Arquivo mensal: setembro 2013

Molho fresco de tomate cereja. Quatro ingredientes e um conforto rápido para um domingo de frio ao lado da família!

Domingo friozinho. Vinho aberto. Família reunida em torno do Arroz de Polvo da Dona Cavalierona. Como os amigos já sabem, não sou dos maiores fãs do molusco. Então tive de pensar rapidamente e tirar algo da cartola para o meu almoço. Na taça o Special Blend da Bodega Del Fin Del Mundo pedia algo com personalidade. Mas também não queria trabalho. Então busquei quatro ingredientes na geladeira para o meu molho express de tomate cereja que coroou uma massa de espinafre. Então vamos a ele que fará você nunca mais comprar nenhum tipo de molho de caixinha.

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Como disse, são apenas quatro ingredientes básicos sem contar os temperos (sal, pimenta do reino e uma pitada de açúcar): quatro colheres de sopa de azeite, cinco dentes de alho picado, duas caixinhas de tomate cereja (de preferência o sweet grape) e um punhado de manjericão fresco. Coloque também para dar certo volume 100 ml de água ou de qualquer caldo. Como opcional (usei porque tinha na geladeira), uma taça de vinho branco.

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Fogo baixo, azeite e alho. O objetivo aqui é cozinhar o alho no azeite e não dourá-lo. Além de deixá-los macios e ligeiramente adocicados, além de perfumar o óleo. Esse processo dura mais ou menos cinco minutos. Fique de olho para não deixar nenhum torrado. Feito isso, entre com os tomates, tempere com sal, pimenta do reino e açúcar, e aumente o fogo.

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Após refogar, dar um golinho na sua taça e ficar inebriado com os aromas subindo pela cozinha, entre com o vinho branco (caso queira). Espere evaporar, coloque o caldo ou a água, uma parte do manjericão e abaixe o fogo. Deixe cozinhar de 10 a 15 minutos, apurando bem os sabores.

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Massa no prato. Molho por cima. Uma chuva de grana padano ralado na hora. Um fio de azeite. Mais vinho na taça. Família reunida. Um domingo perfeito ao redor da mesa. Façam isso vocês também. E até a próxima! Boa semana a todos!

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O clássico Braseiro da Gávea. Bom? Sem sombra de dúvidas! Barato? Vale a discussão!

No prêmio Rio Show de Gastronomia, o Braseiro da Gávea foi premiado na categoria “Bom e Barato”, gerando certa discussão. Bom ninguém tem dúvidas de que esse clássico do Rio de Janeiro é. A picanha é realmente especial e raramente vem fora do ponto. Mas o barato é discutível. Comparados à alta gastronomia, os preços são sim honestos. Mas há inúmeras opções pela cidade onde se come bem mais barato (inclusive aqui mesmo já dei o exemplo do Caravelas do Visconde).

Mas deixemos a discussão de lado. Afinal de contas, achando barato ou não, o Braseiro é um lugar que merece ser visitado. Fica no coração do Baixo Gávea, reduto tradicional da cidade. A decoração é a mais simples possível, seja no salão ou na varanda de onde você pode ficar de olho nas noites movimentadas.

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Não há como dispensar as linguiças (R$ 3 a unidade) que circulam pelo salão nos espetos. Chegam ao lado de um molho a campanha mais simples impossível. Lá, inclusive, eles abrem mão do pimentão verde. Para beber chope Brahma por R$ 6.

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O pedido, na minha opinião, é um só: Picanha Braseiro. O corte vertical pega todas as partes da picanha. Ela vem fatiada e no ponto perfeito. A ponta, naturalmente mais macia, estava espetacular. A parte de cima também estava igualmente saborosa e com boa maciez. Chega na mesa acompanhada de Arroz de Brócolis, Batatas Fritas (de verdade, não as congeladas, o que é um ponto mais do que especial) e Farofa de ovo com banana. Sente o close abaixo! Essência do “FoodPorn” não?

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O prato sai por R$ 85. Neste dia, éramos três e foi a conta certa depois de uma linguiça e meia cada um. No fim, a conta, que incluiu seis chopes e dois refirgerantes, acabou saindo R$ 53 para cada um. Caro? Não. Mas se come mais barato? Sim. Fossemos dois certamente seria pesado.

A reflexão é de cada um e o debate mais do que válido. Acho que a discussão se faz necessária até em função dos preços que costumamos encontrar pela cidade. Mas caro ou barato, não dá para negar que bom o Braseiro é demais.

Braseiro da Gávea
– Praça Santos Dumont, 116, Gávea, Rio de Janeiro – RJ – (21) 2239-7494
Dom a qui, do meio-dia à 1h ; sex e sáb, do meio-dia às 3h

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Frango ao Curry Express: receita simples, rápida e perfeita para fugir da mesmice do dia a dia!

Terezinha de Jesus, a fiel escudeira aqui de casa, deixou um mise en place praticamente todo pronto para a Dona Cavalierona tocar fogo em um estrogonofe de frango. Mas estava vendo o Jamie Oliver fazer um curry na TV e me bateu um desejo repentino. Então roubei um pouquinho dos ingredientes e resolvi fazer uma versão mega rápida e simples de Frango ao Curry. Então, amigos e amigas, aproveitem a dica para transformar um franguinho em uma bela refeição despretensiosa e rápida.

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Para duas pessoas, que não comem muito, você precisa de: 500 gramas de peito de frango cortado em tiras, três dentes de alho picado, uma cebola pequena picada, um fio de azeite, uma colher de sopa de curry em pó (se preferir mais ou menos é só acrescentar ou retirar), meia caixinha de creme de leite (o ideal é usar o fresco, mas não tinha em casa), 100 ml mais ou menos de caldo de galinha e salsa picada a gosto. Opcional, uma dose de cachaça para soltar o fundo da panela. Opcional parte dois: o creme de leite pode ser substituído por leite de coco, algo mais tradicional na receita com toque indiano, mas não sou muito fã.

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Inicie refogando o alho e a cebola em um fio de azeite, sal e pimenta do reino. Assim que começar a pegar uma cor, coloque o frango. Aí vá mexendo até ele ficar cozido. Com o passar do tempo, o fundinho da panela vai começando a agarrar. Foi aí que joguei a cachaça e flambei. Se não quiser, solte com o caldo de galinha só.

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Entre com o creme de leite e o curry em pó. Usei aquele que vem inteiro da marca Kotanyi. É saboroso, extremamente prático e fácil de achar nos mercados. Mas utilize a marca que você quiser. Misture bem, jogue a salsa picada e prontinho.

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Sirva ao lado de um bom arroz branco e pronto como a foto que abriu o post. Um prato que você faz em menos de meia hora e foge das coisas comuns do dia a dia. Espetacular!

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Risadas, vinhos, excelente comida em noite de reencontros no CT Trattorie: bela noite “neozelandesa” da Confraria

Em determinando momento da noite alguém virou para mim e disse: “tem coisa melhor nesse mundo do que uma mesa animada, bons vinhos e um jantar excelente?”. Tive de concordar. Foi exatamente o que aconteceu na última terça. Novamente estive em uma celebração da Confraria de Vinhos da qual minha sogra Márcia faz parte (lembrem dela aqui) no jantar harmonizado do CT Trattorie. Comida no geral excelente, vinhos, risadas e um inusitado e inesperado reencontro com os chefs Claude Troisgros e Batista, que não os via desde a gravação do Que Marravilha Revanche! (aqui e aqui).

Os jantares harmonizados nos CTs da Família Troisgros acontecem regularmente e são temáticos. A página deles no Facebook costuma informar os menus e preços. Na terça o tema era Nova Zelândia e saiu por R$ 160 com cinco pratos e cinco vinhos.

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A brincadeira começou não tão bem. Anunciado como Creme do Mar e da Terra, tratava-se na verdade de uma sopa fria meio rala até. O sabor dos mariscos não estava tão pronunciado e o elemento terra era um mero broto de beterraba. Fosse servido em uma taça como um shot acho que não iria gerar o desapontamento. Mas se o prato foi instável, o vinho foi unânime. O Stoneburn Sauvignon Blanc estava elegante co todos os aromas frutados característicos da uva. Excelente escolha.

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Se o início derrapou, o prato seguinte levantou bonito. No cardápio Fish and Chips. Mas quem imaginava o clássico peixe empanado ao lado de fritas se surpreendeu com uma posta grelhada de maneira perfeita, com pele crocante e interior úmido acompanhado de um crocante de batatas e uma maionese que eu poderia comer um pote inteiro com a colher. Espetacular. O Riesling Groove Mill foi uma surpresa. Bem intenso tanto no nariz como na boca, casou novamente muito bem com o prato mais substancioso.

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Papo, risadas, um golinho a mais de um e de outro até o auge da noite. O nhoque de batata doce com fonduta de queijo de ovelha e pancetta crocante foi arrebatador. Levemente grelhado após o cozimento, o nhoque por si só já valia (aliás, este nhoque costuma aparecer no almoço executivo de vez em quando), mas o creme intenso de queijo casou de maneira perfeita. Saiu o branco e entrou um bom Pinot Noir da Trinity Hill.

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O prato principal da noite foi contrastante. A paleta de cordeiro estava macia, saborosa e muito bem feita. Só poderia ter vindo com um pouco mais do bom molho do próprio cozimento. Mas o Arroz de Ervas Anisadas que vinha como acompanhamento derrapou e muito. Era uma grande briga entre a hortelã, a erva doce, o anis… Faltou harmonia ali. O Shiraz novamente da Trinity Hill tinha o corpo necessário para a potência do prato.

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A sobremesa estava impecável. Uma Pavlova com frutas vermelhas coroada por um sorbet cítrico e saboroso. O vinho que não fez jus. O Chateau Crabitan Bellevue, único que não era da Nova Zelândia na noite, simplesmente não agradou e não casou muito bem.

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Mas no fim, todos os detalhes ruins se perdem na simpatia desta confraria que mais uma vez me acolheu em uma de suas animadas reuniões. Pessoal da melhor qualidade e de uma simpatia inegável. Assim como os chefs. Batista e sua humildade contagiante, assim como o Claude que trata a todos com muita atenção e carinho.

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E que venham mais noites e jantares ao lado destes confrades! Um brinde aos bons momentos! E pelas taças, vocês percebem que brinde não faltou!

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Don Bistrô: refúgio certo para um bom fondue no frio de Itaipava. Com vinhos a preços excelentes!

A dica de hoje não fica no Rio de Janeiro. Essa é para quem curte pegar uma horinha de carro e aproveitar o friozinho de Itaipava. A cidade está com cada vez melhores opções de restaurantes, delis em que você pode comprar bons produtos e consumir no próprio local com uma boa taça de vinho ou uma cerveja mais encorpada além das lojas que fazem alegria das mulheres. Ou então, fique no clássico da serra: um bom fondue. E por lá não costumo fugir do Don Bistrô.

Primeiro curto a atmosfera da casa que funciona como restaurante ou com uma boa loja de vinhos na Cerâmica Luiz Salvador. As mesas na parte de dentro te passam a sensação de comer dentro de uma grande adega, e o clima friozinho contribuiu para isso. A varanda conta com um bonito bar de madeira e também é boa opção, principalmente se você for em um fim de tarde e quiser aproveitar a luz natural.

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Escolhido o vinho, neste dia o Hartenberg Stellenbosch Cabernet-Syrah 2009 da África do Sul que estava em promoção por belíssimos R$ 50, pedimos o fondue de carne (R$ 98 para dois). Somos veteranos na casa e pela primeira vez achamos que veio menos mignon do que o comum, mas nada que atrapalhasse o programa.

Nada de óleo e fritura. A carne é cozida em um saboroso caldo que deixou a tarde com menos peso na consciência. São seis molhos para acompanhar: mostarda (bem saboroso), alho (que veio tão forte que pedi para voltar), amora (boa opção doce para fugir do tradicional chutney de manga), tártaro (nada especial) e rosé (também nada demais). O último é o meu favorito: poivre. Nada daquele com base de creme de leite. O caldo concentrado vem com pimenta do reino amassada e cheio de sabor. O pedido inclui ainda duas batatas rostie que vieram no ponto certo: crocantes por fora, incluindo os cubinhos de bacon, e macias por dentro.

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Como disse, boas opções não faltam em Itaipava. No Don, nunca comi nada diferente do fondue de carne. Mas o enxuto cardápio (ponto para a casa), tem opções que sempre me fazem pensar em um dia mudar minha pedida. Mas mexer em algo que já virou tradição não é simples! Se vocês forem por lá e experimentarem algo novo me avisem por aqui!

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Don Bistrô
Horário: Quinta – 19h à 24h, Sexta e Sábado – 12h à 24h, Domingo – 12h às 17h
Estrada União e Indústria, 10.550; Itaipava

Rapadura: boa alternativa na Conde Bernardotte. Comida nordestina e Serramalte gelada!

Perto da casa da Luna, a Rua Conde Bernardotte costuma me abrigar quando quero tomar um chope rápido. Mas começava a ficar enjoado das opções. Rota 66, por exemplo, não me agrada nem um pouco. Desacato raramente vou. Acabo ficando sempre na Academia da Cachaça, quando estou com fome, ou no Informal, quando quero apenas beber. Mas a rua agora ganhou uma nova opção que muito me agradou: Rapadura. A cozinha tem pegada nordestina e além do bem tirado chope Brahma, você encontra por lá Serramalte (R$ 9), cerveja da qual sou fã e que está cada vez mais difícil beber no Rio.

O lugar, que fica colado na Academia da Cachaça, tem decoração muito bacana. As pinturas, os chapéus no teto, os detalhes dos doces, o cardápio.. Tudo remete ao Nordeste e foi feito com muito bom gosto.

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Mas vamos ao que interessa: comida. Estive duas vezes no local nas últimas semanas e por isso pude provar muitas das opções de petiscos. Ainda não conferi o almoço executivo ou os pratos oferecidos na casa. Alguns surpreenderam muito positivamente. Outros derraparam um pouco contrastando inclusive com a descrição do cardápio.

Abrimos com os caldinhos. São duas opções: Feijão (R$ 10) e Mocotó (R$ 12). O primeiro estava gostoso, apesar de um pouco espesso. Achei criativo o acompanhamento: um pastel sem recheio que fez as vezes do tradicional pãozinho. Já o segundo estava saboroso, mas pouco lembrava um untuoso caldo de mocotó. Senti falta de mais pedaços do principal ingrediente.

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Mantive a linha dos caldos e provei as Favas a Moda Sertaneja (R$ 15). A porção é maior, as favas estavam bem cozidas e o caldo saboroso pela presença de costelinha, bacon e linguiça. Mas assim como o de Mocotó, poderia ter mais das estrelas na porção.

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Fomos então para as Almofadinhas. Tratam-se de dois salgados com recheio cremoso de rabada com agrião (R$ 10). A rabada estava cremosa e saborosa, e a massa, aquela tradicional de risole, não estava das mais pesadas. Boa pedida.

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A primeira visita continuou com uma porção de Carne Seca Acebolada com farofa (R$ 21), que não estava nada demais. Comum como as que a gente encontra hoje em quase todos os bares da cidade. Pedimos também a dupla de pastéis de carne (R$ 8). Ao invés de carne moída, anunciou-se um ragú. Mas infelizmente o recheio estava seco e pouco saboroso.

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Finalizamos a primeira noite com a Salada Sertaneja (R$ 28,5). Mix de folhas com uma porção da carne seca acebolada ali de cima e com fatias de abóbora assadas no melaço de cana com especiarias. Não fosse este último detalhe seria uma salada meramente comum, mas as abóboras deram um toque especial.

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Na segunda investida provei mais algumas opções. E obviamente, com muitas Serramalte. Iniciei com os Quadradinhos de Tapioca com queijo Coalho (R$ 19,5). Na porção, alguns estavam bem crocantes e com bastante queijo. O molho de pimenta agridoce dava um toque bacana. Outros estavam bem mais massudos.

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Em seguida outro pedido inconstante. O chamado Pau de Arara são mini bruschetas de linguiça com queijo (R$ 27,5). O cardápio diz que os pães são dourados em manteiga de ervas, mas no meu caso isso não foi nem visto e nem notado. Os pães, por sinal, estavam moles, deixando claro que não foram nem dourados. O que amenizou a frustração foi a linguiça, esta bem saborosa.

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Para compensar, o último petisco da noite estava bem saboroso. Carne de Sol Acebolada na chapa com pimenta biquinho e farofa (R$ 41). Os nacos de carne estavam macios e saborosos e a cebola, bem refogada, ligeiramente adocicada. A acidez com pouca ardência da pimenta biquinho unia bem os sabores.

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Como disse acima, o Rapadura é uma grata novidade. A comida não é perfeita, mas surge como uma boa alternativa informal ali na Conde Bernardotte. Acredito que os pequenos detalhes podem e devem ser tranquilamente corrigidos, mas só de não ficar refém da Academia da Cachaça para comer bem naquela rua já é para ser comemorado.

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OBS: Peço mil desculpas pela ausência no blog nas últimas semanas. Como todos sabem, a gastronomia para mim é um esporte. E em função do trabalho foram três viagens consecutivas e muitas matérias pela frente. Mas agora o blog volta com sua programação normal!