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Arancini: um petisco perfeito para utilizar as sobras do risotto do dia anterior!

Na semana passada coloquei por aqui a receita do croquete de linguiça toscana. Uma maravilha, mas na verdade aquilo é impossível não ficar gostoso. Afinal de contas envolve linguiça, mostarda e fritura! Sei que a vibe de hoje em dia é aquela vida saudável de saladas, alimentos sem glúten, sem lactose… Mas não adianta. Quando chega aquele petisco crocante e saboroso tudo isso vai embora. Então vamos a mais um bolinho que pelos ingredientes você vai ver que é impossível não ficar espetacular. Estamos falando do Arancini, ou bolinho de risotto.

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Comum na região da Sicília, onde foi criado no século X, é uma maneira perfeita para aproveitar as sobras do risotto que você comeu no jantar na noite anterior. Não lembra como faz o risotto? Clique aqui e aqui para relembrar duas opções que podem ficar perfeitas no seu Arancini. Feito isso, os demais ingredientes são: mussarela e tomilho para o recheio, e os itens para empanar: farinha de trigo, ovo e farinha de rosca.

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O risotto que sobrou aqui em casa foi de açafrão. Com ele gelado, fundamental para facilitar a modelagem do bolinho, coloque na sua mão, preencha com um pouco da mistura de queijo e tomilho, pegue mais um pouco do arroz e forme o seu petisco. Feito isso, faça o empanado passando primeiro na farinha de trigo, depois no ovo e por último na farinha de rosca. Em seguida é só fritar em óleo bem quente.

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Fácil, rápido e perfeito para abrir os trabalhos no seu fim de semana seja com uma cerveja bem gelada ou com uma boa taça de vinho. A cremosidade e o sabor do risoto se tornam crocantes. E o queijo derretido no meio é simplesmente fantástico.

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Não tem porque não fazer! Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Croquete de Linguiça do Barteco em casa. Petisco delicioso, fácil de fazer e perfeito com uma cerveja gelada!

Tem hora que ler a Revista Gula me deixa mal. Calma, eu explico. Sou fã da publicação, mas por ser sediada em São Paulo, muitas das matérias se baseiam em personagens da cena gastronômica do nosso Estado vizinho. Mas de vez em quando me inspiro em uma das receitas e tento ao menos amenizar a vontade. Foi o caso do croquete de linguiça do Chef Daniel Brum, do tão falado e recém-inaugurado Barteco. No segundo seguinte ao ponto final já me movimentei para reproduzir o petisco. E digo mais: ficou espetacular!

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Os ingredientes são poucos e o preparo relativamente simples. Então vamos lá e aqui reproduzo fielmente a receita como foi apresentada na revista. A única diferença é que não fiz o molho sugerido.

Massa:
1kg de linguiça toscana
50g de mostarda l’ancienne (aquela com as sementes)
1 cebola picada
50g de manteiga
100g de farinha de trigo

Para empanar
50g de farinha de trigo
1 ovo batido
50g de farinha de rosca

Antes de ir para o fogão, retire toda a carne da linguiça da tripa e dê uma picada. Na panela coloque a manteiga para derreter e refogue a cebola. Após murchar, aumente o fogo e entre com a linguiça fora da tripa.

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Enquanto a carne vai pegando cor e a gordura derretendo, vá soltando os pedaços com a sua colher de pau. O objetivo é deixar a massa mais uniforme. Quando secar, coloque a mostarda. Misture bem e entre com a farinha. Cozinhe por mais 10 minutos para tirar aquele gosto de farinha crua e está pronto.

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Neste momento fiquei inseguro. A massa me parecia com pouca liga. Mas o objetivo é esse: deixar os ingredientes falarem por si só sem mascará-los com mais farinha ou até mesmo um ovo.

Com os componentes do empanado em potes separados, vá modelando os seus croquetes. Primeiro entre na farinha de trigo, em seguida no ovo e por último na farinha de rosca. Aí é só fritar em imersão com óleo bem quente.

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O croquete de fato é extremamente gostoso. Com uma cerveja do lado, animou e muito a tarde de domingo. Saudável? Não é não. Mas de vez em quando vale enfiar o pé na jaca! E agora o próximo passo é comer direto na fonte. Mas isso só nas próximas investidas por terras paulistanas…

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Mousse de Chocolate com Biscoito: tudo no liquidificador para o doce da minha infância.

A idade e a experiência naturalmente fazem com que os gostos fiquem refinados. Afinal de contas, ao longo dos anos você vai descobrindo produtos, explorando sabores, possibilidades… É inegável que um bom chocolate com alta concentração de cacau é bastante atrativo. O que dizer da uma bela ganache com o tom certo de amargor cobrindo um bolo, por exemplo? Mas em certos momentos o passado fala mais alto. Aquela época em que tudo que você queria era um doce rápido e com gosto de chocolate. E poucas sobremesas me deixavam mais feliz do que a mousse de chocolate com biscoito.

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São poucos ingredientes, e quase você já deve ter em casa, e o melhor: praticamente nenhum trabalho já que você vai precisar apenas de um liquidificador.

1 pacote de biscoito maizena
1 lata de creme de leite
3 ovos
8 colheres de sopa de Achocolatado
1 tablete de margarina

O primeiro passo é triturar o biscoito. Gosto do meio termo, então pego dois terços do pacote e bato até virar uma farinha. Os que sobraram eu bato na função pulsar para ficar pedaçudo e dar um pouco de textura. Feito isso, coloque em uma travessa.

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Agora é o creme de chocolate. O preparo? Colocar tudo no liquidificador e bater até ficar uma mistura homogênea. Em seguida é só despejar em cima do biscoito triturado e colocar na geladeira. Acabou. Está pronta.

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Cada colherada vem repleta de lembranças daquela época em que as preocupações eram mínimas. É o tempo bom que não volta nunca mais. Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Ribs on the Barbie, ou a costelinha barbecue. Com mel e o molho do Bazzar, o porquinho ficou um luxo!

No início da semana coloquei como tinha sido o clima do Super Bowl aqui em casa. Foram duas Ribs diferentes. A primeira, com Honey Mustard, você já conferiu e pode relembrar aqui. Mas vamos para a segunda, talvez a mais tradicional e emblemática dos Estados Unidos. Em qualquer canto por lá você encontrar gente segurando os ossos com a mão e ficando todo sujo de Barbecue. Ou então lá no Outback com as famosas Ribs on the Barbie. Portanto, por que não fazer em casa?

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Mas confesso que aqui preferi a praticidade. Ou seja, usei um molho Barbecue comprado pronto. E o escolhido foi o do Bazzar. Com especiarias e ervas, foge daquele gosto forte e em alguns momentos artificial em demasia de fumaça. Para deixar mais caramelizada, somei ainda mais duas colheres de sopa cheias de mel.

A marinada da costela você lembra da outra receita. O pote do molho do Bazzar tem 270g e eu usei metade dele misturado com o mel. Feito isso, basta espalhar seu molho pela costelinha e levar ao forno.

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O processo para assar também é o mesmo. Cubra com papel alumínio e entre com ela no forno bem baixo, cerca de 150°, por quatro horas. A cada hora dê um confere. Como aqui não coloquei a marinada junto como fiz na Honey Mustard, é bom ficar de olho sempre na água. Secou? Coloque mais um pouco. Após as quatro horas, aumente o forno e tire o papel para ela caramelizar. Se quiser colocar mais um pouquinho do molho também pode.

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No fim é só se lambuzar mesmo. Até porque, costelinha é para comer com a mão mesmo, estilo ogro! E, como disse anteriormente, o Super Bowl não precisa ser desculpa para essa maravilha.

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O Super Bowl teve direito a muitas Ribs! A primeira saiu com Honey Mustard. Uma beleza de costelinha!

Estou na vibe dos assados. Não adianta. Depois que a costela de cordeiro ficou espetacular, lembre dela aqui, lá fui eu me aventurar pela área que antes era exclusiva da Dona Cavalierona na cozinha. Com a desculpa de acompanhar o Super Bowl como os americanos fazem, comprei duas costelinhas de porco e fiz de duas maneiras diferentes. No fim das contas, com aquela dose de paciência e muito tempo, elas soltavam do osso ao mesmo tempo em que a defesa do Seattle Seahawks ganhava o jogo sem maiores emoções.

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Antes dos sabores, que foram Barbecue e Honey Mustard, a marinada rápida para deixar sua carne ainda mais deliciosa. As peças tinham mais ou menos um quilo cada e deixei ambas no tempero por duas horas. Mas você pode deixar por mais tempo.

Marinada:
2 costelas de porco de mais ou menos um quilo cada
2 cebolas em rodelas
5 dentes de alho picado
1 pimenta dedo de moça picada
Sal e pimenta do reino
2 taças de vinho branco

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Feito isso, vamos ao primeiro sabor: Honey Mustard. Misture partes iguais de mel e mostarda (eu utilizei uma l’ancienne, aquela com as sementes). A proporção foram seis colheres de sopa de cada. Misture bem em um pote e prove. Caso queira, coloque mais mel ou mais mostarda para deixar mais ou menos doce. E reserve para o fim mais uma colher de sopa do mel.

Pegue a costela e passe seu molho Honey Mustard por toda ela. O objetivo é deixá-la toda coberta. Coloquei na travessa também a marinada. Cubra com papel alumínio e entre com ela no forno bem baixo, cerca de 150°, por quatro horas. A cada hora dê uma olhada, uma virada… Não se assuste, ela vai soltar água e esta vai secar até o fim do cozimento. Cuide do seu assado. Se o caldo secou, coloque um pouquinho de água só para soltar o fundo e liberar os sabores.

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Após quatro horas, ela estará praticamente pronta, já soltando do osso. Mas chegou o momento da finalização. Lembra daquela colherada de mel que você separou lá em cima? Coloque na costela, retire o papel alumínio e aumente o forno para 200°. Agora ela vai ganhar cor e ficará ainda mais caramelizada. Um absurdo!

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O Super Bowl era só a desculpa, mas no fim das contas essa receita vai se tornar cotidiana lá em casa. E espero que na sua também! Touchdown certo!

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Costela de Cordeiro: paciência, aromas, sabor… A magia de um assado como antigamente!

Na minha casa nunca me meti nos assados. Os que me acompanham sabem que gosto de dar pitaco em absolutamente tudo que a Dona Cavalierona faz no fogão. Os embates viram quase uma briga de BBB. Mas quando a gente fala dos assados eu nunca meto o bedelho. Afinal de contas, seja um lagarto, um peito de boi, um pernil de porco ou mesmo um frango, a mão da Dona Cavalierona é forte. E o fogo é baixo, sempre apurando e cuidando daquela carne deixando o cheiro da casa absurdo e o molho diferenciado.

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Mas tudo na vida tem uma primeira vez. E lá fui eu começar logo com uma costela de cordeiro. Assim como o French Rack, o amigo Felipe chegou com a costela da Quirós Gourmet e eu parti para a cozinha logo de manhã. Claro que tive a Dona Cavalierona ao meu lado. Desta vez os pitacos foram delas, mas os embates raros. Estava ali para aprender. E agora compartilho com vocês. A receita foi com duas peças de 1,5kg de costela. Se fora fazer com uma, diminua pela metade as quantidades.

Marinada da costela:
3 kg de costela de cordeiro
500 ml de vinho branco (pode ser tinto)
2 colheres de sopa de páprica picante
1 colher de sopa de cominho
10 dentes de alho
5 cebolas picadas grosseiramente
2 cenouras
2 talos de aipo
2 pimentas dedo de moça
Sal e pimenta do reino
Tomilho e Alecrim

Para finalizar o molho:
250 ml de vinho branco (o que restou da garrafa)
500 ml de caldo de legumes ou frango
3 colheres de sopa de farinha de trigo

Coloque todos os ingredientes da marinada em um saco, feche bem e deixe na geladeira por pelo menos quatro horas. Se a costela estiver bem carnuda vale deixar de um dia para o outro.

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Pré aqueça seu forno em temperatura alta e coloque toda a marinada em uma assadeira. Neste ponto você pode colocar mais cebola, alho, ervas, cenoura… O que você julgar que faça um bom molho. Lembre que após assar, esta será a base.

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Leve ao forno por 1 hora em temperatura bem alta (coloquei 230°). O objetivo aqui é dar cor à costela. Depois da primeira meia hora, dê uma virada para os dois lados ficarem bem dourados. Se a assadeira secar, coloque um pouco do caldo para desde o início ir formando o seu molho.

Após a primeira hora ela estará já apetitosa. Mas você quer que ela solte do osso de tão macia. Aí vem a dose de paciência tão neessária dos assados. Para que pressão? Para que queimar etapas? Curta a cozinha. Fique inebriado pelo cheiro. Encha a taça ou o copo e cuide de sua costela.

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A temperatura cai para 120°. Cubra a assadeira com papel alumínio e relaxe. De hora em hora de uma olhada, controle a água com o caldo. E pronto. Ela ficou assim por mais quatro horas, totalizando cinco de cozimento. A sequência de fotos mostra a evolução após duas, três quatro e cinco horas.

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Ficou completamente macia e a assadeira com aquele fundinho caramelizado das cebolas, cenoura, aipo, alho, ervas e temperos. Aquilo é ouro. É o seu molho. E chegou a hora de finalizá-lo. Leve a assadeira ao fogão, jogue o vinho branco e comece a ir soltando o fundo. Evaporou o álcool? Junte a farinha de trigo, deixe cozinhar um pouco e entre com o caldo. Quando reduzir, passe por uma peneira espremendo bem as partes sólidas e caramelizadas (eu usei aquele passevit, mas se não tiver a peneira já ajuda).

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O resultado final foi esse. Ela acompanhou o arroz de lentilha que você já aprendeu aqui e não durou nem 20 minutos na mesa. Taça cheia, prato cheio, amigos reunidos… É a maravilha dos assados fazendo o seu papel!

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Arroz de lentilhas: receita da Dona Cavalierona para trazer sorte o ano todo e não só no réveillon!

Arroz de Lentilhas. Normalmente esse prato espetacular é consumido em duas ocasiões: quando você vai a um restaurante árabe ou no ano novo, afinal de contas reza a lenda que traz sorte e dinheiro (é isso mesmo?). Mas por que isso acontece se é algo tão gostoso? E digo mais, tão simples de fazer. E é por isso que vou compartilhar aqui a receita da Dona Cavalierona que, na minha visão, supera a da grande Carmen, cozinheira do amigo índio Li. A minha comadre Nanda e senhora Li, do Pimenta e Limão, não concorda. Mas cada um com o voto da própria casa né?

Vamos em frente então. Você vai precisar de:

500g de lentilha
1 cebola partida ao meio
1 calabresa
1 pedaço de bacon
Sal
1,7 l de água
400g de arroz branco já cozido

Para a cebola crocante:
1,5kg de cebolas em rodela
1l de óleo para fritar

O arroz já vai estar pronto. Basta fazer do seu jeito. Então vamos para a lentilha. Coloque todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo alto para ferver. Assim que isso acontecer, baixe o fogo até o grão cozinhar. Esse proceso dura mais ou menos 20 minutos. O objetivo é ficar al dente.

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Durante esse tempo, é uma boa hora para a parte mais cruel da receita: cortar em rodelas 1,5 quilo de cebola. Não adianta, você vai chorar. Mas enquanto rolam as lágrimas (ninguém disse que ser cozinheiro é fácil), foque no objetivo final. Aquela cebolinha queimada por cima do arroz é o segredo do sucesso.

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Feito isso, voltemos à lentilha que a este ponto já está cozida. Descarte a cebola e corte em pedaços a calabresa e o bacon. Agora é simples: basta misturar a lentilha e o arroz. Se você achar que ficou muito líquido, não coloque tudo. A ideia é deixá-lo molhadinho, mas não ensopado. Cubra com papel alumínio e mantenha aquecido em forno bem baixinho enquanto vamos para a cebola.

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Aqui o trabalho é braçal mesmo. Em uma frigideira funda e larga, esquente muito bem o óleo e vá aos poucos fritando a cebola previamente fatiada. Tome cuidado que por ter água, a cebola costuma fazer o olho borbulhar muito. E ninguém quer uma queimadura. Quando começar a ficar bem pretinha, tire e escorra bem. Nada mais.

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Jogue por cima do arroz aquecido e está pronto. Sirva com o que você quiser. Neste dia, foi ao lado de um cordeiro assado que no fim da semana eu vou ensinar para vocês aqui. É comer e boa sorte, afinal de contas, as simpatias devem servir para todos os dias do ano!

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