Arquivo mensal: junho 2013

O retorno ao Botero serviu para confirmar: bom bar, bons petiscos e drinks que surpreenderam…

Já havia comentado na época do Comida di Buteco que o Botero surgia como um grande bar no Rio de Janeiro. Isso porque tinha provado apenas o petisco concorrente e mais um pastelzinho. Mas estava devendo uma visita com mais calma. Ela aconteceu e não me arrependi. A casa no Mercadinho São José vale e muito a ida. O cardápio curto e bem executado contém petiscos interessantes. A cerveja está sempre muito gelada. Para quem não curte a bebida, os drinks surpreendem. E a trilha sonora ainda esbanja qualidade.

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Enquanto nada é escolhido, uma Serramalte bem gelada (R$ 8). Difícil beber essa bela cerveja por aí. E para começar os trabalhos, bons pasteis: rabada com agrião e costela com molho bordelaise (R$ 4,50 cada). O segundo estava melhor. Faltou um pouquinho de sal ao primeiro, que estava com sabor promissor (sou fã de rabada!).

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Eis que fomos surpreendidos pelo barman com duas cortesias. A primeira um drink que ainda não está no cardápio. Na taça de martini, uma curiosa combinação de rum, banana, coco e abacaxi surpreendeu. Já o segundo está lá na carta e vale muito a pedida: tequila, grenadine, cointreau, maracujá e gotas de tabasco (R$ 18). A sensação da pimenta deu toque bem especial à combinação.

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Resolvi pedir a lasanha de jiló (R$12). Gostosa, mas não inesquecível. Acho que faltou um pouco mais de molho para atenuar o amargor. Mas a farinha de paio conferiu um salgadinho e a textura.

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As bruschettas são campeãs já. Na época do Comida di Buteco eram três sabores. Agora o cardápio voltou a deixar apenas um: tomate, parmesão, ovo de codorna com gema molinha, farelo de paio e tomilho (R$ 19 seis unidades). Sempre um prazer a cada mordida.

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Fomos ainda com linguicinha de pernil com mini cebolas e batatinhas salteadas na manteiga de garrafa (R$ 28). O petisco vinha acompanhado de um chutney de pimenta que equilibrava de maneira perfeita e um molho de mostarda em grãos que estava gostoso. Ao olhar no cardápio imaginei algo bem gorduroso, mas tudo funcionou muito bem.

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O mesmo posso dizer do Stracotto, uma porção de carne cozida durante bom tempo na cerveja e servida em seu próprio molho (R$28). Além da cesta de pães, uma cabeça de alho assado acompanha o petisco e harmoniza perfeitamente. O doce do alho traz o equilíbrio. A estrela da noite.

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Conheci o bar há pouco tempo, mas virei fã. É sempre bom ter um lugar onde você pode comer e beber bem e ainda aproveitar de um ambiente descolado. Vale a visita. Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Me empolguei com o Tartare. Depois do de Mignon, foi a vez do de Salmão! Espetáculo!

Recentemente fiz um Steak Tartare pela primeira vez e fiquei muito, mas muito mesmo, empolgado com o resultado. Tanto é que resolvi pegar o mesmo princípio e fazer um outro Tartare, desta vez de salmão. O princípio é o mesmo, assim como boa parte do processo. Um ou outro ingrediente muda, mas o resultado final, assim como o primeiro, ficou maravilhoso. Perfeito como uma entrada ou até mesmo como principal ao lado de uma salada verde. Então vamos lá.

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Você vai precisar de: 600 gramas de salmão fresco, uma cebola roxa, duas colheres de chá de picles, duas colheres de chá de alcaparras, uma colher de sopa de salsinha, duas colheres de chá de ciboulette, duas colheres de chá de dill, uma colher de sopa de mostarda Dijon, azeite, sal, pimenta do reino e suco de um limão. Como disse, praticamente os mesmos ingredientes do Tartare de Migon com diferenças pontuais.

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E o princípio é o mesmo. Mas o salmão eu gosto de picar em cubos um pouco maiores que o de mignon. Os demais ingredientes, como visto na foto acima, tem de estar bem picados para fazer uma boa composição de sabores.

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Leve tudo para a mesa e monte diante de seus amigos, família, convidados… É sempre uma diversão. Neste dia foi mais uma opção em uma mesa com boas entradas e bons vinhos. Faz em casa e me conta aqui depois como foi!

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Espinafre, ovo com gema mole… Receita simples e saudável.. Mas eu coloquei uma linguicinha…

Sou fanático por ovo. Já passei aqui aquela que considero a receita do ovo mexido perfeito. Mas não como só dessa maneira: faço estalado, poché com cogumelos… A versatilidade é incrível. Então vamos a mais uma dica. A receita serve para os amigos vegetarianos e até é bastante saudável. Mas como não consigo abrir mão da carne, utilizei uma linguicinha para dar um sabor a mais neste prato rápido de espinafre coroado com a nossa estrela de gema mole e laranja.

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Fiz uma pequena quantidade. Uma pessoa com muita fome ou duas que fizeram redução de estômago saem satisfeitos. Foram 250 gramas de espinafre cozido e picado (murchei rapidamente em água fervente), uma colher de sopa de alho picado, meia cebola pequena picada, sal, pimenta do reino, azeite e dois ovos (de preferência caipiras). Como disse lá em cima, a linguiça é opcional. Utilizei pelo sabor e porque tinham sobrado as pontas da minha receita com mel e shoyu.

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Nada pode ser mais simples. O azeite vai para a panela em fogo médio e o alho e a cebola refogam junto com a cebola. É bom deixar bem douradinho, com paciência…

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Tempere com sal e pimenta e entre com o espinafre já cozido e picado. Refogue mais um pouquinho até chegar a hora da estrela da festa.

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Reduza o fogo para o mínimo possível, abra dois espacinhos em meio ao espinafre e coloque os ovos. Tampe a panela e tenha paciência. Alguns minutos depois você vai ver que o ovo cozinhou. Aí é só servir. Detalhe: se você não curte gema mole deixe mais tempo. Mas eu costumo deixar no máximo cinco minutos.

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Comi neste dia com uma saladinha de alface, tomate e cebola temperada com sal, azeite, mostarda de dijon e pimenta do reino. Mas a estrela é mesmo o ovo. O sabor estava incrível e a gema mole faz um molho natural e delicioso. Rápido e prático!

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Obs: Não tinha um nome para a receita. Aí o grande amigo Cauê Rademaker a batizou de Popeye à Mineira. Taí. É bom o nome, não?

Pelo mundo: um joelho de porco pururuca com litros de chope inesquecível em Viena. Este é o Salm Bräu!

Quem me acompanha por aqui, soube que no mês passado fui de férias para a Europa. Durante a passagem por Paris até fiz algumas receitinhas como a soup a l’oignon ou o purée de pommes a l’ancienne. Mas além do passeio pela França, conheci parte do Leste Europeu com o tradicional trio Praga-Viena-Budapeste. A dica de hoje vai para quem um dia passar pela capital da Áustria, terra do schnitzel com batatas e da famosa torta sacher. Mas a dica aqui é para quem tem estômago forte. No Salm Bräu a pedida é uma só: joelho de porco pururucado ou Eisbein. Simplesmente inesquecível, digno do Enchendo Linguiça, casa que serve um excelente aqui no Rio.

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O lugar por si só já vale a visita. Fica ao lado do imponente e maravilhoso Palácio Belvedere, um dos principais pontos turísticos da cidade. Com uma área externa agradável, o restaurante tem produção própria de quatro chopes perfeitos para acompanhar qualquer que seja o pedido. Provei obviamente todos: Pilsen, Weiss, Ale e Wite. E ainda rola uma quinta opção que muda conforme a temporada. Neste dia era um Helles Chilli chamado de Burning Hell. Estava simplesmente espetacular!

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Chope de meio litro por favor!

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Mas voltemos à estrela da casa. O cardápio diz que serve duas pessoas. Mas o carnudo joelho foi até demais para três. O sabor defumado estava ideal e a casquinha pururucada incrível! E ainda vinha servido com uma mostarda excelente e raiz forte fresca ralada.

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No fim das contas abandonei o garfo e caí dentro do osso. Uma delícia!

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O melhor é que chegamos no local no meio da tarde e pegamos o Happy Hour. Ou seja, o chope de meio litro saiu pela bagatela de 3 euros. O prato do joelho custava 22 euros. Não é fã de joelho? Pratos variados estão presentes no cardápio. Vale muito a visita caso você esteja passando por lá!

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Mais uma de Paris: Purée a L’Ancienne. Uma maneira simples de elevar seu purê de batata a outro nível!

Mais uma historinha parisiense aqui no blog depois da nossa Soup a L’Oignon. Assim que chegamos ao apartamento que alugamos em Paris, a locatária me mostrou uma propaganda de um curso de culinária que aconteceria dias depois do meu retorno. Parecia até que ela sabia da minha paixão por cozinha. O tema da aula era variações de pratos feitos com batata como base. O primeiro que seria ensinado era Purée de Pommes a L’Ancienne, ou purê com mostarda. Pensei: por que não fazer aqui? É um acompanhamento simples e perfeito para um bom bife, ou então um frango grelhado… No nosso caso, esteve ao lado de um belo hambúrguer coberto com emmental.

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Mas voltemos ao purê, estrela do post. Para mais ou menos quatro pessoas você irá precisar de: um quilo de batatas, seis colheres de sopa de manteiga, uma xícara de leite e duas colheres de sopa de mostarda a l’ancienne, que hoje você encontra em qualquer lugar (é aquela com as sementes).

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Descasque e cozinhe as batatas em água com sal. Feito isso, amasse-as enquanto ainda estão quentes e leve de volta à panela.

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Entre com o leite e com a manteiga e mexa com cuidado para emulsionar e deixar bem leve. Achou espesso? Coloque um pouco mais de leite.

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Com o purê praticamente pronto, entre com a mostarda e mexa. Pronto. Sirva com a carne de sua preferência e se esbalde! Além de sabor, a mostarda a l’ancienne deixa o prato mais bonito com as sementes. Simples e delicioso!

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Obs: caso queira melhorar ainda mais, aqueça o leite com uma folha de louro e alguns dentes de alho esmagados e retire-os antes de incorporar ao purê. Não fiz isso em Paris, mas o sabor é interessante.

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Lima Restobar: um peruano que o Rio de Janeiro precisava. Drinks excelentes e cozinha que foge do comum!

A gastronomia peruana está ganhando cada vez mais força no mundo. Mas no Rio de Janeiro havia uma carência de lugares onde você pode perceber que o Perú é mais do que ceviches. Agora, além do Intihuassi, que não achei absolutamente nada de especial nas três vezes em que lá estive, surgiu o Lima Restobar. A casa que fica em Botafogo conta com equipe formada quase toda por peruanos que trouxeram sabores criativos, boas receitas e também drinks a base de Pisco que primam pela criatividade.

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A noite foi animada. Com mesa grande formada por amigos, até a comadre Pimenta e Limão que não estava tão “funcional” ainda, tive a oportunidade de provar muitos itens do cardápio e comprovar a variedade e complexidade de sabores. Mas todos saíram da lista de entradas. Como a ideia era jogar conversa fora, ficamos apenas petiscando sem chegar aos principais do menú.

Enquanto escolhíamos, um tradicional Pisco Sour (R$ 19,90). Gostoso, mas com tantos drinks inventivos na carta, nem é preciso parar nele. Vá direto ao El Bambino (R$ 19), que leva pisco, maracujá, limão, manjericão e blue curaçao. O último item é algo que não suporto, mas o drink estava fantástico.

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Já que é o prato mais típico, vamos aos ceviches e suas variações. São quatro opções. Pedimos um trio (R$ 42). O tradicional, com peixe branco e leite de tigre, estava lá, mas com um milho crocante que deu um bom contraste. Mas as outras receitas chamaram mais atenção. O Olivo Olvido leva peixe, polvo, uma tapenade de azeitonas e espuma de pimentão. A azeitona se fazia presente, mas sem mascarar os demais sabores, o que é um ponto muito positivo. A espuma se fez notar bem ao longe.

O Atum Criollo foge do peixe branco e conta com itens que tornam este ceviche muito interessante. O gengibre curtido traz frescor, o pepino japonês entra com textura e o maracujá faz bom contraste com o molho de ostras. Excelente pedida!

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Copos vazios, fomos para a segunda rodada de drinks. O Bohemio pareceu forte no primeiro gole. Mas depois suavizou e mostrou equilíbrio. Leva pisco, framboesa, pomelo e limão (R$ 19). Já o El Pituco conta com Pisco de morango, limão e mais morango (R$ 18,80). É o que mais se assemelha à nossa tradicional caipirinha.

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Mas vamos aos quentes. Como disse, a mesa era grande e os petiscos foram muitos. Primeiro as duas Causas. A base é a mesma, uma massa feita com batata que achei um pouco pesada. Mas os recheios estavam muito bons. A La Oliva leva nacos de polvo braseados com pimenta, azeitona e pimentões. O sabor defumado estava excelente e o pimentão entrava com o adocicado.

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A outra Causa foi a Pituco (R$ 32). A massa é a mesma, mas ela vem coroada por um tartar de salmão e acompanhada por salada de cogumelos, rúcula e cebola. Saboroso, mas não tão empolgante quanto o anterior.

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Os Camarones en su Rio são camaróes grandes empanados em crocante massa de quinoa (R$ 32,80). A massa estava saborosa, mas a estrela do prato foi o ensopado de feijão que serve de molho. Bem temperado, foi grata surpresa.

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Uma das grandes surpresas da noite pra mim foi o El Aji de Gallina del Norte (R$ 23,50). São bruschettas em pão de azeitona que servem de base para um frango braseado e um creme de pimenta. Completamente excelente.

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O último pedido da noite – te falei que a mesa era grande – foi a Picaña Costeña (R$ 29,40). São almôndegas defumadas acompanhadas de cebolas caramelizadas bem docinhas, linguiça calabresa e um molho que leva alho, alcaparra e coentro. Muito saboroso também, mas ligeiramente acima no sal.

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Como disse no início, a noite foi uma grata surpresa. É muito bom ver chegar ao Rio de Janeiro um peruano que foge do lugar comum. E o ambiente leve da casa te permite sentar com amigos para beber e petiscar, como foi o meu caso. Ou então simplesmente curtir um jantar formal. Os pratos são convidativos e não vejo a hora de voltar para apreciá-los!

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Obs: Algumas fotos eu acabei perdendo em função de um problema no celular. As mais claras são de Divulgação. Obrigado e desculpe!

Fogo de Chão: vale a fama e o preço em churrascaria que prioriza as carnes. Senti até saudade do velho estômago!

Já disse em outras oportunidades aqui no Gastronomia por Esporte que sou fã incondicional de uma boa carne vermelha. Mas em função da redução de estômago que fiz, praticamente aboli os rodízios da minha vida, preferindo casas em que escolho um único corte e como bem devagar. Não compensa para mim aquela abundância constantes dos espetos. Mas o aniversário da minha cunhada me forçou a conhecer a tão falada unidade carioca da Fogo de Chão. E vou confessar para vocês. Após comprovar a qualidade da casa o meu velho estômago fez grande falta.

Antes de sentar e já provar o belo e aerado pão de queijo, um pulo na extensa varanda para conferir a vista. Instalada sobre a Baía da Guanabara, a casa tem visão privilegiada para o Pão de Açúcar. Mas voltemos ao amplo salão para falar do que realmente interessa: carnes.

 

 

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Esqueça aquela variedade de pratos quentes, camarão, frutos do mar e japonês comuns nos rodízios. Aqui o foco é a carne. Para acompanhar um buffet de saladas com menos opções do que o comum, mas com grandes achados. Os shitakes estavam perfeitos: macios e bem temperados. O palmito pupunha assado era para comer de colher com um molho de ervas. Simplesmente impecável e me fez voltar ao balcão mais de uma vez. Um jamón serrano cortado fininho também chamou atenção.

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Nos espetos circulam 17 cortes da raça Red Angus. Picanha, fraldinha, alcatra… Todas muito boas, mas na mesma média das demais. Vamos ao que surpreendeu. A costela bovina, que fica exposta logo na entrada da casa, estava impecável. Macia e saborosa.

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O falado Shoulder Steak, corte dianteiro do boi exclusivo da casa, vale a fama. Em ponto delicioso, é uma carne de sabor diferente com uma gordurinha entremeada que a deixa espetacular. Dona Cavalierona até arregalou o olho!

Pedida perfeita, o shoulder steak, corte exclusivo da casa, surpreendeu em sabor e maciez

Pedida perfeita, o shoulder steak, corte exclusivo da casa, surpreendeu em sabor e maciez

A picanha nobre com alho também estava perfeita. Reparem no palmito ao lado!

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E a costelinha de cordeiro com hortelã também veio macia e rosada, como manda o figurino. Acompanhou bem o tinto da casa que faz parte da extensa, porém com preços não tão atraentes, carta de vinhos da casa.

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É caro? Sim. O rodízio sai a R$ 103 por pessoa. Mas vale o preço. Principalmente se você vai pronto para degustar carnes. Agora se você não é tão fã assim e prefere a diversidade, procure outro lugar. Os preços são semelhantes, mas a proposta é outra. Eu curti. E fiquei com vontade de voltar. Mesmo sem o meu velho estômago.