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Ribs on the Barbie, ou a costelinha barbecue. Com mel e o molho do Bazzar, o porquinho ficou um luxo!

No início da semana coloquei como tinha sido o clima do Super Bowl aqui em casa. Foram duas Ribs diferentes. A primeira, com Honey Mustard, você já conferiu e pode relembrar aqui. Mas vamos para a segunda, talvez a mais tradicional e emblemática dos Estados Unidos. Em qualquer canto por lá você encontrar gente segurando os ossos com a mão e ficando todo sujo de Barbecue. Ou então lá no Outback com as famosas Ribs on the Barbie. Portanto, por que não fazer em casa?

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Mas confesso que aqui preferi a praticidade. Ou seja, usei um molho Barbecue comprado pronto. E o escolhido foi o do Bazzar. Com especiarias e ervas, foge daquele gosto forte e em alguns momentos artificial em demasia de fumaça. Para deixar mais caramelizada, somei ainda mais duas colheres de sopa cheias de mel.

A marinada da costela você lembra da outra receita. O pote do molho do Bazzar tem 270g e eu usei metade dele misturado com o mel. Feito isso, basta espalhar seu molho pela costelinha e levar ao forno.

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O processo para assar também é o mesmo. Cubra com papel alumínio e entre com ela no forno bem baixo, cerca de 150°, por quatro horas. A cada hora dê um confere. Como aqui não coloquei a marinada junto como fiz na Honey Mustard, é bom ficar de olho sempre na água. Secou? Coloque mais um pouco. Após as quatro horas, aumente o forno e tire o papel para ela caramelizar. Se quiser colocar mais um pouquinho do molho também pode.

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No fim é só se lambuzar mesmo. Até porque, costelinha é para comer com a mão mesmo, estilo ogro! E, como disse anteriormente, o Super Bowl não precisa ser desculpa para essa maravilha.

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O Super Bowl teve direito a muitas Ribs! A primeira saiu com Honey Mustard. Uma beleza de costelinha!

Estou na vibe dos assados. Não adianta. Depois que a costela de cordeiro ficou espetacular, lembre dela aqui, lá fui eu me aventurar pela área que antes era exclusiva da Dona Cavalierona na cozinha. Com a desculpa de acompanhar o Super Bowl como os americanos fazem, comprei duas costelinhas de porco e fiz de duas maneiras diferentes. No fim das contas, com aquela dose de paciência e muito tempo, elas soltavam do osso ao mesmo tempo em que a defesa do Seattle Seahawks ganhava o jogo sem maiores emoções.

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Antes dos sabores, que foram Barbecue e Honey Mustard, a marinada rápida para deixar sua carne ainda mais deliciosa. As peças tinham mais ou menos um quilo cada e deixei ambas no tempero por duas horas. Mas você pode deixar por mais tempo.

Marinada:
2 costelas de porco de mais ou menos um quilo cada
2 cebolas em rodelas
5 dentes de alho picado
1 pimenta dedo de moça picada
Sal e pimenta do reino
2 taças de vinho branco

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Feito isso, vamos ao primeiro sabor: Honey Mustard. Misture partes iguais de mel e mostarda (eu utilizei uma l’ancienne, aquela com as sementes). A proporção foram seis colheres de sopa de cada. Misture bem em um pote e prove. Caso queira, coloque mais mel ou mais mostarda para deixar mais ou menos doce. E reserve para o fim mais uma colher de sopa do mel.

Pegue a costela e passe seu molho Honey Mustard por toda ela. O objetivo é deixá-la toda coberta. Coloquei na travessa também a marinada. Cubra com papel alumínio e entre com ela no forno bem baixo, cerca de 150°, por quatro horas. A cada hora dê uma olhada, uma virada… Não se assuste, ela vai soltar água e esta vai secar até o fim do cozimento. Cuide do seu assado. Se o caldo secou, coloque um pouquinho de água só para soltar o fundo e liberar os sabores.

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Após quatro horas, ela estará praticamente pronta, já soltando do osso. Mas chegou o momento da finalização. Lembra daquela colherada de mel que você separou lá em cima? Coloque na costela, retire o papel alumínio e aumente o forno para 200°. Agora ela vai ganhar cor e ficará ainda mais caramelizada. Um absurdo!

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O Super Bowl era só a desculpa, mas no fim das contas essa receita vai se tornar cotidiana lá em casa. E espero que na sua também! Touchdown certo!

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Costela de Cordeiro: paciência, aromas, sabor… A magia de um assado como antigamente!

Na minha casa nunca me meti nos assados. Os que me acompanham sabem que gosto de dar pitaco em absolutamente tudo que a Dona Cavalierona faz no fogão. Os embates viram quase uma briga de BBB. Mas quando a gente fala dos assados eu nunca meto o bedelho. Afinal de contas, seja um lagarto, um peito de boi, um pernil de porco ou mesmo um frango, a mão da Dona Cavalierona é forte. E o fogo é baixo, sempre apurando e cuidando daquela carne deixando o cheiro da casa absurdo e o molho diferenciado.

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Mas tudo na vida tem uma primeira vez. E lá fui eu começar logo com uma costela de cordeiro. Assim como o French Rack, o amigo Felipe chegou com a costela da Quirós Gourmet e eu parti para a cozinha logo de manhã. Claro que tive a Dona Cavalierona ao meu lado. Desta vez os pitacos foram delas, mas os embates raros. Estava ali para aprender. E agora compartilho com vocês. A receita foi com duas peças de 1,5kg de costela. Se fora fazer com uma, diminua pela metade as quantidades.

Marinada da costela:
3 kg de costela de cordeiro
500 ml de vinho branco (pode ser tinto)
2 colheres de sopa de páprica picante
1 colher de sopa de cominho
10 dentes de alho
5 cebolas picadas grosseiramente
2 cenouras
2 talos de aipo
2 pimentas dedo de moça
Sal e pimenta do reino
Tomilho e Alecrim

Para finalizar o molho:
250 ml de vinho branco (o que restou da garrafa)
500 ml de caldo de legumes ou frango
3 colheres de sopa de farinha de trigo

Coloque todos os ingredientes da marinada em um saco, feche bem e deixe na geladeira por pelo menos quatro horas. Se a costela estiver bem carnuda vale deixar de um dia para o outro.

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Pré aqueça seu forno em temperatura alta e coloque toda a marinada em uma assadeira. Neste ponto você pode colocar mais cebola, alho, ervas, cenoura… O que você julgar que faça um bom molho. Lembre que após assar, esta será a base.

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Leve ao forno por 1 hora em temperatura bem alta (coloquei 230°). O objetivo aqui é dar cor à costela. Depois da primeira meia hora, dê uma virada para os dois lados ficarem bem dourados. Se a assadeira secar, coloque um pouco do caldo para desde o início ir formando o seu molho.

Após a primeira hora ela estará já apetitosa. Mas você quer que ela solte do osso de tão macia. Aí vem a dose de paciência tão neessária dos assados. Para que pressão? Para que queimar etapas? Curta a cozinha. Fique inebriado pelo cheiro. Encha a taça ou o copo e cuide de sua costela.

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A temperatura cai para 120°. Cubra a assadeira com papel alumínio e relaxe. De hora em hora de uma olhada, controle a água com o caldo. E pronto. Ela ficou assim por mais quatro horas, totalizando cinco de cozimento. A sequência de fotos mostra a evolução após duas, três quatro e cinco horas.

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Ficou completamente macia e a assadeira com aquele fundinho caramelizado das cebolas, cenoura, aipo, alho, ervas e temperos. Aquilo é ouro. É o seu molho. E chegou a hora de finalizá-lo. Leve a assadeira ao fogão, jogue o vinho branco e comece a ir soltando o fundo. Evaporou o álcool? Junte a farinha de trigo, deixe cozinhar um pouco e entre com o caldo. Quando reduzir, passe por uma peneira espremendo bem as partes sólidas e caramelizadas (eu usei aquele passevit, mas se não tiver a peneira já ajuda).

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O resultado final foi esse. Ela acompanhou o arroz de lentilha que você já aprendeu aqui e não durou nem 20 minutos na mesa. Taça cheia, prato cheio, amigos reunidos… É a maravilha dos assados fazendo o seu papel!

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Arroz de lentilhas: receita da Dona Cavalierona para trazer sorte o ano todo e não só no réveillon!

Arroz de Lentilhas. Normalmente esse prato espetacular é consumido em duas ocasiões: quando você vai a um restaurante árabe ou no ano novo, afinal de contas reza a lenda que traz sorte e dinheiro (é isso mesmo?). Mas por que isso acontece se é algo tão gostoso? E digo mais, tão simples de fazer. E é por isso que vou compartilhar aqui a receita da Dona Cavalierona que, na minha visão, supera a da grande Carmen, cozinheira do amigo índio Li. A minha comadre Nanda e senhora Li, do Pimenta e Limão, não concorda. Mas cada um com o voto da própria casa né?

Vamos em frente então. Você vai precisar de:

500g de lentilha
1 cebola partida ao meio
1 calabresa
1 pedaço de bacon
Sal
1,7 l de água
400g de arroz branco já cozido

Para a cebola crocante:
1,5kg de cebolas em rodela
1l de óleo para fritar

O arroz já vai estar pronto. Basta fazer do seu jeito. Então vamos para a lentilha. Coloque todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo alto para ferver. Assim que isso acontecer, baixe o fogo até o grão cozinhar. Esse proceso dura mais ou menos 20 minutos. O objetivo é ficar al dente.

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Durante esse tempo, é uma boa hora para a parte mais cruel da receita: cortar em rodelas 1,5 quilo de cebola. Não adianta, você vai chorar. Mas enquanto rolam as lágrimas (ninguém disse que ser cozinheiro é fácil), foque no objetivo final. Aquela cebolinha queimada por cima do arroz é o segredo do sucesso.

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Feito isso, voltemos à lentilha que a este ponto já está cozida. Descarte a cebola e corte em pedaços a calabresa e o bacon. Agora é simples: basta misturar a lentilha e o arroz. Se você achar que ficou muito líquido, não coloque tudo. A ideia é deixá-lo molhadinho, mas não ensopado. Cubra com papel alumínio e mantenha aquecido em forno bem baixinho enquanto vamos para a cebola.

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Aqui o trabalho é braçal mesmo. Em uma frigideira funda e larga, esquente muito bem o óleo e vá aos poucos fritando a cebola previamente fatiada. Tome cuidado que por ter água, a cebola costuma fazer o olho borbulhar muito. E ninguém quer uma queimadura. Quando começar a ficar bem pretinha, tire e escorra bem. Nada mais.

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Jogue por cima do arroz aquecido e está pronto. Sirva com o que você quiser. Neste dia, foi ao lado de um cordeiro assado que no fim da semana eu vou ensinar para vocês aqui. É comer e boa sorte, afinal de contas, as simpatias devem servir para todos os dias do ano!

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Alho confit: receita maravilhosa e muito versátil. Docinho, vai da entrada ao acompanhamento!

Eu sou um viciado em alho. Frito, cru, em conserva, assado… De qualquer jeito dá um levante em qualquer prato e é fundamental no preparo de outros tantos. Mas na receita de hoje, o alho é o protagonista. E não com seu sabor marcante e tradicional, mas docinho, macio e perfeito seja para ser sevido como uma entrada, acompanhando uma salada, um bife ou saborizando um risotto. Estamos falando do Alho Confit.

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Para os que nunca ouviram falar, confit é o nome de uma técnica em que você cozinha qualquer coisa em gordura e em temperatura baixa. Aqui, vamos cozinhar o alho em azeite com algumas ervas para potencializar ainda mais o sabor. É extremamente simples, mas demanda certa atenção. Você vai precisar de:

Os dentes grandes de 3 cabeças de alho
250ml de azeite
Ramos de alecrim
Ramos de tomilho
Uma pitada de sal
Grãos de pimenta rosa (opcional. Neste dia não tinha e não utilizei)

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Após descascar os dentes de alho, coloque os em uma panela junto com as ervas inteiras mesmo. Elas estão ali para dar o sabor e após o preparo serão descartadas. Feito isso, cubra tudo com o azeite.

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Agora começa o período de atenção. A ideia é colocar a panela no fogo mais baixo possível. E ficar de olho. O processo todo dura entre 20 e 30 minutos até os dentes de alho ficarem macios e docinhos.

Mas durante este tempo é preciso ter atenção. Mesmo em fogo baixo, o azeite em algum momento vai querer começar a ferver. E aí você não estará mais cozinhando e sim fritando e isso nós não queremos nesta receita. Começou a formar bolinhas na panela? Tire do fogo e deixe a temperatura diminuir naturalmente antes de voltar. O aroma que sobe é incrivelmente delicioso.

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Com o alho pronto, coloque em um pote de vidro e pronto. Como é feito e estará guardado em gordura, o alho dura bastante tempo antes de estragar. Acabaram os dentes? Use este saboroso azeite para temperar sua salada. É incrível.

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Risotto de Brie com Parma: a estreia do clássico foi um golaço. É só experimentar!

Já disse algumas vezes que sou fã de risotto. Um dos primeiros posts, aliás, foi o de cogumelos frescos que eu tanto gosto (relembre aqui). Este junto com o de tomate cereja, o de alho poró e o milanese são os que mais faço. Para mim, risotto é um prato de preparo relativamente simples, fácil de fazer em grande quantidade e que sempre dá uma presença quando sai bem feito. Dito isso, fui conhecer e estrear a cozinha do novo apartamento do meu primo. Ele queria um risotto e ofereci os sabores já citados. Mas ele não se empolgou e lançou o desafio pedindo um de Brie com Parma.

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Nunca havia feito, mas não costumo fugir dos desafios. Ao fazer descobri que não é nem de longe um bicho de sete cabeças. E contrariando o clima “Detox” da semana passada, aqui não tem espaço para os fãs de comidas lights e leves. Vamos aos ingredientes – as medidas alimentaram com MUITA sobra quatro pessoas.

500g de arroz arbório ou carnarolle
1 cebola média picada
1 taça de vinho branco
1 litro de caldo de frango ou legumes
200g de queijo brie em cubos
200g de presunto de parma
Duas colheres de sopa de manteiga
100 gramas de parmesão ralado
Sal e pimenta do reino

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Em uma panela, coloque o caldo para aquecer. Em outra, esquente um fio de azeite e um pouco da manteiga em fogo médio. Entre com a cebola para refogar, mas sempre de olho para não dourar. O objetivo aqui é cozinhá-la e não fritá-la.

Após ficar transparente, entre com o arroz (lembrando que não é para lavá-lo em hipótese alguma). Refogue um pouco também para deixá-lo como a cebola, mais translúcido. Neste ponto é a hora de entrar com o vinho.

Assim que o álcool evaporar, é a hora de começar a colocar o caldo aos poucos. E é a hora da paciência também. Coloque sempre de duas em duas conchas mexendo sem parar. O objetivo é ajudar a soltar o amido dos grãos que dá a cremosidade ao prato. Secou? Coloque mais duas conchas até o arroz cozinhar. Esse processo demora de 15 a 20 minutos. Passados 15, prove e veja a textura. Tem gente que prefere o grão mais ‘al dente’ – o meu caso.

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Quando chegar ao ponto desejado é a hora de finalizar – lembre que esta é a hora em que você vai dar sabor ao seu risotto. Neste caso é de Brie e parma. Entre então com o queijo em cubos, o parma, o parmesão e a manteiga. Mexa bem para incorporar tudo, apague o fogo e tampe a panela por alguns minutos para que seu arroz descanse. Depois é só servir!

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Como visto nas fotos, coloquei além do parma na panela uma porção dele crocante por cima para dar mais sabor e textura. Não sabe como fazer? Clique aqui e relembre. Ou então faça no microondas. Basta colocar por 1 minuto e meio em potência alta e esperar esfriar. Ele ficará crocante. Bom apetite!

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Na onda do ‘detox’, um Gazpacho diferente e leve para amenizar os excessos de 2013!

É senso comum dizer que o ano de fato começa a partir da segunda semana de janeiro. Todos lembram dos inúmeros chopes e vinhos de fim de ano, da comilança do Natal e do Reveillon com peso na consciência. E começam a comer saladas, sopas, produtos “detox”… Não sou adepto dessas práticas, mas vou ajudar os que isso desejam. A dica é uma versão bem modificada, mas simplesmente espetacular do tradicional Gazpacho.

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A sopa de origem espanhola leva tradicionalmente pelo menos quatro ingredientes: pão, tomate, pepino e pimentão vermelho, e geralmente todos crus. E é servida gelada. Mas aprendi com o amigo Beto uma alternativa muito interessante. Aqui o pepino e o pão (na preparação) são descartados. Além disso, os ingredientes vão para a panela. Então chega de falar e vamos a eles:

2 pimentões vermelhos
6 tomates médios sem pele
2 cebolas picadas
1 alho poró picado
2 colheres de chá de páprica picante
1 colher de chá de cominho
1 litro de caldo de frango ou legumes
Ervas a gosto (usei louro, alecrim e tomilho inteiros e descartei no fim)
Sal e pimenta do reino
Croutons e Azeite para finalizar

Vamos primeiro ao pré preparo. É necessário assar e descascar os pimentões. Para fazer isso, e conseguir o gostinho defumado e adocicado, basta queimá-los na boca do fogão. E a ideia é deixar preto mesmo. Sem medo! Feito isso, coloque-os imediatamente em um saco plástico, feche e deixe lá cinco minutos. Ao abrir, basta raspar a pele queimada e descartar as sementes. Depois pique em cubos e reserve.

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Agora é a vez dos tomates. Para tirar a pele, faça um X na bunda deles e jogue em água fervente. Dois minutos depois jogue-os em uma tigela com água gelada para interromper o cozimento. Feito isso, descasque a partir do X, pique e reserve.

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Pronto, agora é só começar. Esquente azeite em uma panela e refogue pacientemente em fogo baixo a cebola e o alho poró. Quando murchar, entre com sal, pimenta, páprica e cominho. Refogue mais um pouco e coloque o pimentão, as ervas e o tomate. Siga refogando, aqui vale aumentar um pouco o fogo, para que os sabores fiquem apurados.

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Entre com o caldo de frango já previamente aquecido, deixe ferver, diminua o fogo para o mínimo e esqueça a panela entre 20 e 30 minutos. Deixe a chama baixa fazer o seu papel. Os sabores vão se concentrar e o cheiro que vai subir pela sua cozinha será brincadeira.

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Passado o tempo, desligue o fogo, descarte as ervas e vamos para o liquidificador. Bata a sopa inteira até tudo ficar homogêneo, um creme de cor laranja. Leve para a geladeira e deixe de um dia para o outro. O ideal é servir apenas no dia seguinte. Assim tudo ficará ainda mais concentrado.

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Sirva gelado, em pequenos potes com um fio de um bom azeite extra-virgem e croutons para dar textura. Espetacular, levinho, muito light e perfeito para quem está se sentindo mal com tudo que comeu no fim de 2013. E os que quiserem podem até chamar de Detox!

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Feliz 2014 para todos! Aqui teve lentilhas, uvas e borbulhas: muitas borbulhas da bebida que pisca!

2014 tem tudo para ser um grande ano. E ele começou muito bem: ao lado de amigos, família, amor e obviamente com muita comida – entre elas lentilhas e uvas que não podem faltar! Então, como fiz no Natal, seguem as fotinhos para deixar os que visitam por aqui com água na boca!

As saladas da ceia foram de peru, abacaxi e milho, e também de feijão fradinho com bacalhau. Entre os quentes, arroz de lentilhas com muita cebola frita (essa receita vem pra cá em breve), lombinho assado com bastante molho a base de legumes e cerveja preta, e o bacalhau da Dona Cília, avó da Luninha, gratinado com batata, cebola e brócolis.

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Antes disso, as entradinhas incluíram cebolinhas, batata calabresa e alho confit (o mesmo trio do Natal), pastinha de atum, salmão gravlax caseiro com sour cream de ervas (absurdamente incrível) e a linguicinha com mel e shoyu de sempre que acabou não saindo na foto.

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No fim, Magnum da bebida que pisca do Rei do Camarote. Afinal de contas, não dá para perder a piada nem no primeiro dia do ano. E amigos. Muitos amigos! E garrafas também!

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Saúde, felicidades, um 2014 de muita paz e alegria para todos. Até a próxima!!! E continuem sempre curtindo e visitando a página do Facebook e o perfil no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Gougères: o pão de queijo francês. Levando um pedacinho da França para a confraternização da Aliança!

Sou um completo apaixonado pela França. As paisagens, a cultura, mas sobretudo a gastronomia. E tenho também o objetivo de morar uma temporada por lá. Enquanto esse dia não chega, fico com lembranças de viagens, delírios e aproveito para estudar a língua. O post vem com certo atraso, mas há duas semanas fizemos uma confraternização da turma da Aliança Francesa no último dia de aula. E para o café resolvi testar um clássico do país que conheci na primeira vez que jantei na Roberta Sudbrack: Gougères. Trata-se em uma explicação livre do pão de queijo francês, mas, diferentemente do que estamos acostumados, é leve e quase derrete na boca.

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Buscando receitas e inspirações, me deparei com uma feita no programa da Ana Maria Braga pelo chef Emmanuel Bassoleil. Testei e de fato fica uma delícia. As únicas coisas que mudei foram a quantidade de queijo (acrescentei parmesão), um toque de flor de sal por cima e o adicional de tomilho fresco que coloquei em alguns. Vamos aos ingredientes:

250 ml de água
100 g de manteiga
1 pitada de sal
150 g de farinha de trigo
4 ovos
100 g gruyère ralado
50 g de parmesão
1 gema batida
Flor de Sal (opcional)
Tomilho fresco (opcional)

Esta é uma massa cozida então é preciso ter braço para mexer tudo até se incorporar. E não se assuste. Vai ter um momento que você vai pensar que deu errado. Quando esta hora chegar, continue mexendo com vigor que as coisas voltam ao normal.

Com tudo separado, leve uma panela com água, manteiga e sal ao fogo até tudo derreter. Feito isso, tire do fogo e coloque a farinha. Mexa bem até a massa começar a ganhar corpo e volte ao fogo. Sempre mexendo bem para incorporar e ao mesmo tempo cozinhar esta massa.

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Retire novamente do fogo e junte os ovos um a um sempre mexendo. Como a massa está quente, se você não incorporá-los rapidamente corre o risco deles cozinharem. Feito isso, entre com os queijos ralados e finalize.

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Coloque o forno para pré-aquecer a 180 graus enquanto você molda os seus gougères. Faça do tamanho que você quiser. Usei como padrão uma colher de sopa. Como disse, enquanto enrolava coloquei tomilho fresco em alguns. Coloque as bolinhas em uma assadeira untada com manteiga, pincele com uma gema batida, jogue um pouquinho de flor de sal e asse por mais ou menos 20 minutos. Espetacular!

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A brincadeira ainda teve um crumble de maçã com banana feito pela querida professora Sophie. A receita me foi passada e em breve farei por aqui.

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Tivemos também belíssimos brigadeiros da Jucyléia. Vocês podem até encomendar lá no Chocosonhos, que também faz bolos decorados. Muito gostoso!

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Enquanto o sonho de morar por lá não chega, a solução é essa mesmo: tentar trazer para casa um pouquinho da França. Até a próxima! À bientôt!

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Um Feliz Natal a todos! Paz, saúde, amor e comida… Muita comida!!!!

Aos meus amigos leitores e leitoras, aos que passam por aqui de vez em quando, aos que comentam, aos que compartilham, aos que ficam com raiva diante de algumas belas fotos de comida, aos que se inspiram e fazem em casa… Meu muito obrigado. De coração! Um Feliz Natal cheio de paz, saúde, amor e comida para todos!

Como não poderia deixar de ser, mais um post para deixar vocês como a Anitta: babando. Uma compilação do que está rolando desde ontem nos eventos natalinos. Como por exemplo a costelinha de carneiro com batatas do amigo Moa Luz.

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Ou o bacalhau gratinado da Vó Cilia.

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E lá da casa da Luninha veio também esse leitãozinho de leite desossado e recheado. Olha a orelhinha pururucada do bichinho.

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Mas Dona Cavalierona vem no contra-ataque com o tradicional Bacalhau grelhado em postas com muita cebola, azeite e alho. Esse é nível das melhores casas de Portugal. Absurdo.

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O Arroz de forno, que você já aprendeu aqui, também não falta. Assim como as batatas ao murro que estão no forno, mas você também pode se lembrar aqui.

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Antes, de entradinha, alho confit, cebolinha e batatinha calabresa.

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E depois a novidade do Natal deste ano: Aletria. É um clássico doce português feito a base macarrão cabelinho de anjo, gemas e leite.

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E por fim elas, as rabanadas!!!

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Mais uma vez obrigado a todos e um Feliz Natal!!! E o meu presente pode ser uma clicada na página do Facebook, E ir lá seguir o Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!