Ragù de Carne, alla Toscana, Bolognese… O nome tanto faz, mas a dica é espetacular!

Cozinhar é uma grande terapia. Desde o início, escolhendo ingredientes e deixando o mise en place pronto, até o fim, quando chega o momento de servir. Naquele tempo na cozinha costumo esquecer os problemas e viajar no mar de aromas e sabores. E semana passada não foi fácil. A solução? Uma receita gostosa e lenta, para fazer em um dia de folga com uma taça de tinto ao lado: Ragu, ou Ragù ou Ragout, de Carne, ou Toscano, ou Bolognese. Depois de pronto ele fica perfeito sobre a massa de sua preferência ou, no meu caso, em cima de um simples risotto de grana padano, que depois vou relembrar em vídeo aqui como se faz.

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Minha inspiração foi a querida Juca, mas tomei a liberdade de mudar uma coisinha ou outra. Vamos então aos ingredientes: um quilo de alcatra, duas cebolas médias, dois talos de aipo, uma cenoura, seis dentes de alho, ervas de sua preferência (usei manjericão e um pouco de alecrim), uma lata de tomate pelado, um tomate fresco sem pele e sem sementes, uma pimenta dedo de moça, uma taça cheia de vinho tinto, sal, pimenta do reino, açúcar (uma pitada de cada) e azeite. Sim, alguns não apareceram na foto por sequela minha!

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A terapia começa na preparação. Encha a taça, amole a faca e tenha paciência. Vamso começar com a carne. Escolhi alcatra por ser um prato de cozimento longo. Não vejo necessidade de usar mignon. Mas o detalhe aqui é picar na ponta da faca em cubos pequenos (lembra do steak tartare?). Faça o mesmo com os demais ingredientes: cebola, cenoura, aipo, alho e pimenta dedo de moça.

Tudo picado, dê mais um gole e ligue sua panela em fogo baixo. Aqueça o azeite e coloque tudo menos a carne. E tenha paciência. Refogue devagar, fazendo com que os vegetais fiquem macios e soltem seus sabores sem dourar. Esse processo dura uns 15 minutos.

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Com tudo reduzido, aumente o fogo e entre com a carne. Nesta hora vá controlando bem para a carne ir se misturando ao sabor da panela e ao mesmo tempo ganhar cor. Quando estiver começando a dourar, entre com a taça de vinho – e reponha a sua rapidamente!

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Após evaporar, coloque os tomates, reduza o fogo e tenha paciência. A ideia é cozinhar lentamente, apurando cada vez mais o sabor. O tempo mínimo é 30 minutos. Secou? Coloque um pouco de água. E vá curtindo junto com seu vinho o aroma que vai tomar conta da casa.

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Peço desculpas porque esqueci a foto do Ragu reduzido, mas pela foto do prato pronto vocês podem ter noção de como ele terminou. O detalhe é: se for servir com risotto, deixe mais grossinho, se for com macarrão, um pouco mais líquido. E divirta-se, porque esta é a melhor parte desta terapia no fogão. Até a próxima.

Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

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