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Segunda edição do Noi Leblon Sunset acontece nesta segunda (11/01). Confira os detalhes

Na primeira edição já deu para perceber que o evento entraria para o calendário regular dos amantes de cerveja. Cerveja, música e um clima totalmente descontraído em plena segunda-feira simplesmente não tem como dar errado. E é hoje (11/01) que acontece a partir das 18h o segundo Noi Leblon Sunset. Criado pela cervejaria oriunda de Niterói, o convescote tem como convidados da vez as locais 3Cariocas, 2Cabeças e Hocus Pocus. Todas estarão com suas criações plugadas nas torneiras ao lado das donas da casa.

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Esqueça a formalidade de mesas e cadeiras. O salão do bar da Noi na Rua Conde Bernadotte, no Leblon, fica limpo e ganha espaço para quem quiser dançar. No comando das carrapetas estarão os DJs Lo Bianco e Breno Werneck.

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Para não beber de barriga vazia, a cozinha da casa preparou três petiscos: lingüiça Canastrinha da Serra com aipim frito, fileto de peixe crocante com molho tártaro e pão de alho, e steak tips de chorizo com barbecue de Noi Amara e fritas.

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Na última edição o clima foi esse das fotos acima. Nos vemos lá. A Noi fica no número 26 da Rua Conde Bernadotte. Nos vemos lá mais tarde. Até a próxima! Saúde!

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De Claude Troisgros para Luiza e Leandro: palestra com o francês e a inigualável coxinha de terça do Da Gema!

A noite de terça-feira começou com alta gastronomia nas palavras. Em palestra promovida pela Aliança Francesa da Tijuca e aberta ao público, Claude Troisgros falou sobre a história de sua família que foi uma das precursoras da Nouvelle Cuisine. De lá, chegou até o dia em que desembarcou no Rio de Janeiro onde fincou raiz e construiu um legado sólido que faz jus ao sobrenome que carrega. Distribuiu a simpatia que lhe é peculiar, mostrou que o francês está enferrujado arrancando risadas e aplausos em mais de uma hora de conversa.

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Mas o papo naturalmente deixou todos os presentes com fome. Afinal de contas, era foie gras pra cá, tacacá pra lá, mostrando como as gastronomias francesa e brasileira estão presentes no coração de Claude. E em uma terça-feira na Tijuca o destino só pode ser um: Da Gema. Afinal de contas, é apenas neste dia que você consegue comer a melhor coxinha de galinha do mundo (R$ 4,50)!

Por que eu digo isso? Sempre gostei de coxinha. E sou daqueles que vira o salgado de cabeça pra baixo e começa a comer, sem qualquer trocadilho, pela bunda onde o recheio se concentra. Quando chego no biquinho onde a massa se concentra, costumo jogar fora. Luiza e Leandro, que criaram essa maravilha e as demais que são servidas pro lá, desenvolveram uma massa que é tão gostosa quanto o farto e bem temperado recheio. Leve e saborosa, a massa é a estrela para mim. E só nas terças-feiras!

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Mas nem só de Coxinha vive o Da Gema (quarta também é dia temático e eu já falei por aqui). Figura carimbada no Comida di Buteco, concurso que, por sinal, começa mês que vem, o bar tem criações criativas e deliciosas. O Pastel de Feijão Gordo (R$ 4,50), por exemplo, é um absurdo. O recheio é uma verdadeira feijoada rica, farta e repleta de carnes saborosas. Demais mesmo.

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Do pastel para o Atoleiro Carioca (R$ 25), para mim, apesar de não vencedor, o melhor petisco do Da Gema para o concurso. Nacos e peito bovino e linguiça de porco com aipim que chega macio em seu molho de cozimento. Clássica comida caseira. Por cima um surpreendente e delicioso pesto de agrião. O pão que rodeia o prato é perfeito para sugar o molho que fica na panelinha.

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Outro clássico é a Rabadinha com Polenta (R$ 25). Nacos crocantes de polenta frita coroadas como reis por rabada saborosa e bem temperada. Precisa mesmo dizer como isso é gostoso?

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Teve tempo ainda para o Pela Égua (R$ 13). Canjiquinha com queijo coberta por couve e pelo molho de linguiça da casa que entra em outros petiscos como o Tricolor, outra belíssima pedida por lá.

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A única derrapada do Da Gema costuma ser a demora nos pedidos. A cozinha é pequena e faz tudo na hora, o que em certos momentos gera essa espera. É, claro, algo que não é o ideal. Mas vale a paciência. Quando chega você costuma esquecer. E aproveita. Feita por Claude ou pela Luiza, o que vale é a boa comida!

Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Da Gema
– Rua Barão de Mesquita, 615 – lojas C e D, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ -(21) 2208-9414
Terça e quarta, das 17h à meia-noite; Quinta, das 17h à 1h; Sex, das 15h às 1h; Sábado, do meio-dia às 2h; Domingo, do meio-dia às 22h

‘Quer ser feliz? Vá ao Momo!’ Agora entendi finalmente o bordão do amigo Gabriel da Muda. Que bar!

Outro dia o amigo Gabriel da Muda, hoje um dos grandes foodies do Rio de Janeiro (termo um pouco irritante confesso, mas que acaba representando bem os amantes da gastronomia que caçam bons lugares para comer e beber bem), postou em seu Instagram uma foto do espetacular frango assado do Rex, na Praça da Bandeira. Na legenda, uma espetada: “Beijo pros críticos de gastronomia que não atravessam o túnel”. Não sou tão radical, mas o fato é que existem grandes lugares para o lado de lá do Rebouças. Mas hoje vou ficar em apenas um deles: o Bar do Momo.

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O Momo conheci outro dia justamente com o Gabriel. Por ser quase um vizinho do bar, é um dos maiores frequentadores do local e acabou sendo indiretamente um divulgador das delícias que saem na hora da minúscula cozinha comandada pelo simpático Toninho ou pelo seu pai, o Tonhão. Cardápio? Esquece. Lá não tem. O que você encontra é o bom e velho boca a boca.

“E aí, Toninho? Tudo certo, meu camarada? Que que sai daí hoje?”. Essa frase é ouvida com frequência pelas mesas que ficam na calçada. Entre várias opções, uma é presença garantida faça chuva ou faça sol: o bolinho de arroz com linguiça. Frito na hora, como tudo por lá aliás, o bolinho é crocante por fora, cremoso por dentro, extremamente bem temperado e feito com muito esmero. O meu eu achava gostoso, mas vi que não chega nem perto (relembre aqui).

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É muito bom mesmo. Mas será que pode ficar melhor? Com certeza. Em uma das inúmeras vezes que esteve por lá, Gabriel da Muda levou Rafael Costa e Silva para conhecer Toninho. O ex-número 1 da cozinha do Mugaritz, que em breve inaugura o seu Lasai na Conde de Irajá, se meteu nas panelas do Momo e criou a incrível Tortilla de Bolinho de Arroz. A massa é a mesma do petisco, mas ganhou a adição de ovos quase como o tradicional prato espanhol. Inacreditável de tão gostoso.

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No campo dos jilós, Toninho também brilha. Ele vem cozido e recheado com uma carne assada que desmanchava na boca de tão macia. E o molho? Saboroso e untuoso, daqueles que o pão para limpar o prato se torna item obrigatório.

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Ainda tenho muitas iguarias para provar por lá: pastéis, lasanha de abobrinha com costela, entre outras ideias que fervilham na cabeça do Toninho. De fato fiquei apaixonado pelo bar e entendi porque em recado constante no Instagram do Da Muda. Nas palavras do próprio: “Quer ser feliz? Vá ao Momo!”. Ah! Mas quando for leve dinheiro porque lá não aceita nenhum tipo de cartão!

Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Bar do Momo
– Rua General Espírito Santo Cardoso 50, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
(21) 2570-9389
Todos os dias a partir das 9h até 23h. Domingo até 18h.

Curtinha: conheça a Hija de Punta, cerva lançada pelo Gonzalo. Lupulada e refrescante!

Na esteira das cervejas artesanais que ganham cada vez mais espaço pelas casas da cidade, o Gonzalo, casa de carnes uruguaias que você já conheceu aqui, resolveu lançar a sua marca. A missão foi dada ao mestre cervejeiro Leonardo Rangel e assim nasceu a Hija de Punta, que é produzida na Mistura Clássica, em Volta Redonda. Na última quinta-feira dia 12, o rótulo foi lançado no Brewteco, bar de cervejas recém inaugurado na Dias Ferreira e no qual pretendo voltar com calma.

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A novidade se mostrou um acerto antes mesmo de abrir a garrafa. O rótulo é criativo e tem a cara do verão Rio de Janeiro, apesar de remeter a Punta del Leste em função do conceito uruguaio dos criados. No sabor outra surpresa extremamente agradável. No nariz, esta Lager mostra uma sucessão de aromas principalmente cítricos com notas claras de maracujá além de ser bem lupulada. Na boca muita refrescância. Em certos momentos você pensa estar bebendo uma cerveja com teor alcoólico alto, mas a Hija tem apenas 4,8%. Tiro certo.

Quem quiser conferir, a novidade entra no cardápio do Gonzalo na próxima terça-feira, dia 17. A long neck será vendida por R$ 16. Outras casas, como o próprio Brewteco, também devem receber remessas do rótulo. Assim que souber a relação completa coloco lá na página do Facebook, Saúde!

A quarta dos sanduíches no Da Gema. Belo hambúrguer e um Bolovo inesquecível.

Já havia falado rapidamente sobre o Da Gema na época do Comida di buteco. Sou fã incondicional da casa comandada pelos sempre muito simpáticos Luiza e Leandro. A dupla criou um dos melhores cardápios de botequim que se encontra hoje pela cidade. Mas inquietos que são, lançaram recentemente dois dias temáticos. Na terça, relembram petiscos clássicos de bares tendo destaque absoluto para uma coxinha de galinha inesquecível e já tão falada e badalada. Mas a outra novidade acontece todas as quartas-feiras com sanduíches remodelados e um bolovo que fico salivando só de lembrar.

Não vou nem perder meu tempo com a decoração que exalta as criações da dupla e também o Rio de Janeiro. Nem ao criativo Samba da Gema, composto pelo amigo e um dos maiores gourmets da cidade Gabriel da Muda. Vamos ao que interessa: comida e bebida. Além das tradicionais Brahma, Antártica, Original e Heineken, o Da Gema agora conta com algumas artesanais brasileiras. Fã incondicional de IPA que sou, bebi uma Schornstein (R$ 25).

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O bolovo. Esqueça o que você tem na cabeça. Nada daquela massa pesada e do ovo cozido e duro no meio. Aqui ele vem envolto simplesmente por uma carne picada na ponta da faca com ervas aromáticas como alecrim e com o ovo no meio ainda com a gema mole (R$ 10). Tudo isso coroado por um molho de mostarda com mel que se mistura com a gema. Absurdo. De verdade, um absurdo. Um show de contrastes.

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Dele parti para o cachorro quente (R$ 16). O pão estava mole demais, mas a linguicinha mineira assada é especial. Além disso, o molho caseiro a base de tomate e pimentões vermelho e amarelo estava muito saboroso. E o sanduba ainda vem acompanhado de um belíssimo molho bérnaise.

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Saem as linguiças e o pão comprido para o hambúrguer e seu pão redondo (R$ 18). O cardápio diz peito, mas a cozinha alterou a receita e agora usa fraldinha. Aqui, a carne novamente picada na ponta da faca (como deve ser este tipo de hambúrguer sem maiores temperos – lembra deste post?). Desta maneira o sanduíche ganha em textura e sabor, já que leva em sua composição apenas sal e pimenta.

A carne veio mal passada, outra vez como tem de ser, e coroada por queijo e uma compota de berinjela. Olhando pensei que fosse cebola roxa, mas o processo de criação do prato terminou com esta cor que acaba te enganando. Um sabor excelente, meio adocicado e ácido ao mesmo tempo. Demais. As batatas que acompanham são largas e vieram quentinhas. O molho é o mesmo bérnaise do dogão.

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Nas quartas-feiras ainda rola um sanduba de carne assada com geleia de pimenta caseira. Mas não sobrou espaço para provar. E no fim, antes da conta, o amigo Brunet pediu um dos meus pratos favoritos na casa: Polentinha com Rabada. Tive de roubar uma e coroar uma noite maravilhosa. Agradeça aos santos que fazem a proteção da casa e volte sempre. Vida longa ao Da Gema!

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Da Gema
– Rua Barão de Mesquita, 615 – lojas C e D, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ -(21) 2208-9414
Terça e quarta, das 17h à meia-noite; Quinta, das 17h à 1h; Sex, das 15h às 2h; Sábado, do meio-dia às 4h; Domingo, do meio-dia às 22h

Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Antiga Mercearia e Bar.. Uma grande novidade na Cobal do Humaitá, seja para compras ou para sentar e curtir!

Gosto muito da Cobal do Humaitá. É perto da minha casa e conta com dois lugares que curto ir: Puebla e Joaquina (que inacreditavelmente nunca falei por aqui). Mas recentemente uma novidade conquistou um lugar cativo entre os meus preferidos: Antiga Mercearia e Bar. Uma sacada genial, na verdade.

Durante todo o dia é uma mercearia que vende os mais variados produtos. Por lá você encontra geleias, massas, artigos importados, molhos e por aí vai. Além disso, no varejo você compra temperos, biscoitos doces, salgados, e até milho gigante do Peru, um espetáculo junto de um ceviche. E, é claro, o carro chefe: cervejas! As marcas são muitas e a ênfase fica nas nacionais. Bebe-se ali ou em casa.

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Mas a casa, extremamente bem decorada e que chama atenção de quem está no corredor que liga o lado da Voluntários com o da São Clemente, conta ainda com uma cozinha afiada. O cardápio de petiscos é enxuto, fazendo com que tudo esteja bem feito. São bolinhos, espetinhos, alguns pratinhos que chegam em uma marmitinha e também algumas porções.

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Estive por lá em várias oportunidades, o que me fez provar muita coisa diferente. Enquanto ninguém se decide, desce logo um chope e uma azeitoninha comprada a granel. São cinco torneiras sendo que duas são fixas com os artesanais que levam o nome da casa. São três tamanhos diferentes do Antiga Pilsen ou do Antiga Weiss. O primeiro é servido em um copinho de geleia personalizado. Alguns podem estranhar, mas achei criativo e diferente. Já o segundo vem no tradicional copo de trigo. Ambos muito gostosos.

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Comecei com o bolinho de feijoada (R$ 4,90). Não é o do Aconchego, é claro. Mas de todos que estão cada vez mais presentes nos cardápios pela cidade, este fez frente ao original. Casquinha saborosa, muito bem recheado com couve e linguiça. Um acerto.

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O croquete vem com propaganda no cardápio (R$ 4,80). Gostoso, mas não inesquecível. Ligeiramente mais adocicado que o do Alemão, por exemplo, mas casou bem com a mostarda escura.

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Em seguida o Bolinho de Bacalhau (R$ 4,80). Todos sabem como sou viciado (lembram do circuito Cadeg?) e este estava realmente bem gostoso.

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Pedi ainda dois bolinhos de aipim. O primeiro com catupiry e o segundo recheado com carne seca (R$ 4,50 cada). Chamou atenção em ambos a qualidade da massa: bem leve e saborosa. O primeiro é simples, para quem gosta de catupiry mesmo. O segundo tinha um recheio bem temperado, com cebola e salsa.

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Saindo das frituras, o espetinho de filé mignon veio no ponto certo de sabor e maciez (R$ 14,90). A farofinha que acompanhou estava saborosa.

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Já no campo dos petiscos, o pão de alho gratinado poderia ter ficado um tantinho a mais no forno, mas tem potencial (R$ 9,90). Só não peça caso você esteja em um encontro romântico.

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A última pedida foi a porção dos canapés de filé a milanesa (R$ 27,90). A combinação original do Astor é tiro certo. Torradas, queijo e um quadrado do milanesa. Sinceramente é muito difícil fazer isso dar errado.

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Como disse, gostei da novidade. E o público do Rio também, já que o movimento da casa tem estado cada vez maior. E acho merecido. Ideias criativas e bem executadas merecem ser premiadas. O atendimento, confuso no início, o que é perfeitamente normal, tem estado cada vez mais azeitado. Corrigido isso, a promissora casa tem tudo para ter uma vida longa, seja tomando algo por lá ou simplesmente passando para umas compras rápidas.

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Antiga Mercearia e Bar
Cobal do Humaitá – Rua Voluntários da Pátria, 446 – loja 7, Humaitá, Rio de Janeiro – RJ
(21) 2226-6553
Domingo a quinta, das 9h à meia-noite. Sexta e sábado, das 9h às 3h.

O clássico Braseiro da Gávea. Bom? Sem sombra de dúvidas! Barato? Vale a discussão!

No prêmio Rio Show de Gastronomia, o Braseiro da Gávea foi premiado na categoria “Bom e Barato”, gerando certa discussão. Bom ninguém tem dúvidas de que esse clássico do Rio de Janeiro é. A picanha é realmente especial e raramente vem fora do ponto. Mas o barato é discutível. Comparados à alta gastronomia, os preços são sim honestos. Mas há inúmeras opções pela cidade onde se come bem mais barato (inclusive aqui mesmo já dei o exemplo do Caravelas do Visconde).

Mas deixemos a discussão de lado. Afinal de contas, achando barato ou não, o Braseiro é um lugar que merece ser visitado. Fica no coração do Baixo Gávea, reduto tradicional da cidade. A decoração é a mais simples possível, seja no salão ou na varanda de onde você pode ficar de olho nas noites movimentadas.

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Não há como dispensar as linguiças (R$ 3 a unidade) que circulam pelo salão nos espetos. Chegam ao lado de um molho a campanha mais simples impossível. Lá, inclusive, eles abrem mão do pimentão verde. Para beber chope Brahma por R$ 6.

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O pedido, na minha opinião, é um só: Picanha Braseiro. O corte vertical pega todas as partes da picanha. Ela vem fatiada e no ponto perfeito. A ponta, naturalmente mais macia, estava espetacular. A parte de cima também estava igualmente saborosa e com boa maciez. Chega na mesa acompanhada de Arroz de Brócolis, Batatas Fritas (de verdade, não as congeladas, o que é um ponto mais do que especial) e Farofa de ovo com banana. Sente o close abaixo! Essência do “FoodPorn” não?

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O prato sai por R$ 85. Neste dia, éramos três e foi a conta certa depois de uma linguiça e meia cada um. No fim, a conta, que incluiu seis chopes e dois refirgerantes, acabou saindo R$ 53 para cada um. Caro? Não. Mas se come mais barato? Sim. Fossemos dois certamente seria pesado.

A reflexão é de cada um e o debate mais do que válido. Acho que a discussão se faz necessária até em função dos preços que costumamos encontrar pela cidade. Mas caro ou barato, não dá para negar que bom o Braseiro é demais.

Braseiro da Gávea
– Praça Santos Dumont, 116, Gávea, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2239-7494
Dom a qui, do meio-dia à 1h ; sex e sáb, do meio-dia às 3h

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