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Kibe Cru de Salmão: opção saudável e fácil de fazer para um dia a dia mais leve!

Está certo. Confesso que não sou o maior fã da alimentação saudável, apesar de comer saladas diariamente. Mas na hora de ir para os fogões, lá estão os molhos, manteigas, uma ou outra fritura… Então resolvi ir em busca de algo mais light, afinal de contas, de vez em quando é bom segurar a onda e pegar leve. Folheando algumas revistas em busca de inspiração, achei uma receita muito interessante na “Estação Zona Sul”: Kibe cru de salmão, feito pelo pessoal do Bar do Horto.

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Mas, abusado do jeito que sou, resolvi acrescentar uma ou outra coisinha. Então vamos aos ingredientes. Você vai precisar de:

– 200g de trigo para quibe
– 200ml de água fervendo para hidratar o trigo
– 200g de salmão fresco picado na ponta da faca
– 1 colher de sopa de alho poró picadinho
– 1 colher de sopa de cebola roxa picadinha
– Hortelã picada ao seu gosto
– Sal e pimenta do reino

Para o molho:

– 170ml de iogurte natural
– 150ml de creme de leite sem soro
– Raspas de limão siciliano
– Suco de meio limão siciliano
– 3 colheres de sopa de azeite
– Sal e pimenta do reino
– Hortelã picada ao seu gosto

O primeiro passo é hidratar o trigo para o quibe. Basta jogar a água fervendo e esperar dez minutos. Passado o tempo, solte com o garfo e leve a geladeira para esfriar.

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Em seguida adiante seu molho, que serve perfeitamente para saladas ou até mesmo grelhados. Para isso, basta misturar bem todos os ingredientes e deixar na geladeira até a hora de servir.

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Chegou a hora do trabalho com faca. Afie bem e se prepare para picar. Tudo tem de ficar miudinho para conferir delicadeza ao prato. Faça isso com o poró, o salmão, a cebola e a hortelã.

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Cansou de picar? Tome um gole da sua cerveja que já está acabando o trabalho. Opa! Cerveja?! Digo, um gole do seu suco verde detox! E misture bem todos os ingredientes: trigo, salmão, poró e cebola. Tempere com sal, pimenta, hortelã, um pouquinho de suco de limão e azeite. E sirva com o seu molho refrescante! Light, saudável e muito saboroso.

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Mas sempre há uma opção para quem quiser dar uma quebrada no clima leve. Molde seu quibe no formato de hambúrguer e grelhe com um fio de azeite em uma frigideira bem quente. Formou uma crosta? Vire, frite por mais dois minutos e coma com o molho. Delicia também!

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Deixando as brincadeiras de lado, qualquer prato pode ser extremamente saboroso se você se dedicar e buscar os melhores temperos. Em nenhum lugar do mundo esta combinação tem como sair errado. Não digo para abandonar a lactose, o bacon e o glúten. O mundo é feliz com esse trio. Mas se pudermos empurrar com a barriga (sim, com trocadilho), pelo menos até o fim de semana, já ajuda. Até a próxima!

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Bolinha de Queijo: o clássico dos clássicos dos salgadinhos com apenas três ingredientes! Fritura é vida!

Certa vez um amigo meu brincou e me disse: “Se um dia alguma receita sua der errado a solução é simples. Basta fritar que com certeza ficará gostosa”. Após as risadas a gente vai e percebe que ele tem razão. Quem não gosta de uma fritura? Risotto, por exemplo. É um prato de muito sucesso sempre. Mas alguém foi lá e inventou um dia fazer um bolinho com as sobras até nascer o espetacular Arancini. Mas hoje a história aqui não são as sobras ou algo que deu errado, e sim um clássico eterno: Bolinha de Queijo.

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Na boa, traz para mim uma pessoa que não goste de bolinha de queijo – tirando os alérgicos à lactose. E esta receita aqui é simplesmente espetacular não só pelo sabor, mas principalmente pela simplicidade. Não tem massa, não tem empanado… É praticamente só queijo! E é perfeita para algumas variações – vou sugerir duas. Vamos aos ingredientes.

100g de polvilho doce
500g de queijo ralado grosso (usei 250g de parmesão e 250g de mussarela, mas pode ser minas curado, gruyère ou qualquer um que você prefira)
3 ovos
Sal (Atenção! Só use se seu queijo pedir)

Variações:
Mortadela
Orégano

Em uma tigela, use as mãos e vá misturando tudo até obter uma massa homogênea. Pode parecer queijo demais em um primeiro momento, mas cá entre nós, queijo nunca é demais.

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Com a massa pronta, você pode simplesmente enrolar no tamanho que você quiser: menor para festas, maior para comer em casa. Fica a seu critério.

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Mas as variações são sempre legais para dar um sabor a mais. Resolvi testar duas delas: mortadela e orégano. Piquei duas fatias de uma boa mortadela italiana que tinha aqui e misturei em um pouco da massa. Depois é só enrolar. Fiz o mesmo com orégano, mas aqui é tudo muito livre. Pode ser feito com presunto, salame ou qualquer tipo de erva.

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Enroladas, coloque-as na geladeira para firmar bem e não perderem o formato na hora da fritura. Em seguida, frite sob imersão em óleo quente e seja feliz! Afinal de contas, bolinho é vida!

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Lembrando aqui que elas podem ser congeladas sem o menor problema! Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Arancini: um petisco perfeito para utilizar as sobras do risotto do dia anterior!

Na semana passada coloquei por aqui a receita do croquete de linguiça toscana. Uma maravilha, mas na verdade aquilo é impossível não ficar gostoso. Afinal de contas envolve linguiça, mostarda e fritura! Sei que a vibe de hoje em dia é aquela vida saudável de saladas, alimentos sem glúten, sem lactose… Mas não adianta. Quando chega aquele petisco crocante e saboroso tudo isso vai embora. Então vamos a mais um bolinho que pelos ingredientes você vai ver que é impossível não ficar espetacular. Estamos falando do Arancini, ou bolinho de risotto.

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Comum na região da Sicília, onde foi criado no século X, é uma maneira perfeita para aproveitar as sobras do risotto que você comeu no jantar na noite anterior. Não lembra como faz o risotto? Clique aqui e aqui para relembrar duas opções que podem ficar perfeitas no seu Arancini. Feito isso, os demais ingredientes são: mussarela e tomilho para o recheio, e os itens para empanar: farinha de trigo, ovo e farinha de rosca.

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O risotto que sobrou aqui em casa foi de açafrão. Com ele gelado, fundamental para facilitar a modelagem do bolinho, coloque na sua mão, preencha com um pouco da mistura de queijo e tomilho, pegue mais um pouco do arroz e forme o seu petisco. Feito isso, faça o empanado passando primeiro na farinha de trigo, depois no ovo e por último na farinha de rosca. Em seguida é só fritar em óleo bem quente.

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Fácil, rápido e perfeito para abrir os trabalhos no seu fim de semana seja com uma cerveja bem gelada ou com uma boa taça de vinho. A cremosidade e o sabor do risoto se tornam crocantes. E o queijo derretido no meio é simplesmente fantástico.

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Não tem porque não fazer! Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Alho confit: receita maravilhosa e muito versátil. Docinho, vai da entrada ao acompanhamento!

Eu sou um viciado em alho. Frito, cru, em conserva, assado… De qualquer jeito dá um levante em qualquer prato e é fundamental no preparo de outros tantos. Mas na receita de hoje, o alho é o protagonista. E não com seu sabor marcante e tradicional, mas docinho, macio e perfeito seja para ser sevido como uma entrada, acompanhando uma salada, um bife ou saborizando um risotto. Estamos falando do Alho Confit.

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Para os que nunca ouviram falar, confit é o nome de uma técnica em que você cozinha qualquer coisa em gordura e em temperatura baixa. Aqui, vamos cozinhar o alho em azeite com algumas ervas para potencializar ainda mais o sabor. É extremamente simples, mas demanda certa atenção. Você vai precisar de:

Os dentes grandes de 3 cabeças de alho
250ml de azeite
Ramos de alecrim
Ramos de tomilho
Uma pitada de sal
Grãos de pimenta rosa (opcional. Neste dia não tinha e não utilizei)

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Após descascar os dentes de alho, coloque os em uma panela junto com as ervas inteiras mesmo. Elas estão ali para dar o sabor e após o preparo serão descartadas. Feito isso, cubra tudo com o azeite.

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Agora começa o período de atenção. A ideia é colocar a panela no fogo mais baixo possível. E ficar de olho. O processo todo dura entre 20 e 30 minutos até os dentes de alho ficarem macios e docinhos.

Mas durante este tempo é preciso ter atenção. Mesmo em fogo baixo, o azeite em algum momento vai querer começar a ferver. E aí você não estará mais cozinhando e sim fritando e isso nós não queremos nesta receita. Começou a formar bolinhas na panela? Tire do fogo e deixe a temperatura diminuir naturalmente antes de voltar. O aroma que sobe é incrivelmente delicioso.

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Com o alho pronto, coloque em um pote de vidro e pronto. Como é feito e estará guardado em gordura, o alho dura bastante tempo antes de estragar. Acabaram os dentes? Use este saboroso azeite para temperar sua salada. É incrível.

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Na onda do ‘detox’, um Gazpacho diferente e leve para amenizar os excessos de 2013!

É senso comum dizer que o ano de fato começa a partir da segunda semana de janeiro. Todos lembram dos inúmeros chopes e vinhos de fim de ano, da comilança do Natal e do Reveillon com peso na consciência. E começam a comer saladas, sopas, produtos “detox”… Não sou adepto dessas práticas, mas vou ajudar os que isso desejam. A dica é uma versão bem modificada, mas simplesmente espetacular do tradicional Gazpacho.

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A sopa de origem espanhola leva tradicionalmente pelo menos quatro ingredientes: pão, tomate, pepino e pimentão vermelho, e geralmente todos crus. E é servida gelada. Mas aprendi com o amigo Beto uma alternativa muito interessante. Aqui o pepino e o pão (na preparação) são descartados. Além disso, os ingredientes vão para a panela. Então chega de falar e vamos a eles:

2 pimentões vermelhos
6 tomates médios sem pele
2 cebolas picadas
1 alho poró picado
2 colheres de chá de páprica picante
1 colher de chá de cominho
1 litro de caldo de frango ou legumes
Ervas a gosto (usei louro, alecrim e tomilho inteiros e descartei no fim)
Sal e pimenta do reino
Croutons e Azeite para finalizar

Vamos primeiro ao pré preparo. É necessário assar e descascar os pimentões. Para fazer isso, e conseguir o gostinho defumado e adocicado, basta queimá-los na boca do fogão. E a ideia é deixar preto mesmo. Sem medo! Feito isso, coloque-os imediatamente em um saco plástico, feche e deixe lá cinco minutos. Ao abrir, basta raspar a pele queimada e descartar as sementes. Depois pique em cubos e reserve.

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Agora é a vez dos tomates. Para tirar a pele, faça um X na bunda deles e jogue em água fervente. Dois minutos depois jogue-os em uma tigela com água gelada para interromper o cozimento. Feito isso, descasque a partir do X, pique e reserve.

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Pronto, agora é só começar. Esquente azeite em uma panela e refogue pacientemente em fogo baixo a cebola e o alho poró. Quando murchar, entre com sal, pimenta, páprica e cominho. Refogue mais um pouco e coloque o pimentão, as ervas e o tomate. Siga refogando, aqui vale aumentar um pouco o fogo, para que os sabores fiquem apurados.

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Entre com o caldo de frango já previamente aquecido, deixe ferver, diminua o fogo para o mínimo e esqueça a panela entre 20 e 30 minutos. Deixe a chama baixa fazer o seu papel. Os sabores vão se concentrar e o cheiro que vai subir pela sua cozinha será brincadeira.

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Passado o tempo, desligue o fogo, descarte as ervas e vamos para o liquidificador. Bata a sopa inteira até tudo ficar homogêneo, um creme de cor laranja. Leve para a geladeira e deixe de um dia para o outro. O ideal é servir apenas no dia seguinte. Assim tudo ficará ainda mais concentrado.

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Sirva gelado, em pequenos potes com um fio de um bom azeite extra-virgem e croutons para dar textura. Espetacular, levinho, muito light e perfeito para quem está se sentindo mal com tudo que comeu no fim de 2013. E os que quiserem podem até chamar de Detox!

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Jantar de fim de ano da Confraria Velusué: inspiração para a semana após muita comida e belos vinhos!

Poucas coisas são mais divertidas do que quando um grupo de pessoas amigas se reúne para beber e comer bem. É garantia de bons momentos e muitas risadas. Este é o princípio que rege a Velusué, confraria de vinhos para a qual fui convidado pela minha sogra Marcia. Os encontros, este foi meu terceiro e os outros dois vocês relembram aqui e aqui, são sempre extremamente divertidos e acima de tudo saborosos.

Este ano, pela primeira vez, o presidente e chef Beto abriu sua cozinha para demais membros. E mesmo sendo um calouro tive a honra de passar a tarde por lá, acompanhar a finalização de muitos amuses e pratos e dar minha contribuição com os cogumelos do Que Marravilha!. Foi uma tarde especial.

Neste post não teremos receitas. É para servir apenas de inspiração. Daqui podem sair ideias de apresentação e também de pratos. Alguns aprendi e futuramente com certeza colocarei no blog. A mesa de antipasto, por exemplo tinha um belo hummus caseiro, babaganuche, punheta de bacalhau, tomates secos que foram hidratados em casa com azeite aromatizado, rolinhos de berinjela com ricota temperada…

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Este mereceu um close e será reproduzido aqui em casa, e consequentemente no blog, ainda este ano. Alhos confitados em azeite com alecrim, tomilho e pimenta rosa. Espetacular.

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O primero amuse da noite foi um gazpacho com manjericão macerado em azeite e mussarela de búfala. Outra que estará aqui no blog em breve.

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Em seguida creme de baroa feito com a água do camarão coroado pelo próprio camarão salteado com alho, pimenta rosa e coentro.

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O auge da noite, na minha opinião, foi a polentinha. Cremosa e saborosa em função do caldo de legumes caseiro, foi servida com uma gema crua de codorna e trufas negras. Absurdo.

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Outro ponto alto foi o chorizo português picante rapidamente salteado em frigideira com mel de figo, iguaria que não conhecia. Maravilhoso e um show de contrastes.

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Os principais foram três. O frango recheado com damasco e envolto em bacon ou presunto de parma veio com uma redução de mel, shoyu e suco de laranja.

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O bacalhau de forno vinha com cenouras, batatas e coroado por ovos batidos, parmesão e bastante azeite.

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Já os meus cogumelos foram servidos ao lado de escalopes de mignon com Aceto Balsâmico envelhecido.

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Nos vinhos, a foto mostra que a festa foi boa. Entre os espumantes destaque absoluto para o Salton Gerações Antônio Domenico Salton. Uma beleza de cor intensa e aromas bem interessantes. Nos tintos, fomos do Uruguai até a Austrália. Mas o destaque foram dois franceses. Um da região de Bordeaux, o Le Colombier de Brown. O outro foi o Le Château Musset Chevalier, um Saint Emilion Grand Cru. Espetacular.

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Espero ter inspirado os amigos e amigas leitores assim como fui pelo Chef Beto e seus confrades. Como disse, algumas das receitas em breve postarei aqui completinhas. Aqui a ideia foi só deixá-los com certa inveja. Uma boa semana a todos. Saúde!

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Vichyssoise: quente ou frio, esse creme de alho-poró com batata é espetacular! Perfeito para o frio!

Luninha arrancou o ciso na semana passada (aliás, por que alguém faz isso?!). Com a boca inchada, sua dieta tinha de ser baseada em qualquer coisa fria ou gelada. Sorvete é ótimo, mas vai comer por três dias seguidos. Então lá fui eu para a cozinha fazer uma sopinha gelada. A primeira que me veio na cabeça foi Gazpacho, mas ela não é fã de pimentão e pepino. Então parti para uma Vichyssoise, que nada mais é do que um creme delicioso a base de batata e alho-poró. Vale ressaltar que apesar da tradição mandar servir fria, ela pode perfeitamente ser consumida bem quentinha com uma taça de vinho para amenizar o friozinho dos últimos dias.

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Como nunca havia feito, fui procurar uma receita para ter como base e achei a da Nina, na Avenida Brasil. Obviamente fiz uma mudança aqui e outra ali. Então vamos aos ingredientes: 2 talos de alho-poró cortados em rodela, 1 cebola, 2 batatas grandes em cubos, 2 colheres de sopa de manteiga, 1 litro de caldo de frango, 150ml de creme de leite fresco, sal, pimenta do reino, noz moscada (uma pitada) e ciboulete picadinha para decorar.

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Em uma panela em fogo médio, refogue na manteiga com um pingo de azeite a cebola e o alho poró. Tempere com sal e pimenta e tenha paciência. Você quer deixá-los transparentes e murchinhos e não dourados. No fim da receita o objetivo é ter um creme quase branco. Depois de mais ou menos 15 minutos fica pronto.

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Entre com as batatas e o caldo de frango. Aumente o fogo e espere ferver. Em seguida, abaixe e espere as batatas ficarem cozidas. O tempo varia em função do fogão.

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Feito isso, bata tudo no liquidificador até o creme ficar bem liso. Volte ao fogo baixo, junte o creme de leite FRESCO, a noz moscada e mexa até incorporar.

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Está pronto. Sirva em um bowl ou no prato com mais uma colher do creme de leite e a cebolinha picada por cima. Espetacular. Quente ou fria, vale muito a pena fazer essa sopinha. Luna aprovou gelada e a Dona Cavalierona aprovou quente. Ou seja, acho mesmo que deu certo!

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Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Ps: Para quem não viu ainda, meus pitacos no PImenta e Limão, da comadre Nanda. Clique aqui e veja “Um livro, um filme e uma música” por mim!