Arquivo mensal: dezembro 2013

Gougères: o pão de queijo francês. Levando um pedacinho da França para a confraternização da Aliança!

Sou um completo apaixonado pela França. As paisagens, a cultura, mas sobretudo a gastronomia. E tenho também o objetivo de morar uma temporada por lá. Enquanto esse dia não chega, fico com lembranças de viagens, delírios e aproveito para estudar a língua. O post vem com certo atraso, mas há duas semanas fizemos uma confraternização da turma da Aliança Francesa no último dia de aula. E para o café resolvi testar um clássico do país que conheci na primeira vez que jantei na Roberta Sudbrack: Gougères. Trata-se em uma explicação livre do pão de queijo francês, mas, diferentemente do que estamos acostumados, é leve e quase derrete na boca.

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Buscando receitas e inspirações, me deparei com uma feita no programa da Ana Maria Braga pelo chef Emmanuel Bassoleil. Testei e de fato fica uma delícia. As únicas coisas que mudei foram a quantidade de queijo (acrescentei parmesão), um toque de flor de sal por cima e o adicional de tomilho fresco que coloquei em alguns. Vamos aos ingredientes:

250 ml de água
100 g de manteiga
1 pitada de sal
150 g de farinha de trigo
4 ovos
100 g gruyère ralado
50 g de parmesão
1 gema batida
Flor de Sal (opcional)
Tomilho fresco (opcional)

Esta é uma massa cozida então é preciso ter braço para mexer tudo até se incorporar. E não se assuste. Vai ter um momento que você vai pensar que deu errado. Quando esta hora chegar, continue mexendo com vigor que as coisas voltam ao normal.

Com tudo separado, leve uma panela com água, manteiga e sal ao fogo até tudo derreter. Feito isso, tire do fogo e coloque a farinha. Mexa bem até a massa começar a ganhar corpo e volte ao fogo. Sempre mexendo bem para incorporar e ao mesmo tempo cozinhar esta massa.

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Retire novamente do fogo e junte os ovos um a um sempre mexendo. Como a massa está quente, se você não incorporá-los rapidamente corre o risco deles cozinharem. Feito isso, entre com os queijos ralados e finalize.

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Coloque o forno para pré-aquecer a 180 graus enquanto você molda os seus gougères. Faça do tamanho que você quiser. Usei como padrão uma colher de sopa. Como disse, enquanto enrolava coloquei tomilho fresco em alguns. Coloque as bolinhas em uma assadeira untada com manteiga, pincele com uma gema batida, jogue um pouquinho de flor de sal e asse por mais ou menos 20 minutos. Espetacular!

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A brincadeira ainda teve um crumble de maçã com banana feito pela querida professora Sophie. A receita me foi passada e em breve farei por aqui.

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Tivemos também belíssimos brigadeiros da Jucyléia. Vocês podem até encomendar lá no Chocosonhos, que também faz bolos decorados. Muito gostoso!

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Enquanto o sonho de morar por lá não chega, a solução é essa mesmo: tentar trazer para casa um pouquinho da França. Até a próxima! À bientôt!

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Um Feliz Natal a todos! Paz, saúde, amor e comida… Muita comida!!!!

Aos meus amigos leitores e leitoras, aos que passam por aqui de vez em quando, aos que comentam, aos que compartilham, aos que ficam com raiva diante de algumas belas fotos de comida, aos que se inspiram e fazem em casa… Meu muito obrigado. De coração! Um Feliz Natal cheio de paz, saúde, amor e comida para todos!

Como não poderia deixar de ser, mais um post para deixar vocês como a Anitta: babando. Uma compilação do que está rolando desde ontem nos eventos natalinos. Como por exemplo a costelinha de carneiro com batatas do amigo Moa Luz.

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Ou o bacalhau gratinado da Vó Cilia.

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E lá da casa da Luninha veio também esse leitãozinho de leite desossado e recheado. Olha a orelhinha pururucada do bichinho.

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Mas Dona Cavalierona vem no contra-ataque com o tradicional Bacalhau grelhado em postas com muita cebola, azeite e alho. Esse é nível das melhores casas de Portugal. Absurdo.

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O Arroz de forno, que você já aprendeu aqui, também não falta. Assim como as batatas ao murro que estão no forno, mas você também pode se lembrar aqui.

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Antes, de entradinha, alho confit, cebolinha e batatinha calabresa.

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E depois a novidade do Natal deste ano: Aletria. É um clássico doce português feito a base macarrão cabelinho de anjo, gemas e leite.

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E por fim elas, as rabanadas!!!

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Mais uma vez obrigado a todos e um Feliz Natal!!! E o meu presente pode ser uma clicada na página do Facebook, E ir lá seguir o Instagram (@GastroEsporte)! Até a próxima!

Sorvete de cerveja? É isso aí. Confira os lançamentos da Sorvete Brasil com a cervejaria St. Gallen e beba de colher!

Stout, Wit, Lager, Pilsen, Ale, Tripel, IPA… Os estilos são inúmeros e a cultura da cerveja cresce cada vez mais no Brasil principalmente. Hoje é fácil achar pela cidade os mais variados tipos da bebida. Mas e sorvete? Isso realmente nunca tinha visto. Mas fui surpreendido pelos lançamentos da Sorvete Brasil em parceria com a St. Gallen. A linha inclui dois sabores. Mas na verdade acho que esta nem é a palavra que cabe. Na verdade são dois estilos, já que é impressionante como as características da St. Gallen Imperial Stout e da Therezópolis Rubine, esta uma Bock, estão intactas na bola do sorvete fabricado com elas.

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O processo de feitura é todo a frio. Com isso, o álcool presente na bebida não se perde durante as etapas. Para deixar ainda mais claro que a cerveja não é apenas um detalhe e sim a protagonista, para cada cinco litros do sorvete são utilizados quatro da bebida.

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Ou seja, de fato é um sorvete alcoólico. No stout, por exemplo, estão presentes de maneira intensa os aromas de café em função do malte tostado. É no mínimo curioso dar uma colherada e ter a sensação de que está se bebendo a cerveja encorpada e de espuma densa com 8% de graduação. Esta é apenas para os fãs do estilo. Os que não curtem creio que vão torcer o nariz.

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O sorvete com a Rubine como base é mais suave e tende a agradar um público maior. A Bock possui notas claras de caramelo e isso somente ajudou a deixar a criação mais leve, apesar de a graduação ser de 6,5%. A cor também é bonita, já que a cerveja tem um vermelho intenso.

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Os sabores podem ser encontrados nas lojas da Sorvete Brasil espalhadas pela cidade e custam R$ 9 a bola, assim como os demais sabores. Inicialmente, a novidade ficará em cartaz apenas no verão.

Você também pode provar na Vila St. Gallen, em Teresópolis, lugar que, por sinal, sou louco para conhecer. Lá elas não irão sair de cartaz se tornando parte do cardápio do restaurante da casa. Vale muito conferir e não se esqueçam: se beber, ou comer sorvete, vá de táxi! Até a próxima!

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Luiz? Sou mais o Brownie do Leleco. Receita prática para a sua sobremesa. Com ou sem lata é um veneno!

Não sou muito fã de fazer doces e isso não é novidade para quem acompanha o blog. Mas o camarada Leleco é especialista nesta arte e me ensinou uma receita prática e espetacular de Brownie. Aliás, o doce está cada vez mais em destaque. Além de brownerias e de versões em praticamente todos os restaurantes da cidade, temos ainda o popular Brownie do Luiz. É gostoso? Sim. Mas sou mais o do Leleco. Se você quiser pode até colocar dentro de uma lata depois só para ficar falando em veneno da lata.

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Mas chega de enrolação e vamos aos ingredientes:
– 200 gramas de chocolate meio amargo picado (o Leleco usa ao leite, mas eu mudei)
– 100 gramas de margarina
– 2 xícaras de açúcar
– 2 ovos
– 1 xícara e meia de farinha de trigo
– 1 pitada de sal
– 1 colher de chá de essência de baunilha

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Vamos lá. O primeiro passo é derreter o chocolate em banho maria (ou então no microondas). No meio do processo é só juntar a margarina e incorporar ao chocolate. Feito isso, reserve.

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Com uma batedeira, bata os ovos com o açúcar até ficar esbranquiçado. Pode ser em velocidade alta. Em seguida entre com a farinha, o sal e a baunilha e mexa com uma espátula incorporando devagar.

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Quando tudo estiver bem homogêneo junte o chocolate e sua massa estará pronta. É uma massa pesadinha mesmo, não é tão líquida quanto um bolo comum.

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Unte com margarina e farinha uma forma retangular de 20 x 30 mais ou menos e despeje a massa. Coloque no forno pré aquecido a 180 graus para assar por mais ou menos 20 minutos. Ele formará uma casquinha deliciosa e ficará com o interior bem cremoso. Com uma bola de sorvete do lado fica o verdadeiro veneno. Com ou sem lata. Aí é com vocês!

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Z Deli Sanduíches: hambúrgueres de respeito com um inusitado e genial bacon bovino feito de língua. Vale a visita em São Paulo!

São Paulo é sempre uma grande diversão para quem gosta de comer e beber. E há tempos eu lia sobre os sanduíches estilo déli e hambúrgueres do Z Deli. E não poderia deixar de conferir na minha última investida pela pauliceia. A surpresa foi extremamente positiva e teve direito ainda a uma curiosidade. Os sócios da casa são judeus e por isso não servem bacon – o que acaba sendo uma contradição, já que a religião também não permite também a mistura de carnes com laticínios e isso eles fazem muito bem. Para amenizar os amantes do porco, eles criaram um bacon bovino feito de língua. É isso aí!

Mas antes de chegar lá, é preciso certa paciência já que o lugar é bem pequeno e concorrido. O negócio é arrumar um espacinho na mesa da calçada e pedir uma entradinha para abrir os trabalhos com uma Brooklyn East India Pale Ale (R$ 12 a long neck).

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No nosso caso optamos por uma sugestão da semana que na minha opinião deveria ficar fixa por lá. Batatas fritas cobertas por sour cream, yellow cheese (um jeito chique de chamar o cheddar cremoso), cebolinha e lascas de pastrami frito (R$ 18). Delicioso o contraste de sabores. E as batatas, elas de verdade, estavam muito bem feitas (foto acima).

Mas vamos aos hambúrgueres. Primeiro o Jalapeños (R$ 28). A carne, um blend moído na própria cozinha, veio no ponto perfeito – obviamente mal passado -, com uma mistura de pimentas e um naco de gorgonzola. Impecável, mas recomendado para quem gosta de sanduíches picantes.

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O Louis Burguer veio com a carne no mesmo ponto, queijo palmira, cebola roxa caramelizada e o espetacular bacon bovino (R$ 26). Aqui a dica: o bacon deve ser pedido como adicional e ele não é cobrado a mais por isso. Crocante, salgadinho, defumado… Uma loucura aquela criação que nem me fez sentir saudades do porco.

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No fim, ainda arrumamos espaço para um cheesecake com calda de frutas vermelhas que era uma pornografia de tão bonito e de tão gostoso (R$ 16). Esqueça aquele gosto artificial tanto no bolo como na calda. Aqui a parada é séria. Tudo muito equilibrado.

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Agora preciso de uma nova investida por lá. Afinal de contas, a casa tem Deli no nome e eu não provei o sanduba de pastrami, o rosbife e o salmão defumado. Mas confesso que essa missão não será nem um pouco complicada de cumprir. Até a próxima.

Z Deli Sanduíches

Rua Haddock Lobo, 1386 – Cerqueira César – São Paulo (SP), (11) – 3083-0021
Segunda a quinta – 12h à 0h, sexta e sábado de 12 à 1h, domingo 12h às 23h.

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Jantar de fim de ano da Confraria Velusué: inspiração para a semana após muita comida e belos vinhos!

Poucas coisas são mais divertidas do que quando um grupo de pessoas amigas se reúne para beber e comer bem. É garantia de bons momentos e muitas risadas. Este é o princípio que rege a Velusué, confraria de vinhos para a qual fui convidado pela minha sogra Marcia. Os encontros, este foi meu terceiro e os outros dois vocês relembram aqui e aqui, são sempre extremamente divertidos e acima de tudo saborosos.

Este ano, pela primeira vez, o presidente e chef Beto abriu sua cozinha para demais membros. E mesmo sendo um calouro tive a honra de passar a tarde por lá, acompanhar a finalização de muitos amuses e pratos e dar minha contribuição com os cogumelos do Que Marravilha!. Foi uma tarde especial.

Neste post não teremos receitas. É para servir apenas de inspiração. Daqui podem sair ideias de apresentação e também de pratos. Alguns aprendi e futuramente com certeza colocarei no blog. A mesa de antipasto, por exemplo tinha um belo hummus caseiro, babaganuche, punheta de bacalhau, tomates secos que foram hidratados em casa com azeite aromatizado, rolinhos de berinjela com ricota temperada…

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Este mereceu um close e será reproduzido aqui em casa, e consequentemente no blog, ainda este ano. Alhos confitados em azeite com alecrim, tomilho e pimenta rosa. Espetacular.

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O primero amuse da noite foi um gazpacho com manjericão macerado em azeite e mussarela de búfala. Outra que estará aqui no blog em breve.

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Em seguida creme de baroa feito com a água do camarão coroado pelo próprio camarão salteado com alho, pimenta rosa e coentro.

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O auge da noite, na minha opinião, foi a polentinha. Cremosa e saborosa em função do caldo de legumes caseiro, foi servida com uma gema crua de codorna e trufas negras. Absurdo.

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Outro ponto alto foi o chorizo português picante rapidamente salteado em frigideira com mel de figo, iguaria que não conhecia. Maravilhoso e um show de contrastes.

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Os principais foram três. O frango recheado com damasco e envolto em bacon ou presunto de parma veio com uma redução de mel, shoyu e suco de laranja.

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O bacalhau de forno vinha com cenouras, batatas e coroado por ovos batidos, parmesão e bastante azeite.

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Já os meus cogumelos foram servidos ao lado de escalopes de mignon com Aceto Balsâmico envelhecido.

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Nos vinhos, a foto mostra que a festa foi boa. Entre os espumantes destaque absoluto para o Salton Gerações Antônio Domenico Salton. Uma beleza de cor intensa e aromas bem interessantes. Nos tintos, fomos do Uruguai até a Austrália. Mas o destaque foram dois franceses. Um da região de Bordeaux, o Le Colombier de Brown. O outro foi o Le Château Musset Chevalier, um Saint Emilion Grand Cru. Espetacular.

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Espero ter inspirado os amigos e amigas leitores assim como fui pelo Chef Beto e seus confrades. Como disse, algumas das receitas em breve postarei aqui completinhas. Aqui a ideia foi só deixá-los com certa inveja. Uma boa semana a todos. Saúde!

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Curtinha: conheça a Hija de Punta, cerva lançada pelo Gonzalo. Lupulada e refrescante!

Na esteira das cervejas artesanais que ganham cada vez mais espaço pelas casas da cidade, o Gonzalo, casa de carnes uruguaias que você já conheceu aqui, resolveu lançar a sua marca. A missão foi dada ao mestre cervejeiro Leonardo Rangel e assim nasceu a Hija de Punta, que é produzida na Mistura Clássica, em Volta Redonda. Na última quinta-feira dia 12, o rótulo foi lançado no Brewteco, bar de cervejas recém inaugurado na Dias Ferreira e no qual pretendo voltar com calma.

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A novidade se mostrou um acerto antes mesmo de abrir a garrafa. O rótulo é criativo e tem a cara do verão Rio de Janeiro, apesar de remeter a Punta del Leste em função do conceito uruguaio dos criados. No sabor outra surpresa extremamente agradável. No nariz, esta Lager mostra uma sucessão de aromas principalmente cítricos com notas claras de maracujá além de ser bem lupulada. Na boca muita refrescância. Em certos momentos você pensa estar bebendo uma cerveja com teor alcoólico alto, mas a Hija tem apenas 4,8%. Tiro certo.

Quem quiser conferir, a novidade entra no cardápio do Gonzalo na próxima terça-feira, dia 17. A long neck será vendida por R$ 16. Outras casas, como o próprio Brewteco, também devem receber remessas do rótulo. Assim que souber a relação completa coloco lá na página do Facebook, Saúde!