Arquivo mensal: maio 2013

Restaurant Week: finalmente um belo almoço. Brigite’s é a dica para o último fim de semana!

O Restaurant Week termina neste domingo e em função dos compromissos de trabalho fui a bem menos casas do que eu imaginava. Uma pena, mas deixo aqui a minha última dica. Se a primeira foi boa, mas não empolgou, e a segunda foi bem abaixo do esperado, a terceira finalmente valeu a pena. Almocei no Brigite’s, casa localizada na Dias Ferreira, e tive uma bola experiência. Aliás, foi minha terceira vez lá e no geral sempre como bem.

O salão é amplo, bem aberto e decorado. O atendimento é ágil e atencioso, principalmente na hora do almoço em que a rotatividade é grande. Mas vamos ao que realmente interessa. Após pedir um bom vinho em taça já que estava sozinho (viu, Q? É preciso oferecer isso!), escolhi a entrada. Deixei de lado a salada de folhas e fui no creme de abóbora com brulée de queijo de cabra e sálvia torradinha.

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O creme estava bem saboroso, com o leve adocicado da abóbora fazendo contraste perfeito com o queijo de sabor forte. A sálvia, além do sabor, entrava com textura. Detalhe? Tudo poderia estar um pouquinho mais quente.

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O prato escolhido foi Risoto de Açafrão com Ragú de Peito de Boi. O arroz estava perfeitamente cozido e o ragú muito saboroso. A garfada dos dois juntos ficava perfeita, já que os temperos se equilibravam. O risoto sozinho pedia um toque de sal, mas longe de comprometer. A outra opção era uma massa fresca com salmão e limão. Curioso, vi na mesa ao lado e me pareceu muito boa.

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A sobremesa que escolhi simplesmente não tem como errar. Só mesmo se os ingredientes forem ruins, o que não era o caso. Sorvete de creme, calda de chocolate e pedaços de cookie quebrados por cima. Básico, mas gostoso. A outra opção era mil folhas de morango.

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Portanto fica aqui mais uma dica. Os amigos e amigas podem aproveitar ainda até domingo. Se forem compartilhem aqui a experiência! Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Mais Restaurant Week: noite bem decepcionante no Q Gastrobar. Um acerto em cinco.

O Restaurant Week continua. Confesse que já esperava ter conhecido mais lugares, mas o ritmo não está tão alucinante. A primeira investida você já leu aqui. Foi boa, mas não espetacular. Já a última não posso nem falar isso. O jantar no Q, Gastrobar do pessoal do Quadrucci, foi repleto de deslizes. Uma pena, já que nas outras vezes em que estive na casa, que acho bem decorada e bem descolada no início da Dias Ferreira, no Leblon, sempre comi muito bem, inclusive em outras edições do festival.

A fachada é bonita, assim como a decoração moderna e o bar.. O Q tem ambiente bem descolado..

A fachada é bonita, assim como a decoração moderna e o bar.. O Q tem ambiente bem descolado..

O pré jantar já me incomodou. Éramos dois apenas e não queríamos beber uma garrafa de vinho inteira. Na enxuta carta, não consta nenhuma opção de meia garrafa. Imagino que compensariam nas taças então. Mas não era o caso: apenas dois rótulos que simplesmente não constavam na casa. Senti que a taça que me serviram foi de improviso: um cabernet chileno bem médio.

Mas vamos ao jantar. A minha entrada era um salpicão de pato. Achei o conjunto todo pesado. O molho poderia ser mais leve para amenizar o sabor do pato. Detalhe que deu um mínimo de frescor foi o gomo de laranja que servia de decoração.

O salpicão de pato tinha bom sabor, mas estava pesado.. A laranja deu um toque de frescor que amenizou..

O salpicão de pato tinha bom sabor, mas estava pesado.. A laranja deu um toque de frescor que amenizou..

A outra opção era uma salada de folhas com búfala, tomatinhos marinados e granola. Antes do sabor a apresentação. A tigela diminuta dificultava e muito a degustação. Era complicado comer sem deixar pedaços de granola e até um tomatinho cair no prato. Ainda mais com as folhas cortadas em pedaços grandes. E o sabor também não brilhou. A marinada dos tomatinhos estava bem ácida. A granola, pelo menos, deu um toque interessante.

A salada derrapou.. Apresentação ruim em recipiente que dificultou a degustação e sabor sem equilíbrio..

A salada derrapou.. Apresentação ruim em recipiente que dificultou a degustação e sabor sem equilíbrio..

Como prato principal o único acerto da noite. A polenta branca com ragú de cordeiro estava muito boa. Cremosa e saborosa, contrastou perfeitamente com o bem temperado ragú. O toque de hortelã conferiu um frescor incrível ao prato.

O acerto.. Polenta branca cremosa e saborosa assim como o ragu de cordeiro bem molhadinho no centro..

O acerto.. Polenta branca cremosa e saborosa assim como o ragu de cordeiro bem molhadinho no centro..

A outra opção foi uma decepção incrível. O arroz de bacalhau estava seco, sem tempero e sem sabores marcantes. A azeitona, a palha de batata e o próprio peixe se perdiam em meio ao arroz. Esperava algo molhadinho, talvez por estar acostumado ao arroz de bacalhau da minha mãe. Uma pena.

Uma grande decepção.. Seco, o Arroz de Bacalhau estava ainda mal temperado e sem assunto..

Uma grande decepção.. Seco, o Arroz de Bacalhau estava ainda mal temperado e sem assunto..

A sobremesa estava correta, mas não inesquecível. Ambos pedimos mousse de chocolate com crocante de amêndoas. Saborosa, mas o detalhe do crocante me incomodou. Eram simplesmente algumas amêndoas inteiras jogadas por cima. Seria melhor elas em lâminas.

Mousse de chocolate não mais que correta.. E o detalhe das amêndoas que deveriam estar laminadas..

Mousse de chocolate não mais que correta.. E o detalhe das amêndoas que deveriam estar laminadas..

Como disse em cima, me surpreendi com a decepção afinal de contas o Q é um lugar que já fui algumas vezes. É claro que não vou deixar de ir, mas fica aqui o registro que nesta edição do Restaurant Week eles acabaram derrapando! Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Steak Tartare: perdi o medo, fiz o meu primeiro e ficou fantástico! Faça você também!

Peço “desculpas” aos amigos e amigas, mas desde que voltei de Paris estou numa vibe de cozinhar receitas francesas. A primeira eu fiz lá no apartamento e você já conferiu por aqui: soup a l’oignon. A segunda, já por aqui, é outro clássico da França: Steak Tartare. E há muito tempo não ficava tão empolgado com o resultado final. Sou muito fã deste prato e sempre fiquei meio inseguro de fazer. Mas após a primeira vez digo sem medo de errar: vai virar rotina. Ficou espetacular e espero que vocês façam em casa!

Desculpe a foto sem foco, mas o Tartare ficou espetacular! Vale muito a dica!

Desculpe a foto sem foco, mas o Tartare ficou espetacular! Vale muito a dica!

Então vamos aos ingredientes:
700 gramas de filé mignon impecavelmente limpo
Uma cebola roxa
Duas colheres de chá de picles
Duas colheres de chá de alcaparras
Duas colheres de sopa de salsinha
Gotas de molho inglês
Gotas de Tabasco
Uma colher de sopa de Ketchup
Três gemas. Duas colheres de chá de mostarda de Dijon
Azeite e óleo para emulsionar (cerca de 50 ml de cada).

Filé fresco e limpo.. Repare ao fundo nos demais ingredientes bem picadinhos..

Filé fresco e limpo.. Repare ao fundo nos demais ingredientes bem picadinhos..

O preparo pode assustar, mas é relativamente simples. Você precisa é de uma faca muito bem afiada e uma certa dose de paciência, afinal de contas o fundamental aqui é tudo estar muito bem picado. A começar pela carne. É fundamental picá-la com a faca e não comprar moída. Em termos de sabor e textura esse passo é determinante. Após picar, coloque em uma tigela e coloque esta em cima de gelo para manter o frescor.

A faca bem afiada faz o trabalho do moedor ao picar a carne..

A faca bem afiada faz o trabalho do moedor ao picar a carne..

Em seguida é a hora de picar os demais ingredientes novamente bem miúdos. Você não vai querer morder um naco de cebola ou de qualquer outro ingrediente no meio de sua garfada. Apenas as alcaparras podem ser um pouco mais rústicas.

Com tudo picado, a finalização pode ocorrer na mesa na frente dos seus amigos e convidados como em um autêntico bistrô parisiense.

Ingredientes separados, vasilha da carne com gelo embaixo.. Hora de misturar!

Ingredientes separados, vasilha da carne com gelo embaixo.. Hora de misturar!

 

Mas falta o último passo. Coloque as três gemas, a mostarda e comece a misturar com um fouet. Vá então adicionando aos poucos e mexendo sem parar o azeite e depois o óleo. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese, mas sim emulsionar.

Após misturar bem as gemas, a mostarda e o azeite, o resultado é uma emulsão.. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese..

Após misturar bem as gemas, a mostarda e o azeite, o resultado é uma emulsão.. Não é necessário bater até chegar ao ponto de maionese..

Feito isso é a hora de misturar todos os ingredientes: emulsão de gemas e mostarda, a carne, ketchup, sal, pimenta do reino, tabasco, ketchup, molho inglês, salsinha, picles e alcaparras. Feito isso prove, corrija o tempero, veja se você quer acrescentar algo a mais de qualquer dos ingredientes e pronto! Fica simplesmente sensacional.

Havia esquecido na foto do mise en place do ketchup...

Havia esquecido na foto do mise en place do ketchup…

Feita a emulsão, comece a misturar todos os ingredientes junto com a carne... Está pronto seu tartare!

Feita a emulsão, comece a misturar todos os ingredientes junto com a carne… Está pronto seu tartare!

 

Como visto na foto que abriu o post, não servi da maneira clássica: empratado com fritas e salada. Foi colocado em uma mesa de aperitivos para comer com torradinha. É também uma excelente opção. Espero que a dica seja aproveitada! Dúvidas ou considerações é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Começou o Rio Restaurant Week! E a primeira visita foi na Brasserie Ameno! Alguns percalços, mas um bom almoço!

Foi dada a largada para o Rio Restaurant Week. A partir de hoje e até o próximo dia 2, uma série de restaurantes espalhados pela cidade oferecem opções de menu fechado com entrada, prato e sobremesa a preços bem acessíveis (R$ 34,90 no almoço e R$ 47,90 no jantar). Clicando aqui você confere todos os participantes, os horários e, é claro, os pratos servidos. No domingo já tive oportunidade de ir ao meu primeiro e sempre colocarei aqui as minhas impressões.

O escolhido para o almoço foi a Brasserie Ameno, localizada na interessante casa de shows Casarão Ameno Resedá. O restaurante passou por mudanças recentes e agora está sob o comando do chef Frédéric Monnier. Como já dito, são sempre duas opções para cada passo do menu. E eu provei todas. Então vamos em frente.

A primeira era um Capuccino de Shitake. A apresentação decepcionou pois em nada lembrava um capuccino e ainda veio servido como uma sopa mesmo. Mas o sabor estava gostoso. A única ressalva era que estava muito carregada na pimenta do reino. Sou fã da levantada que a pimenta dá, mas é preciso acertar a mão.

A apresentação não era das mais bonitas e como disse não lembrava um capuccino..

A apresentação não era das mais bonitas e como disse não lembrava um capuccino..

A outra entrada estava excelente: Petit Gateau Provençal (outra vez o nome  não justificou a apresentação). Era na verdade uma torre de tomate, abobrinha e berinjela grelados acompanhado de folhas e um bom azeite. Gostoso, mas seria mais justo chamar de ratatouille.

Também não entendi o nome do prato, mas em compensação o sabor estava muito bom..

Também não entendi o nome do prato, mas em compensação o sabor estava muito bom..

Vamos ao prato. O meu foi um Daube de Boeuf com purê de batatas e aipo confit. Estava saboroso. Carne bem cozida, molho com presença e um purê bem cremoso. Mas vamos ao detalhe curioso. O aipo confit simplesmente não estava presente no prato. Em seu lugar estavam dois dentes de alho macios e saborosos. Pensei que o cardápio pudesse ter sido impresso de maneira errônea. Minha dica? Mantém o alho e esquece o aipo!

O molho escuro estava bem saboroso e o purê cremoso.. Mas o aipo eu não achei!

O molho escuro estava bem saboroso e o purê cremoso.. Mas o aipo eu não achei!

A outra opção não fez sucesso na mesa. Ravioli de Camarão ao molho de manjericão. A massa estava boa. O recheio não provei por ser alérgico, mas falaram bem. O grande problema foi o molho. Faltou equilíbrio e o manjericão deixava um amargor na boca. Fosse um pesto clássico estaria com certeza melhor.

O molho acabou quebrando  o prato.. Estava muito amargo..

O molho acabou quebrando o prato.. Estava muito amargo..

A sobremesa foi o ponto alto. Um crocante de paçoca muito saboroso. No meio da mousse, pedaços de chocolate crocante davam textura e sabor. Qualquer observação feita em relação aos pratos anteriores foi esquecida. A outra opção era salada de frutas, que na verdade eram apenas algumas frutas fatiadas sem o caldo tradicional.

A sobremesa estava realmente muito boa.. Este chocolate por cima contrastou muito bem com o creme..

A sobremesa estava realmente muito boa.. Este chocolate por cima contrastou muito bem com o creme..

No geral uma boa refeição. Como disse, a lista é longa e pretendo ir a mais alguns. Se alguém for e quiser sugerir é só deixar no comentário ou mandar via Twitter ou Instagram (@GastroEsporte), ou melhor ainda, vai lá na página do Facebook e escreve por lá! Beijos e abraços em todos!

Fim das férias! E um pedaço de Paris na sua casa. Aprenda a tradicional Sopa de Cebola: simples e fácil de fazer!

Como os amigos e amigas que acompanham o blog perceberam, passei minhas férias viajando pela Europa. Ao mesmo tempo que pude conhecer grandes restaurantes, novos ingredientes e obviamente me divertir demais, também tive a oportunidade de cozinhar um pouquinho. Especialmente em Paris, cidade em que passei mais tempo em um apartamento alugado. E por lá, em uma noite fria após andar bastante pelas encantadoras avenidas parisienses, resolvi de improviso fazer uma das mais famosas receitas francesas: a Soup a L’Oignon ou no bom português sopa de cebola.

Um bom tinto acompanhou a sopa perfeitamente no frio de Paris.. Aproveitem!

Um bom tinto acompanhou a sopa perfeitamente no frio de Paris.. Aproveitem!

Por que de improviso? Porque faltou aqui e ali um ou outro ingrediente na receita tradicional que você pode colocar quando fizer em casa. Ou então siga o meu jeito que com certeza absoluta vai ficar deliciosa. Vamos então aos ingredientes para duas pessoas com bastante fome.

700 gramas de cebolas fatiadas
Duas colheres de sopa de manteiga
Um fio de azeite
1 litro de caldo de galinha ou de legumes
Sal
Pimenta do reino
Uma taça de vinho branco
Fatias de pão tostadas
Queijo gruyere ralado (usei um comté espetacular que havia comprado)
Mostarda de Dijon

Tudo separado para a versão rápida da sopa de cebola clássica da França..

Tudo separado para a versão rápida da sopa de cebola clássica da França..

O que não coloquei que deveria ter colocado:
Uma colher de sopa cheia de farinha de trigo após o refogado inicial para engrossar a sopa.
Um bouquet garni (salsa, alecrim, tomilho e cebolinha amarrados em um barbante) durante o cozimento para ser retirado no fim.
Uma pimenta dedo de moça (mania de Troisgros), também no refogado.

Vamos ao modo de preparo. Descasque e fatie em meia lua as cebolas. Enquanto isso, coloque o caldo para aquecer em fogo baixo em outra panela. Aqueça o azeite e a manteiga e entre com apenas metade das cebolas. Se você colocar tudo, a panela irá esfriar rapidamente e as cebolas vão soltar muita água. Tempere com sal e pimenta.

Caldo aquecendo ao fundo e cebola iniciando o refogado na manteiga e azeite com sal e pimenta do reino..

Caldo aquecendo ao fundo e cebola iniciando o refogado na manteiga e azeite com sal e pimenta do reino..

Assim que começar a refogar, entre com o restante da cebola, mais um fio de azeite e um pouco de manteiga. Agora começa a paciência. Abaixe um pouco a chama do fogão e vá mexendo de vez em quando as cebolas. É para escurecer sem queimar, deixando com cor de caramelo. Enquanto vai chegando no ponto, corte o pão em fatias e coloque no forno para torrar. Aproveite também para ralar o queijo.

Com paciência e fogo baixo, a cebola vai caramelizando e ganhando este tom marrom..

Com paciência e fogo baixo, a cebola vai caramelizando e ganhando este tom marrom..

Com a cebola murcha e caramelizada, entre com o vinho branco e mexa para soltar o  fundo. Após alguns minutos você entra com o caldo aquecido, abaixa o fogo e cozinhe de 20 a 30 minutos.

Após o vinho, entre com o caldo, reduza o fogo e deixe cozinhar lentamente..

Após o vinho, entre com o caldo, reduza o fogo e deixe cozinhar lentamente..

Pegue as torradas e passe uma fina camada de mostarda. Após cozinhar, pegue tigelas individuais e coloque a sopa. Ou então, como meu apartamento não tinha, coloque em um grande pote que possa ir ao forno. Posicione as torradas besuntadas com mostarda por cima e cubra tudo com o queijo.

Após torrar os pães, passe uma leve camada de mostarda dijon e coloque-as por cima da sopa..

Após torrar os pães, passe uma leve camada de mostarda dijon e coloque-as por cima da sopa..

Cubra as torradas e a sopa com queijo ralado e leve ao forno alto para gratinar..

Cubra as torradas e a sopa com queijo ralado e leve ao forno alto para gratinar..

 

Após alguns minutos no forno bem quente, sua sopa estará perfeitamente gratinada e pronta para amenizar o frio. Sirva com um bom tinto e pronto! Perfeito para uma noite em Paris e também em qualquer lugar!

Após gratinar, a sopa está pronta para ser servida!

Após gratinar, a sopa está pronta para ser servida!

É isso, pessoal. O Gastronomia por Esporte está de volta! Espero que tenham sentido a minha falta assim como eu senti de escrever por aqui. E novidades estão por vir! Enquanto isso, sigam no Instagram (@GastroEsporte) e curtam a página no Facebook! Até a próxima!