saí de lá com uma pulga atrás da orelha. Por diversas vezes pensava: “hoje é o dia de voltar!”. Mas acabava adiando. Em outras, o amigo Gabriel da Muda chegou a me ligar para armar o retorno, mas em todas as oportunidades acabava tendo algum compromisso. E sofria com as fotos lindas no Instagram dele e de demais entusiastas do lugar, além, é claro, da Cris Beltrão, que comanda o empreendimento de muito sucesso. Mas finalmente voltei. E como bem disse o Rei no milionário comercial da marca de carnes, foi para ficar.

Tudo no Bazzar é agradável. A começar pela beleza da casa: iluminada, bem decorada e com direito ao Bubble Bar logo após a entrada onde as sugestões de drinks e taças borbulhantes são muitas. Aliás, acho que minha próxima parada vai ser por ali mesmo.

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Acomodado, não há como dizer não ao couvert. Pães fresquinhos, sempre quentinhos e constantemente repostos. A focaccia de ervas estava macia e saborosa, assim como o pão de limão. As torradinhas extremamente crocantes podiam ser degustadas com azeites aromatizados com ervas ou laranja, manteiga com flor de sal e um extremamente aromático chutney de tomate. Um show. Na taça o frescor do Lagarde Viognier ajudava a amenizar o calor que voltou a fazer no nosso Rio.

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As opções no cardápio são apetitosas. A descrição vai te deixando louco. Mas a minha pedida não está por lá: o hambúrguer (R$ 26,90). Feito com picanha – a carne e a gordura são moídas separadamente -, veio no ponto certo: mal passado no centro e grelhado por fora, coroado com fatias de queijo cheddar. Um hambúrguer simples, sem grandes invencionices, mas extremamente bem feito, o que tem sido cada vez mais difícil de achar no Rio.

As batatas fininhas, uma marca registradas, vieram crocantes por fora e macias por dentro. Outra vez com preparo que mostrou muito cuidado. Ao lado, chutney de tomate e os molhos da casa: mostarda e barbecue. Uma delícia que mereceu até close. Obrigado pela dica, da Muda!

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Mandinha, minha companhia no almoço, é outra fã do Bazzar. Mas ela sempre pede o mesmo prato: Mignon com molho de Damasco e Risoto de Brie. Convenci ela a mudar e acho que o novo prato virou o favorito. O Risotto Acquerello com queijo Manchego curado e Pata Negra (R$ 59,80) estava completamente impecável. Um show de sabores provenientes dos fortes ingredientes que combinaram de maneira perfeita: o arroz envelhecido por sete anos, o queijo de personalidade e a fatia do Pata Negra. Muito, mas muito gostoso mesmo!

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Não aguentava mais nada, mas arrumamos um espaço para provar a Torta de Limão. Não é meu doce favorito, mas estava muito bem feito com direito a brulée em cima e farofinha do lado. Encerramos muito bem o almoço.

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Caminhando de volta, feliz após uma refeição incrível, a pergunta lá de cima voltou: por que demorei tanto tempo para retornar ao Bazzar? Não sei responder. Mas agora tenho a certeza de que o espaço de tempo até a próxima visita será menor. Muito menor!

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Bazzar

– Rua Barão da Torre – 538, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, (21) 3202-2884
Diariamente, do meio-dia à 1h.

Para que Heinz parte II. O Ketchup caseiro da Renata Vanzetto é prático, rápido e delicioso. Perfeito com o hambúrguer!

O Ketchup Heinz é bom? Sem dúvidas. Mas por que não fazer o seu em casa com menos conservantes e dando até um ou outro toque de sabor diferente? Já havia dado uma dica aqui, mas lendo matéria sobre a chef Renata Vanzetto e o hambúrguer do seu Ema, me deparei com uma outra receita extremamente prática e rápida. E lá fui eu para a cozinha, afinal de contas, um bom hambúrguer caseiro, que você relembra aqui o do pessoal do Comuna, merece um ketchup de qualidade.

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São poucos ingredientes e o melhor: só se suja o liquidificador e uma panela. Você vai precisar de:

1 lata de tomate pelado
1 colher de sopa de açúcar mascavo
1 colher de sopa de molho inglês
1 colher de café de molho de pimenta
1 colher de sopa de vinagre de vinho tinto (fiz com balsâmico e ficou uma beleza)
1 colher de café de canela
Sal e pimenta a gosto

Separados os ingredientes, basta juntar tudo no liquidificador e bater até se tornar um molho homogêneo. Repare que neste momento os aromas já começam a subir. Passe tudo para uma panela e acenda no menor fogo possível. Deixe entre 10 e 15 minutos até reduzir e concentrar. Mexa de vez em quando para não agarrar no fundo ou queimar o seu ketchup. E acabou.

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Após esfriar, passe para um pote de vidro e conserve em geladeira. Ficou fantástico ao lado do hambúrguer, mas vale usar no que você quiser. Lá no fundo você sente um toque apimentado, mas ao mesmo tempo adocicado pelo açúcar e pela canela. Prático e delicioso, uma boa alternativa para os industrializados.

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