Arquivo da categoria: Bares pela cidade

A quarta dos sanduíches no Da Gema. Belo hambúrguer e um Bolovo inesquecível.

Já havia falado rapidamente sobre o Da Gema na época do Comida di buteco. Sou fã incondicional da casa comandada pelos sempre muito simpáticos Luiza e Leandro. A dupla criou um dos melhores cardápios de botequim que se encontra hoje pela cidade. Mas inquietos que são, lançaram recentemente dois dias temáticos. Na terça, relembram petiscos clássicos de bares tendo destaque absoluto para uma coxinha de galinha inesquecível e já tão falada e badalada. Mas a outra novidade acontece todas as quartas-feiras com sanduíches remodelados e um bolovo que fico salivando só de lembrar.

Não vou nem perder meu tempo com a decoração que exalta as criações da dupla e também o Rio de Janeiro. Nem ao criativo Samba da Gema, composto pelo amigo e um dos maiores gourmets da cidade Gabriel da Muda. Vamos ao que interessa: comida e bebida. Além das tradicionais Brahma, Antártica, Original e Heineken, o Da Gema agora conta com algumas artesanais brasileiras. Fã incondicional de IPA que sou, bebi uma Schornstein (R$ 25).

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O bolovo. Esqueça o que você tem na cabeça. Nada daquela massa pesada e do ovo cozido e duro no meio. Aqui ele vem envolto simplesmente por uma carne picada na ponta da faca com ervas aromáticas como alecrim e com o ovo no meio ainda com a gema mole (R$ 10). Tudo isso coroado por um molho de mostarda com mel que se mistura com a gema. Absurdo. De verdade, um absurdo. Um show de contrastes.

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Dele parti para o cachorro quente (R$ 16). O pão estava mole demais, mas a linguicinha mineira assada é especial. Além disso, o molho caseiro a base de tomate e pimentões vermelho e amarelo estava muito saboroso. E o sanduba ainda vem acompanhado de um belíssimo molho bérnaise.

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Saem as linguiças e o pão comprido para o hambúrguer e seu pão redondo (R$ 18). O cardápio diz peito, mas a cozinha alterou a receita e agora usa fraldinha. Aqui, a carne novamente picada na ponta da faca (como deve ser este tipo de hambúrguer sem maiores temperos – lembra deste post?). Desta maneira o sanduíche ganha em textura e sabor, já que leva em sua composição apenas sal e pimenta.

A carne veio mal passada, outra vez como tem de ser, e coroada por queijo e uma compota de berinjela. Olhando pensei que fosse cebola roxa, mas o processo de criação do prato terminou com esta cor que acaba te enganando. Um sabor excelente, meio adocicado e ácido ao mesmo tempo. Demais. As batatas que acompanham são largas e vieram quentinhas. O molho é o mesmo bérnaise do dogão.

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Nas quartas-feiras ainda rola um sanduba de carne assada com geleia de pimenta caseira. Mas não sobrou espaço para provar. E no fim, antes da conta, o amigo Brunet pediu um dos meus pratos favoritos na casa: Polentinha com Rabada. Tive de roubar uma e coroar uma noite maravilhosa. Agradeça aos santos que fazem a proteção da casa e volte sempre. Vida longa ao Da Gema!

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Da Gema
– Rua Barão de Mesquita, 615 – lojas C e D, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ -(21) 2208-9414
Terça e quarta, das 17h à meia-noite; Quinta, das 17h à 1h; Sex, das 15h às 2h; Sábado, do meio-dia às 4h; Domingo, do meio-dia às 22h

Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Antiga Mercearia e Bar.. Uma grande novidade na Cobal do Humaitá, seja para compras ou para sentar e curtir!

Gosto muito da Cobal do Humaitá. É perto da minha casa e conta com dois lugares que curto ir: Puebla e Joaquina (que inacreditavelmente nunca falei por aqui). Mas recentemente uma novidade conquistou um lugar cativo entre os meus preferidos: Antiga Mercearia e Bar. Uma sacada genial, na verdade.

Durante todo o dia é uma mercearia que vende os mais variados produtos. Por lá você encontra geleias, massas, artigos importados, molhos e por aí vai. Além disso, no varejo você compra temperos, biscoitos doces, salgados, e até milho gigante do Peru, um espetáculo junto de um ceviche. E, é claro, o carro chefe: cervejas! As marcas são muitas e a ênfase fica nas nacionais. Bebe-se ali ou em casa.

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Mas a casa, extremamente bem decorada e que chama atenção de quem está no corredor que liga o lado da Voluntários com o da São Clemente, conta ainda com uma cozinha afiada. O cardápio de petiscos é enxuto, fazendo com que tudo esteja bem feito. São bolinhos, espetinhos, alguns pratinhos que chegam em uma marmitinha e também algumas porções.

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Estive por lá em várias oportunidades, o que me fez provar muita coisa diferente. Enquanto ninguém se decide, desce logo um chope e uma azeitoninha comprada a granel. São cinco torneiras sendo que duas são fixas com os artesanais que levam o nome da casa. São três tamanhos diferentes do Antiga Pilsen ou do Antiga Weiss. O primeiro é servido em um copinho de geleia personalizado. Alguns podem estranhar, mas achei criativo e diferente. Já o segundo vem no tradicional copo de trigo. Ambos muito gostosos.

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Comecei com o bolinho de feijoada (R$ 4,90). Não é o do Aconchego, é claro. Mas de todos que estão cada vez mais presentes nos cardápios pela cidade, este fez frente ao original. Casquinha saborosa, muito bem recheado com couve e linguiça. Um acerto.

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O croquete vem com propaganda no cardápio (R$ 4,80). Gostoso, mas não inesquecível. Ligeiramente mais adocicado que o do Alemão, por exemplo, mas casou bem com a mostarda escura.

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Em seguida o Bolinho de Bacalhau (R$ 4,80). Todos sabem como sou viciado (lembram do circuito Cadeg?) e este estava realmente bem gostoso.

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Pedi ainda dois bolinhos de aipim. O primeiro com catupiry e o segundo recheado com carne seca (R$ 4,50 cada). Chamou atenção em ambos a qualidade da massa: bem leve e saborosa. O primeiro é simples, para quem gosta de catupiry mesmo. O segundo tinha um recheio bem temperado, com cebola e salsa.

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Saindo das frituras, o espetinho de filé mignon veio no ponto certo de sabor e maciez (R$ 14,90). A farofinha que acompanhou estava saborosa.

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Já no campo dos petiscos, o pão de alho gratinado poderia ter ficado um tantinho a mais no forno, mas tem potencial (R$ 9,90). Só não peça caso você esteja em um encontro romântico.

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A última pedida foi a porção dos canapés de filé a milanesa (R$ 27,90). A combinação original do Astor é tiro certo. Torradas, queijo e um quadrado do milanesa. Sinceramente é muito difícil fazer isso dar errado.

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Como disse, gostei da novidade. E o público do Rio também, já que o movimento da casa tem estado cada vez maior. E acho merecido. Ideias criativas e bem executadas merecem ser premiadas. O atendimento, confuso no início, o que é perfeitamente normal, tem estado cada vez mais azeitado. Corrigido isso, a promissora casa tem tudo para ter uma vida longa, seja tomando algo por lá ou simplesmente passando para umas compras rápidas.

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Antiga Mercearia e Bar
Cobal do Humaitá – Rua Voluntários da Pátria, 446 – loja 7, Humaitá, Rio de Janeiro – RJ
(21) 2226-6553
Domingo a quinta, das 9h à meia-noite. Sexta e sábado, das 9h às 3h.

O clássico Braseiro da Gávea. Bom? Sem sombra de dúvidas! Barato? Vale a discussão!

No prêmio Rio Show de Gastronomia, o Braseiro da Gávea foi premiado na categoria “Bom e Barato”, gerando certa discussão. Bom ninguém tem dúvidas de que esse clássico do Rio de Janeiro é. A picanha é realmente especial e raramente vem fora do ponto. Mas o barato é discutível. Comparados à alta gastronomia, os preços são sim honestos. Mas há inúmeras opções pela cidade onde se come bem mais barato (inclusive aqui mesmo já dei o exemplo do Caravelas do Visconde).

Mas deixemos a discussão de lado. Afinal de contas, achando barato ou não, o Braseiro é um lugar que merece ser visitado. Fica no coração do Baixo Gávea, reduto tradicional da cidade. A decoração é a mais simples possível, seja no salão ou na varanda de onde você pode ficar de olho nas noites movimentadas.

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Não há como dispensar as linguiças (R$ 3 a unidade) que circulam pelo salão nos espetos. Chegam ao lado de um molho a campanha mais simples impossível. Lá, inclusive, eles abrem mão do pimentão verde. Para beber chope Brahma por R$ 6.

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O pedido, na minha opinião, é um só: Picanha Braseiro. O corte vertical pega todas as partes da picanha. Ela vem fatiada e no ponto perfeito. A ponta, naturalmente mais macia, estava espetacular. A parte de cima também estava igualmente saborosa e com boa maciez. Chega na mesa acompanhada de Arroz de Brócolis, Batatas Fritas (de verdade, não as congeladas, o que é um ponto mais do que especial) e Farofa de ovo com banana. Sente o close abaixo! Essência do “FoodPorn” não?

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O prato sai por R$ 85. Neste dia, éramos três e foi a conta certa depois de uma linguiça e meia cada um. No fim, a conta, que incluiu seis chopes e dois refirgerantes, acabou saindo R$ 53 para cada um. Caro? Não. Mas se come mais barato? Sim. Fossemos dois certamente seria pesado.

A reflexão é de cada um e o debate mais do que válido. Acho que a discussão se faz necessária até em função dos preços que costumamos encontrar pela cidade. Mas caro ou barato, não dá para negar que bom o Braseiro é demais.

Braseiro da Gávea
– Praça Santos Dumont, 116, Gávea, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2239-7494
Dom a qui, do meio-dia à 1h ; sex e sáb, do meio-dia às 3h

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Rapadura: boa alternativa na Conde Bernardotte. Comida nordestina e Serramalte gelada!

Perto da casa da Luna, a Rua Conde Bernardotte costuma me abrigar quando quero tomar um chope rápido. Mas começava a ficar enjoado das opções. Rota 66, por exemplo, não me agrada nem um pouco. Desacato raramente vou. Acabo ficando sempre na Academia da Cachaça, quando estou com fome, ou no Informal, quando quero apenas beber. Mas a rua agora ganhou uma nova opção que muito me agradou: Rapadura. A cozinha tem pegada nordestina e além do bem tirado chope Brahma, você encontra por lá Serramalte (R$ 9), cerveja da qual sou fã e que está cada vez mais difícil beber no Rio.

O lugar, que fica colado na Academia da Cachaça, tem decoração muito bacana. As pinturas, os chapéus no teto, os detalhes dos doces, o cardápio.. Tudo remete ao Nordeste e foi feito com muito bom gosto.

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Mas vamos ao que interessa: comida. Estive duas vezes no local nas últimas semanas e por isso pude provar muitas das opções de petiscos. Ainda não conferi o almoço executivo ou os pratos oferecidos na casa. Alguns surpreenderam muito positivamente. Outros derraparam um pouco contrastando inclusive com a descrição do cardápio.

Abrimos com os caldinhos. São duas opções: Feijão (R$ 10) e Mocotó (R$ 12). O primeiro estava gostoso, apesar de um pouco espesso. Achei criativo o acompanhamento: um pastel sem recheio que fez as vezes do tradicional pãozinho. Já o segundo estava saboroso, mas pouco lembrava um untuoso caldo de mocotó. Senti falta de mais pedaços do principal ingrediente.

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Mantive a linha dos caldos e provei as Favas a Moda Sertaneja (R$ 15). A porção é maior, as favas estavam bem cozidas e o caldo saboroso pela presença de costelinha, bacon e linguiça. Mas assim como o de Mocotó, poderia ter mais das estrelas na porção.

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Fomos então para as Almofadinhas. Tratam-se de dois salgados com recheio cremoso de rabada com agrião (R$ 10). A rabada estava cremosa e saborosa, e a massa, aquela tradicional de risole, não estava das mais pesadas. Boa pedida.

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A primeira visita continuou com uma porção de Carne Seca Acebolada com farofa (R$ 21), que não estava nada demais. Comum como as que a gente encontra hoje em quase todos os bares da cidade. Pedimos também a dupla de pastéis de carne (R$ 8). Ao invés de carne moída, anunciou-se um ragú. Mas infelizmente o recheio estava seco e pouco saboroso.

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Finalizamos a primeira noite com a Salada Sertaneja (R$ 28,5). Mix de folhas com uma porção da carne seca acebolada ali de cima e com fatias de abóbora assadas no melaço de cana com especiarias. Não fosse este último detalhe seria uma salada meramente comum, mas as abóboras deram um toque especial.

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Na segunda investida provei mais algumas opções. E obviamente, com muitas Serramalte. Iniciei com os Quadradinhos de Tapioca com queijo Coalho (R$ 19,5). Na porção, alguns estavam bem crocantes e com bastante queijo. O molho de pimenta agridoce dava um toque bacana. Outros estavam bem mais massudos.

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Em seguida outro pedido inconstante. O chamado Pau de Arara são mini bruschetas de linguiça com queijo (R$ 27,5). O cardápio diz que os pães são dourados em manteiga de ervas, mas no meu caso isso não foi nem visto e nem notado. Os pães, por sinal, estavam moles, deixando claro que não foram nem dourados. O que amenizou a frustração foi a linguiça, esta bem saborosa.

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Para compensar, o último petisco da noite estava bem saboroso. Carne de Sol Acebolada na chapa com pimenta biquinho e farofa (R$ 41). Os nacos de carne estavam macios e saborosos e a cebola, bem refogada, ligeiramente adocicada. A acidez com pouca ardência da pimenta biquinho unia bem os sabores.

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Como disse acima, o Rapadura é uma grata novidade. A comida não é perfeita, mas surge como uma boa alternativa informal ali na Conde Bernardotte. Acredito que os pequenos detalhes podem e devem ser tranquilamente corrigidos, mas só de não ficar refém da Academia da Cachaça para comer bem naquela rua já é para ser comemorado.

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OBS: Peço mil desculpas pela ausência no blog nas últimas semanas. Como todos sabem, a gastronomia para mim é um esporte. E em função do trabalho foram três viagens consecutivas e muitas matérias pela frente. Mas agora o blog volta com sua programação normal!

Boteco DOC: novidade muito agradável em Laranjeiras com hambúrgueres inesquecíveis!

Laranjeiras vem ganhando cada vez mais boas opções para quem gosta de comer e beber bem. O Botero, que já falei aqui e aqui, foi um dos principais responsáveis por trazer o Mercadinho São José de volta ao cenário. Agora, o Boteco D.O.C. vem fazendo barulho quase em frente à Paróquia Cristo Redentor. Comandado por Gabriel Carvalho, a casa inaugurada há pouco mais de um mês vem fazendo sucesso com seu cardápio bem feito, boa atmosfera e cervejas geladas.

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O pequeno salão é bem decorado e convidativo. As opções do curto, porém eficiente cardápio, estão em sua maioria na parede. Chegamos em um fim de tarde com iluminação perfeita. Quando ficou de noite, achei que tudo ficou um pouco escuro. Mas sem problemas. A calçada também é opção.

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Bebemos chope Noi (R$ 6,50), de Niterói, a encorpada Imperial (R$ 12) e Amstel Pulse (R$ 7,50). Para comer, iniciei a noite com o caldinho de Cassoulet (feijoada francesa a base de feijão branco). Bem temperado e com uma farofinha de panko e ervas que dava um toque especial (R$ 9).

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Os pastéis estavam impecáveis. São duas opções extremamente bem feitas. A primeira de queijo com confit de cebola roxa que dava adocicado perfeito para balancear a pedida. Já o de carne fugia ainda mais do comum. O recheio era um delicioso e encorpado Boeuf Bourguignon (R$ 4,50 cada). Para acompanhar um mel de tomilho bem saboroso.

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Mas a estrela da noite foi na verdade um trio. Os mini hambúrgueres estavam impecavelmente bem feitos. Suculentos e rosados por dentro, vinham em um saboroso pãozinho. Na parte de baixo um ketchup caseiro que mais lembrava um bom molho de tomate. A parte de cima vinha torradinha na frigideira com manteiga. Estava tão bom que comi separadamente. A carne vem coroada ainda com cheddar e compota de cebola (R$ 14 – preço incrível).

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Pedimos ainda uma porção de Iscas de Polvo à Provençal (R$ 28,50). Macio, estava no ponto certo e vinha acompanhado de batata, alho, salsa e pimenta dedo de moça que dava o calorzinho necessário. Outro petisco/prato muito bem feito.

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As sobremesas também brilharam. Uma generosa porção de brigadeiro de colher quentinho e com um toque curioso e especial de gengibre (R$ 9). Já o salame de chocolate geladinho vinha coroado com uma calda quente (R$ 12).  Contraste gostoso.

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Fiquei com vontade de provar os demais itens do cardápio, que para mim tem em seu diminuto tamanho o tiro certo. É melhor fazer as poucas opções de maneira impecável do que encher de coisas e se complicar. Saí de lá satisfeito e feliz com a nova opção. Vida longa ao DOC!

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Boteco DOC
– Rua das Laranjeiras – 486, Cosme Velho, Rio de Janeiro – RJ – (21) 3486-2550
Ter a sex, do meio-dia à meia-noite. Sáb, do meio-dia à 1h. Dom, do meio-dia às 21h.

Bar Urca à noite: cerveja gelada, vista da mureta, amigos e muita sardinha! Tradição do Rio!

Poucos programas são tão tradicionais no Rio de Janeiro como encarar uma Original, as empadas e pastéis sempre frescos na mureta em frente ao Bar Urca. E fundamentalmente isso é feito na hora do almoço ou então no fim de tarde. Nos fins de semana, é missão praticamente impossível conseguir um espaço sequer para sentar e se deslumbrar com a vista magnífica e privilegiada da cidade. Mas na última semana descobri dois novos encantos que, confesso, não conhecia na casa sempre tão falada.

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O primeiro deles pode parecer inusitado, mas simplesmente nunca tinha sentado à noite na mureta. Em uma quinta-feira, ao lado dos camaradas do GLOBOESPORTE.COM, foram muitas risadas regadas de Original simplesmente trincando a R$ 9 cada. Mas antes disso, uma paradinha no balcão para descobrir outra coisa inédita: as sardinhas fritas.

Sou completamente viciado em sardinhas. E no Bar Urca basta você pedir ali no balcão que ela é frita na hora e chega sequinha para você. Estavam carnudas, bem temperadas e com o empanado na medida certa a R$ 2,80 cada uma. Com gotinhas de limão e um fio de azeite, acabei me perdendo nelas. Foi disparado o melhor que comi naquela noite.

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Sim, teve espaço para os pastéis (entre R$ 2,50 e R$ 2,80 dependendo do sabor). Encarei também um bom bolinho de bacalhau com tempero na medida certa por R$ 2,70 (e você lembra aqui que eu gosto pouco de bolinho, não é?). Como disse, são gostos e possuem o mérito de chegarem sempre quentinhos pois a rotatividade é grande. A empada de queijo (R$ 4,20) também estava gostosa. Massa leve e recheio saboroso, apesar de um pouco pesado.

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Resumindo, o Bar Urca também tem poesia e encantos além de um fim de tarde no domingo. E convenhamos que quando você está entre bons amigos tudo fica mais fácil. Vale a visita. E a sardinha!

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Bar Urca
Rua Candido Gaffre 205 – Urca, Rio de Janeiro
Tel: 21-2295-8744
Todos os dias de 11h30 às 23h

O retorno ao Botero serviu para confirmar: bom bar, bons petiscos e drinks que surpreenderam…

Já havia comentado na época do Comida di Buteco que o Botero surgia como um grande bar no Rio de Janeiro. Isso porque tinha provado apenas o petisco concorrente e mais um pastelzinho. Mas estava devendo uma visita com mais calma. Ela aconteceu e não me arrependi. A casa no Mercadinho São José vale e muito a ida. O cardápio curto e bem executado contém petiscos interessantes. A cerveja está sempre muito gelada. Para quem não curte a bebida, os drinks surpreendem. E a trilha sonora ainda esbanja qualidade.

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Enquanto nada é escolhido, uma Serramalte bem gelada (R$ 8). Difícil beber essa bela cerveja por aí. E para começar os trabalhos, bons pasteis: rabada com agrião e costela com molho bordelaise (R$ 4,50 cada). O segundo estava melhor. Faltou um pouquinho de sal ao primeiro, que estava com sabor promissor (sou fã de rabada!).

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Eis que fomos surpreendidos pelo barman com duas cortesias. A primeira um drink que ainda não está no cardápio. Na taça de martini, uma curiosa combinação de rum, banana, coco e abacaxi surpreendeu. Já o segundo está lá na carta e vale muito a pedida: tequila, grenadine, cointreau, maracujá e gotas de tabasco (R$ 18). A sensação da pimenta deu toque bem especial à combinação.

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Resolvi pedir a lasanha de jiló (R$12). Gostosa, mas não inesquecível. Acho que faltou um pouco mais de molho para atenuar o amargor. Mas a farinha de paio conferiu um salgadinho e a textura.

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As bruschettas são campeãs já. Na época do Comida di Buteco eram três sabores. Agora o cardápio voltou a deixar apenas um: tomate, parmesão, ovo de codorna com gema molinha, farelo de paio e tomilho (R$ 19 seis unidades). Sempre um prazer a cada mordida.

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Fomos ainda com linguicinha de pernil com mini cebolas e batatinhas salteadas na manteiga de garrafa (R$ 28). O petisco vinha acompanhado de um chutney de pimenta que equilibrava de maneira perfeita e um molho de mostarda em grãos que estava gostoso. Ao olhar no cardápio imaginei algo bem gorduroso, mas tudo funcionou muito bem.

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O mesmo posso dizer do Stracotto, uma porção de carne cozida durante bom tempo na cerveja e servida em seu próprio molho (R$28). Além da cesta de pães, uma cabeça de alho assado acompanha o petisco e harmoniza perfeitamente. O doce do alho traz o equilíbrio. A estrela da noite.

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Conheci o bar há pouco tempo, mas virei fã. É sempre bom ter um lugar onde você pode comer e beber bem e ainda aproveitar de um ambiente descolado. Vale a visita. Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Comida di Buteco: os três últimos. Da Gema virou meu favorito e estreante pisa feio na bola!

E continua a peregrinação! Só que, infelizmente, o Comida di Buteco 2013 vai acabar para mim já que embarco ainda esta semana para as minhas férias. Mas antes de cruzar o Atlântico, os últimos pitacos da competição e de todos que eu provei, que você pode conferir clicando aqui e depois aqui, descobri o meu favorito. Após um prato elaborado que não conseguiu me encantar na edição do ano passado, apesar de ter sim um bom sabor, o Da Gema voltou ao simples e fez um petisco que fica na memória.

Dono de resultados empolgantes na competição (já abocanhou um título, um vice e também uma conquista no petisco Doritos), o Da Gema lançou este ano o Atoleiro Carioca. Trata-se de peito bovino, linguiça e aipim cozidos servidos com pesto de agrião (R$ 24). A diversão já começa pela apresentação. Sobre uma tábua de madeira, o petisco vem servido em uma panelinha que lembram as cocottes francesas acompanhado de dois pãezinhos providenciais para raspar o molho que fica no fundo e uma pimenta bem temperada.

A carne estava macia e com tempero perfeito. O aipim bem cozido e a linguiça saborosa. Mas a estrela é o surpreendente pesto de agrião de sabor marcante, mas completamente equilibrado. O prato é de uma harmonia incrível. Estava tão gostoso que a mesa com os amigos Pedro Ivo, Luciano Mello e Miguel Caballero repetiu a pedida por duas vezes. Ponto para os talentosos e simpáticos Leandro e Luiza, que tocam a casa que conta ainda com um belíssimo cardápio. Bebemos Heineken.

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

O Da Gema despontou como favorito para mim.. Carne impecável, pesto surpreendente e tudo harmonioso!

Antes do Da Gema, passamos pelo Rio Brasília para comer a Porpeta do Presidente JK. Trata-se de uma porção com seis almôndegas de carne recheadas com linguiça (R$ 15). E o estreante não me empolgou. Achei pesado. Faltou delicadeza no preparo e o conjunto estava bem seco, apesar de bastante engordurado. Positivo o sabor da linguiça e o quase sempre dispensável molho de maionese. Foi ele quem deu umidade ao prato. Outro ponto positivo foi a temperatura impecável da Heineken.

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso...

O estreante Rio-Brasília veio com almondega que estava pesada, seca e com gordura em excesso…

E neste post acabei começando do melhor para o pior. No (a) Cadeg, o estreante Bar Corujão pisou feio na bola. O petisco denominado Explosão de Sabor estava bem abaixo do esperado. Trata-se de um quadrado de massa de aipim recheado com bacalhau, palmito e azeitona coberto com queijo parmesão (R$ 15). Primeiro ponto negativo foi a temperatura do prato que estava frio. O recheio estava com pouco tempero e nada harmonizava. Faltou capricho também na massa, bem pesada. Uma pena.

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

Apresentação ruim, queijo passado e recheio sem sabor.. O estreante Corujão foi mal demais..

É isso, amigos. Estes foram os que consegui provar em três dias bem corridos. Agora vou acompanhar o resultado de longe. Como já disse, os endereços e horários dos bares você confere no site oficial do Comida di Buteco.

Mais informações, como vocês já sabem, sempre no Twitter e no Instagram (@GastroEsporte). Até a próxima! Beijos em todos! Ah! Lembrando que agora o Gastronomia por Esporte também está no Facebook! Cliquem e curtam a página! Por lá vocês vão conferir todas as novidades do blog! http://www.facebook.com/gastroesporte

Comida di Buteco: mais três bares visitados… Tradição da Adega Pérola saltou aos olhos e Sat’s é sempre Sat’s!

O primeiro dia foi movimentado. Foram cinco bares em uma tarde tranquila de domingo. Quem não leu os comentários pode clicar aqui e matar a curiosidade. Como disse lá, meu tempo é curto já que embarco na sexta para curtir as férias. Mas enquanto isso a gente mata a curiosidade de mais concorrentes desta edição do Comida di Buteco. Então, na última segunda, fui acompanhado do amigo e referência Pedro Ivo conhecer mais três concorrentes. E diria que foram excelentes surpresas.

Abrimos a noite no Caldo Beleza. O petisco, chamado Linguiça Abestada, é quase um caldo em pedaços. Aipim, linguiça e costelinha de porco bem cozidas e servidas em caldo untuoso (R$ 25). Estava tudo macio e saboroso. O sal ficava equilibrado quando se provava todos os componentes juntos. A pimenta biquinho que vinha decorando caiu bem. Jogou contra a falta do pão para comer junto e a temperatura da cerveja: tanto a Heineken em lata como o chope Brahma não estavam trincando.

Aipim, costelinha e linguiça em caldo rico, untuoso e saboroso.. Quase uma sopa em pedaços...

Aipim, costelinha e linguiça em caldo rico, untuoso e saboroso.. Quase uma sopa em pedaços…

Rumamos então para o Adega Pérola, dos bares mais tradicionais da cidade. E aqui a fama e a experiência jogaram a favor. A Linguiça de Baco foi um belo petisco (R$ 20). Trata-se de rodelas de linguiça cozidas em vinho tinto e cobertas com gorgonzola derretido e cebola. O vinho utilizado no preparo, que certamente é dos mais baratos, acabou equilibrando e casando muito bem com a força do queijo e o sabor intenso da linguiça. Uma excelente pedida acompanhada de chope Brahma, desta vez bem gelado.

Linguiça cozida no vinho tinto, cebola e gorgonzola.. Tudo harmonizou muito bem na Adega Pérola..

Linguiça cozida no vinho tinto, cebola e gorgonzola.. Tudo harmonizou muito bem na Adega Pérola..

Finalizamos a noite no Galeto Sat’s, ponto mais do que tradicional para quem quer tomar aquela saideira em paz. Recebido de braços abertos pela simpatia que é o Serginho, provamos o Bacalhau Agasalhado (R$ 35). Trata-se de uma generosa porção da linguiça de bacalhau que já dava as caras no cardápio da casa, mas desta vez foi produzida em versão mais delicada que o habitual. Invenção criativa, saborosa e que vem acompanhada de pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna. O sabor é diferente e instiga a comer mais. Bebemos novamente o chope Brahma sempre bem gelado. De quebra ainda conheci o simpático Bruno, que comanda o Botero, e reencontrei a querida Luiza do Da Gema, com sua equipe!

Se você não conhece o Sat’s, vá, experimente o petisco e de quebra prove o galeto com molho de limão e o pão de alho que são imperdíveis. Em breve irei escrever com calma sobre este bar que gosto muito.

Linguiça de bacalhau, pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna.. Criatividade e sabor no Sat's..

Linguiça de bacalhau, pimentões, cebola, azeitona e ovos de codorna.. Criatividade e sabor no Sat’s..

A jornada continua e sempre será contada por aqui até o dia em que embarcar! Os endereços e horários de funcionamento das casas que visitei e dos demais participantes você confere lá no site oficial do Comida di Buteco.

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Comida di Buteco 2013: as cinco primeiras visitas. Quem roubou a cena foi o estreante Botero!

Começou na última sexta-feira dia 12 a mais nova edição do Comida di Buteco. Com a Heineken como nova patrocinadora nas ampolas, 30 bares espalhados pela cidade criaram petiscos tendo como obrigação o uso de linguiça e/ou aipim. No domingo iniciei a minha peregrinação, que será curta este ano já que na sexta-feira embarco de férias para a Europa onde farei outro tipo de circuito! Mas até lá pretendo ir a mais alguns lugares. Vão aqui então as minhas primeiras impressões e os pitacos.

Vamos começar por quem roubou a cena. O estreante Botero, que tem movimentado o tradicional Mercadinho São José em Laranjeiras, serve uma porção de seis mini bruschettas criativa e extremamente saborosa (R$ 22). O primeiro par é a clássica de tomate com um ovo de codorna frito, farelo de paio e um toque de tomilho. Para ficar impecável mesmo só se a gema estivesse mole. A segunda não teve tanto brilho, mas também é gostosa: base de tomate e rodelas de linguiça. A última estava perfeita: costela desfiada bem molhadinha e suculenta com um creme de aipim por cima. O melhor do dia. Para beber Brahma Extra (foi mal Heineken).

O campeão do dia.. Bruschettas impecáveis do Botero que ainda conta com um cardápio excelente!

O campeão do dia.. Bruschettas impecáveis do Botero que ainda conta com um cardápio excelente!

De lá fomos para o Baixo Gago provar a Sinhá Moça, duas empadas com massa de aipim recheadas com linguiça acompanhadas por uma bela geleia de pimenta (R$ 19,90). Achei a massa um pouco pesada, apesar de saborosa. A descrição do petisco dizia que o recheio era cremoso, mas no nosso caso veio apenas linguiça picada. Avisamos ao muito atencioso garçom Thiago que providenciou em um potinho o creme que não veio dentro e que fez toda a diferença amenizando o tom picante do embutido e trazendo um toque de gorgonzola. Para beber Serramalte (foi mal de novo Heineken!).

Empadas de aipim com recheio de linguiça e bela geleia de pimenta..

Empadas de aipim com recheio de linguiça e bela geleia de pimenta..

Deixamos Laranjeiras e fomos para o Humaitá rumo ao Palhinha. Boa surpresa. Trata-se de uma porção de linguiça de javali flambada em cachaça envelhecida, cebola roxa e pimenta dedo de moça (R$ 29,90). A linguiça era normal, mas o acebolado estava muito saboroso e a pimenta deu um toque fundamental. A cachaça estava bem presente e aromática. Compõe ainda o petisco uma porção de grissinis de aipim com quijo que estavam saborosos, mas zero crocantes o que prejudicou. O molho de maionese dispensável está lá ao lado de geleia de pimentão. Uma Brahma para dentro (opa Heineken!).

Linguiça de javali com acebolado saboroso e grissinis de aipim.. Petisco do Palhinha foi bem...

Linguiça de javali com acebolado saboroso e grissinis de aipim.. Petisco do Palhinha foi bem…

Vamos então subir o morro. Na pacificada Ladeira dos Tabajaras, o estreante Bar do Bahiano serve bolinho de aipim com recheio de camarão (R$ 15). Como vocês já sabem, não como camarão por alergia. Mas provei a saborosa massa que é feita na acanhada cozinha do bar que fica na movimentada ladeira. Estava bem leve o salgado e o molho desta vez não foi dispensável e estava gostoso. Além disso, a visita vale pela simpatia dos funcionários e em especial do Bahiano. O orgulho que ele sente de estar no concurso foi de arrepiar. Voltarei para provar as outras opções do cardápio. Bebi Brahma outra vez!

Simples, mas eficiente, os croquetes de camarão com massa de aipim do Bahiano.. Molho saboroso..

Simples, mas eficiente, os croquetes de camarão com massa de aipim do Bahiano.. Molho saboroso..

Finalizamos o domingo subindo mais ladeiras. Do Tabajaras para o Chapéu Mangueira, no Leme, onde finalmente conheci o Bar do David, que já abocanhou um terceiro lugar e um vice campeonato. Este ano atacam de nacos de linguiça empanados em farinha de especiarias aos dois molhos acompanhados de chips de aipim (R$ 22,90). Os chips estavam bem gostosos. Um dos molhos era uma espécie de chimichurri muito saboroso. Já o outro não manteve o nível e poderia ficar de lado. As linguiças eram gostosas, mas não senti bem as especiarias. Ou seja, petisco de altos e baixos, mas que você acaba relevando também em função da simpatia do David. E lá bebemos a primeira Heineken do domingo!

Nacos de linguiça empanadas, chips de aipim e dois molhos para acompanhar.. Petisco do David..

Nacos de linguiça empanadas, chips de aipim e dois molhos para acompanhar.. Petisco do David..

Nesta semana pretendo dar as caras pela Zona Norte e conhecer o que for possível antes da viagem. Os endereços e horários de funcionamento das casas que visitei e dos demais participantes você confere lá no site oficial do Comida di Buteco.

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