Arquivo mensal: fevereiro 2014

Barsa: há pouco mais de três anos levando gastronomia de qualidade para o (a) Cadeg. Tinto, Tropeiro e Pato no ar condicionado!

Sensação térmica de 59 graus no Rio. Praia? Piscina? Nada disso. Lá fui eu para o (a) Cadeg – a polêmica será eterna: Centro como manda o figurino ou Central como manda o sentimento popular?! Mas essa discussão a gente já teve aqui, o que importa mesmo é a boa comida. E lá no nosso Mercado Municipal opções não faltam. Entre clássicos roots como Poleiro do Galeto, Adega Cesari e Cantinho das Concertinas, que para mim tem o melhor bolinho de bacalhau de lá, surge o Barsa. Com pouco mais de três anos, a casa do chef Marcelo Barcellos se consolidou como um espaço de gastronomia feita com esmero e qualidade em um local com pegada muito popular, mas que a cada dia que passa se abre para qualquer um.

E aos que ainda não sabem, o Barsa que antes ocupava apenas a rua, tem um salão com ar condicionado. Ou seja, foi ele que permitiu a “loucura” de abrirmos alguns tintos pouco depois de 13h em Benfica. Português na taça, Reguengos Garrafeira dos Sócios, uma excelente pedida, Tropeiro no prato (R$ 13). Há pouco tempo no cardápio, foi uma grata surpresa.

As carnes são refogadas separadamente, o que deixa o prato mais leve e com muito menos gordura. Mesmo sendo uma entrada não usual, caiu muito bem com o vinho e umas gotinhas de pimenta.

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Do Tropeiro pulamos para algumas entradas clássicas da casa. Entre elas o Pão do Chef (Três fatias por R$ 21 e seis por R$ 38). Chega quentinho, com casquinha torradinha e crocante e interior macio com recheio de provolone e bons nacos de linguiça calabresa. Boa pedida.

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Na sequência trio de Bruschettas. A de tomate muito me surpreendeu. Esqueça aquele seco de sabor forte, aqui ele vem cortado ao meio e semi desidratado. Docinho e temperado na medida certa. A de cogumelos estava gostosa, mas não inesquecível. A de bacalhau estava extremamente bem temperada e recheada. Muito gostosa. E todas chegam em cima de um pão feito na casa com um leve toque de ervas. Uma saída diferente da bruschetta tradicional.

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Poderia continuar nas entradas. Sou fã da punheta de bacalhau e fiquei muito curioso com um Folhado de faisão ao molho de tangerina. Mas fomos para o principal. E desta vez também fugi do usual: nada de bacalhau ou da sempre excelente paleta de cordeiro. Fomos de Arroz de Pato (R$ 70 o pequeno que comem dois com muita tranquilidade).

Uma maravilha. Chega na mesa em panela de pedra que mantém o prato aquecido enquanto você come, ou seja, o repeteco vem na mesma temperatura do primeiro. Com pedaços do pato confitado em vinho e ervas, o arroz chega molhadinho, bem temperado e ainda com mini cebolas e azeitonas verdes. Mas o grande diferencial do Barsa neste prato é a linguiça. Eles utilizam fatias de um embutido português picante que dá um diferencial a cada garfada. Espetáculo.

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Saí de lá feliz e com a certeza de que mesmo em um Rio de Janeiro de temperaturas absurdas, você pode ter um almoço substancial destes com boas taças logo ali em Benfica no, ou na, Cadeg.

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Barsa
– Cadeg – Rua Capitão Félix 110 – rua 4, lojas 4 e 6, Benfica, Rio de Janeiro – RJ (21) 2585-3743
Segunda a quinta, das 12h às 16h; sexta a domingo, das 12h às 17h

Arancini: um petisco perfeito para utilizar as sobras do risotto do dia anterior!

Na semana passada coloquei por aqui a receita do croquete de linguiça toscana. Uma maravilha, mas na verdade aquilo é impossível não ficar gostoso. Afinal de contas envolve linguiça, mostarda e fritura! Sei que a vibe de hoje em dia é aquela vida saudável de saladas, alimentos sem glúten, sem lactose… Mas não adianta. Quando chega aquele petisco crocante e saboroso tudo isso vai embora. Então vamos a mais um bolinho que pelos ingredientes você vai ver que é impossível não ficar espetacular. Estamos falando do Arancini, ou bolinho de risotto.

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Comum na região da Sicília, onde foi criado no século X, é uma maneira perfeita para aproveitar as sobras do risotto que você comeu no jantar na noite anterior. Não lembra como faz o risotto? Clique aqui e aqui para relembrar duas opções que podem ficar perfeitas no seu Arancini. Feito isso, os demais ingredientes são: mussarela e tomilho para o recheio, e os itens para empanar: farinha de trigo, ovo e farinha de rosca.

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O risotto que sobrou aqui em casa foi de açafrão. Com ele gelado, fundamental para facilitar a modelagem do bolinho, coloque na sua mão, preencha com um pouco da mistura de queijo e tomilho, pegue mais um pouco do arroz e forme o seu petisco. Feito isso, faça o empanado passando primeiro na farinha de trigo, depois no ovo e por último na farinha de rosca. Em seguida é só fritar em óleo bem quente.

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Fácil, rápido e perfeito para abrir os trabalhos no seu fim de semana seja com uma cerveja bem gelada ou com uma boa taça de vinho. A cremosidade e o sabor do risoto se tornam crocantes. E o queijo derretido no meio é simplesmente fantástico.

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Não tem porque não fazer! Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

‘Quer ser feliz? Vá ao Momo!’ Agora entendi finalmente o bordão do amigo Gabriel da Muda. Que bar!

Outro dia o amigo Gabriel da Muda, hoje um dos grandes foodies do Rio de Janeiro (termo um pouco irritante confesso, mas que acaba representando bem os amantes da gastronomia que caçam bons lugares para comer e beber bem), postou em seu Instagram uma foto do espetacular frango assado do Rex, na Praça da Bandeira. Na legenda, uma espetada: “Beijo pros críticos de gastronomia que não atravessam o túnel”. Não sou tão radical, mas o fato é que existem grandes lugares para o lado de lá do Rebouças. Mas hoje vou ficar em apenas um deles: o Bar do Momo.

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O Momo conheci outro dia justamente com o Gabriel. Por ser quase um vizinho do bar, é um dos maiores frequentadores do local e acabou sendo indiretamente um divulgador das delícias que saem na hora da minúscula cozinha comandada pelo simpático Toninho ou pelo seu pai, o Tonhão. Cardápio? Esquece. Lá não tem. O que você encontra é o bom e velho boca a boca.

“E aí, Toninho? Tudo certo, meu camarada? Que que sai daí hoje?”. Essa frase é ouvida com frequência pelas mesas que ficam na calçada. Entre várias opções, uma é presença garantida faça chuva ou faça sol: o bolinho de arroz com linguiça. Frito na hora, como tudo por lá aliás, o bolinho é crocante por fora, cremoso por dentro, extremamente bem temperado e feito com muito esmero. O meu eu achava gostoso, mas vi que não chega nem perto (relembre aqui).

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É muito bom mesmo. Mas será que pode ficar melhor? Com certeza. Em uma das inúmeras vezes que esteve por lá, Gabriel da Muda levou Rafael Costa e Silva para conhecer Toninho. O ex-número 1 da cozinha do Mugaritz, que em breve inaugura o seu Lasai na Conde de Irajá, se meteu nas panelas do Momo e criou a incrível Tortilla de Bolinho de Arroz. A massa é a mesma do petisco, mas ganhou a adição de ovos quase como o tradicional prato espanhol. Inacreditável de tão gostoso.

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No campo dos jilós, Toninho também brilha. Ele vem cozido e recheado com uma carne assada que desmanchava na boca de tão macia. E o molho? Saboroso e untuoso, daqueles que o pão para limpar o prato se torna item obrigatório.

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Ainda tenho muitas iguarias para provar por lá: pastéis, lasanha de abobrinha com costela, entre outras ideias que fervilham na cabeça do Toninho. De fato fiquei apaixonado pelo bar e entendi porque em recado constante no Instagram do Da Muda. Nas palavras do próprio: “Quer ser feliz? Vá ao Momo!”. Ah! Mas quando for leve dinheiro porque lá não aceita nenhum tipo de cartão!

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Bar do Momo
– Rua General Espírito Santo Cardoso 50, Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
(21) 2570-9389
Todos os dias a partir das 9h até 23h. Domingo até 18h.

Croquete de Linguiça do Barteco em casa. Petisco delicioso, fácil de fazer e perfeito com uma cerveja gelada!

Tem hora que ler a Revista Gula me deixa mal. Calma, eu explico. Sou fã da publicação, mas por ser sediada em São Paulo, muitas das matérias se baseiam em personagens da cena gastronômica do nosso Estado vizinho. Mas de vez em quando me inspiro em uma das receitas e tento ao menos amenizar a vontade. Foi o caso do croquete de linguiça do Chef Daniel Brum, do tão falado e recém-inaugurado Barteco. No segundo seguinte ao ponto final já me movimentei para reproduzir o petisco. E digo mais: ficou espetacular!

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Os ingredientes são poucos e o preparo relativamente simples. Então vamos lá e aqui reproduzo fielmente a receita como foi apresentada na revista. A única diferença é que não fiz o molho sugerido.

Massa:
1kg de linguiça toscana
50g de mostarda l’ancienne (aquela com as sementes)
1 cebola picada
50g de manteiga
100g de farinha de trigo

Para empanar
50g de farinha de trigo
1 ovo batido
50g de farinha de rosca

Antes de ir para o fogão, retire toda a carne da linguiça da tripa e dê uma picada. Na panela coloque a manteiga para derreter e refogue a cebola. Após murchar, aumente o fogo e entre com a linguiça fora da tripa.

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Enquanto a carne vai pegando cor e a gordura derretendo, vá soltando os pedaços com a sua colher de pau. O objetivo é deixar a massa mais uniforme. Quando secar, coloque a mostarda. Misture bem e entre com a farinha. Cozinhe por mais 10 minutos para tirar aquele gosto de farinha crua e está pronto.

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Neste momento fiquei inseguro. A massa me parecia com pouca liga. Mas o objetivo é esse: deixar os ingredientes falarem por si só sem mascará-los com mais farinha ou até mesmo um ovo.

Com os componentes do empanado em potes separados, vá modelando os seus croquetes. Primeiro entre na farinha de trigo, em seguida no ovo e por último na farinha de rosca. Aí é só fritar em imersão com óleo bem quente.

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O croquete de fato é extremamente gostoso. Com uma cerveja do lado, animou e muito a tarde de domingo. Saudável? Não é não. Mas de vez em quando vale enfiar o pé na jaca! E agora o próximo passo é comer direto na fonte. Mas isso só nas próximas investidas por terras paulistanas…

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Mousse de Chocolate com Biscoito: tudo no liquidificador para o doce da minha infância.

A idade e a experiência naturalmente fazem com que os gostos fiquem refinados. Afinal de contas, ao longo dos anos você vai descobrindo produtos, explorando sabores, possibilidades… É inegável que um bom chocolate com alta concentração de cacau é bastante atrativo. O que dizer da uma bela ganache com o tom certo de amargor cobrindo um bolo, por exemplo? Mas em certos momentos o passado fala mais alto. Aquela época em que tudo que você queria era um doce rápido e com gosto de chocolate. E poucas sobremesas me deixavam mais feliz do que a mousse de chocolate com biscoito.

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São poucos ingredientes, e quase você já deve ter em casa, e o melhor: praticamente nenhum trabalho já que você vai precisar apenas de um liquidificador.

1 pacote de biscoito maizena
1 lata de creme de leite
3 ovos
8 colheres de sopa de Achocolatado
1 tablete de margarina

O primeiro passo é triturar o biscoito. Gosto do meio termo, então pego dois terços do pacote e bato até virar uma farinha. Os que sobraram eu bato na função pulsar para ficar pedaçudo e dar um pouco de textura. Feito isso, coloque em uma travessa.

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Agora é o creme de chocolate. O preparo? Colocar tudo no liquidificador e bater até ficar uma mistura homogênea. Em seguida é só despejar em cima do biscoito triturado e colocar na geladeira. Acabou. Está pronta.

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Cada colherada vem repleta de lembranças daquela época em que as preocupações eram mínimas. É o tempo bom que não volta nunca mais. Mais informações sempre na página do Facebook, E no Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Curtinha: Dom Barcelos recebe evento para os amantes de cerveja. Bons rótulos, pratos harmonizados e um bom bate papo!

Quem não gosta de cerveja nem precisa continuar lendo. Afinal de contas, na próxima quinta-feira, o Dom Barcelos vai receber um evento dedicado aos amantes do “pão líquido”. Nas taças, cinco rótulos que irão harmonizar com preparações feitas com a bebida. Além disso, o beer sommelier e cervejeiro caseiro Daniel Martins vai falar um pouco mais sobre o universo das cervejas artesanais que cada vez mais encanta os brasileiros. E o melhor, finalmente vamos poder provar a sua criação, a Yellow Dog, em primeira mão.

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Entre as cervejas, a clássica Pilsner Urquell, a alemã de trigo Weihenstephaner, a boa IPA nacional Colorado Indica, a frutada (ao pé da letra já que leva cereja) belga Kriek Boon e a inglesa Strong Sufolk, a que mais estou curioso já que nunca bebi esta Vintage Ale que passa por tonéis de carvalho.

Nos pratos o evento também promete fazer bonito. Logo na entrada, pão de malte com manteiga de lúpulo, este mesmo aí de baixo. O lúpulo volta a aparecer dando seu aroma para o azeite que acompanha o bolinho de bacalhau. A costelinha na brasa recebeu o líquido no tempero e chegará ao prato com molho Barbecue. No fim, o Beer Brownie que leva além da cerveja Yellow Oatmeal Stout no lugar do leite, nibs de cacau e notas de café – este já provei e está bem intenso, com sabores marcantes.

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Aos interessados, o evento custa R$ 100 e acontece no dia 13, a partir das 20h. O pagamento é feito de maneira antecipada através de transferência bancária (os dados estão acima). O Dom Barcelos fica na Cidade Nova, bem perto da Praça XV. Eu estarei por lá! Saúde e até quinta!

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Peneira 19: café brasileiríssimo produzido pelo Café do Centro é exclusividade do grupo Forneria. Bela xícara após o almoço!

A história é bacana. Amante de café, Denise Schirch buscava junto com João Paulo Diniz um novo café para os restaurantes do Grupo Forneria, do qual ela é diretora e ele proprietário. Amante da bebida, a dupla estava cansada dos tradicionais italianos e foi atrás de um grão bem brasileiro. Procurou então o pessoal do Café do Centro, responsável por plantações no interior de Minas. Foram diversas provas, mas o escolhido veio de maneira inusitada. Ao ganhar um pacote de presente que continha grãos que não eram comercializados, eles avisaram ao grupo que aquele era o escolhido. Nascia assim o Peneira 19 e a parceria. Agora, em qualquer unidade do grupo especializado em cozinha italiana, em São Paulo ou no Rio, o cafezinho é brasileiríssimo.

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Com grãos maiores, o nome inclusive vem do tamanho da peneira em que ele é passado, a 19, este novo blend possui notas adocicadas, um aroma de caramelo e até certa cremosidade. No Rio de Janeiro, ele pode ser conferido na Forneria São Sebastião. Mas antes de chegar lá, degustamos o menu executivo da casa. Entrada, prato principal e sobremesa saem por R$ 65. Enquanto você escolhe, grissinis crocantes e fresquinhos, com ou sem alecrim, chegam na mesa.

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As opções são variadas. De entrada, escolhi um clássico: carpaccio. As finas e frescas fatias de carne vinham coroadas com folhas, uma tapenade de azeitonas pretas e pinolis que deram textura ao prato. Um excelente começo.

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Provei ainda a caprese, com mussarela de búfala bem fresca e cremosa. E também a focaccia de tomate e de parmesão. Uma boa massa de pizza da casa assada no forno a lenha bem crocante e saborosa.

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O começo foi muito animador, mas a única derrapada da tarde aconteceu no prato principal. Assim como na entrada, as opções eram animadoras, mas apaixonado por hambúrguer que sou resolvi apostar no da casa. A carne de picanha vem envolta em massa de pizza e coberta com cheddar. E foi aí que morou o problema. Como é assado, o ponto da carne fica difícil de ser controlado e acabou passando um pouco. Saboroso estava, mas prefiro a carne mal passada.

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Melhor opção seria a o Tortelli fresco recheada com mussarela e um bom molho de tomate que também provei. Em uma casa italiana, melhor ficar entre os pratos italianos!

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Para encerrar, Tiramissú, afinal de contas estávamos ali para degustar o Peneira 19. Então, o ideal era harmonizar com um doce que leva café em sua preparação. E a dupla brilhou. O Tiramissú estava bem leve e suave enquanto o café soltava a cada gole os seus aromas.

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No fim, o simpático especialista em café Vitor Leardi, do Café do Centro, explicou que o fundo da xícara mostrava ainda mais todas as características do Peneira 19 e de qualquer um que você venha a degustar. E de fato foi uma experiência interessante. As notas de cor e sabor ficam mais perceptíveis proporcionando uma experiência completa do início ao fim. Façam e me digam depois. E que venham os próximos!

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Forneria São Sebastião

Rua Anibal de Mendonça, 112, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ (21) 2540-8045

De domingo a quinta, do meio-dia à 1h; sexta e sábado, do meio-dia às 2h.

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